Músicas

“Dedicatória”: Don Policarpo transforma sentimento em permanência

Ouça Aqui Em Dedicatória, Don Policarpo entrega mais do que uma música: oferece um gesto. Disponível no MuvFlow, a faixa nasce como um poema sonoro que atravessa o tempo, os afetos e a própria ideia de existência, reafirmando a escrita como lugar de permanência e memória. A letra se constrói a partir de um movimento de oferta. Don dedica seus poemas ao tempo, ao vento, aos aromas — elementos que não se seguram, mas se sentem. As canções, por sua vez, são entregues aos amores e às dores, reconhecendo que é justamente dessa mistura entre prazer, perda e despudor que nasce o olhar atento para a vida. Há uma sensibilidade madura em reconhecer que sentir exige coragem e presença. Quando o artista compara esse olhar ao ato de contemplar a lua, “com exaltação”, a música alcança um ponto simbólico forte: o amor e a arte como exercícios de contemplação profunda, que não pedem posse, apenas entrega. Em tom quase confessional, Dedicatória se revela também como uma epígrafe pessoal, dedicada aos amores guardados no peito — aqueles que sustentam a existência e dão sentido ao pulsar do coração para além da função biológica. Um dos momentos mais potentes da letra está na recusa em nomear esses amores. Don aponta o perigo da nomeação excessiva e propõe o amor como experiência sensorial, atemporal, livre de linhas cronológicas. Amar, aqui, é sentir “além dos tempos de existir”. Musicalmente, Dedicatória acompanha essa proposta: é delicada, reflexiva e aberta, criando espaço para que cada ouvinte reconheça seus próprios afetos nas entrelinhas. A canção não se impõe — ela convida. Com Dedicatória, Don Policarpo reafirma sua escrita como território de escuta, silêncio e profundidade. Uma obra para quem entende que algumas coisas não precisam ser explicadas, apenas sentidas. 🎧 Dedicatória já está disponível no MuvFlow.

Arte

Movimento Cultivista Café com Poemas Sorocaba celebra a participação de Don Policarpo em 2025

O Movimento Cultivista Café com Poemas Sorocaba, na pessoa da coordenadora Priscila Mancussi, celebra e agradece a presença artística e literária do escritor Don Policarpo, que integrou e fortaleceu o nosso movimento ao longo de 2025. Em um ano de encontros, diálogos e páginas compartilhadas, a participação de Don trouxe novas perspectivas, inquietações poéticas e fôlego criativo para as atividades realizadas. Sua escrita, marcada pela observação sensível, pelo ritmo urbano e pela palavra que pulsa, ecoou entre leitores, autores e amantes da literatura, reafirmando o propósito do movimento: cultivar poesia, aproximar pessoas e transformar olhares. Para nós, a presença de Don Policarpo foi mais do que contribuição: foi parceria e movimento conjunto, ampliando a potência das vozes que fazem da poesia um gesto vivo e contínuo. Agradecemos por cada verso, cada troca e cada momento de construção coletiva. Que o próximo ano traga novos encontros, publicações e caminhos onde a literatura siga sendo ponte e que Don continue traçando rotas que inspirem quem lê e quem escreve. Boas festas e muito sucesso!Nos vemos em 2026, cultivando palavras e criando futuros. Arte e Design: Carina Gameiro e Priscila Mancussi@priscilamancussi@carina_entrelinhas@donpolicarpo #poesiabrasileira #poesiadoolhar #literaturabrasileira #escritoresbrasileiros  

Arte, Artigos

Entre páginas, promessas e datas que anunciam recomeços – Apena Editora

Fim de ano não é só calendário virando, é um eco.Uma memória que cutuca, perguntando o que fizemos com o tempo que tivemos.E eu respondo escrevendo, porque às vezes só a palavra sustenta o que o peito não dá conta de dizer. Em 2025, minhas linhas atravessaram mais uma casa de papel: a “Antologia Natal 2025”, da Editora Apena, com coordenação de Ainê Pena.Minha presença oficial está na página 27, mas também apareço nas páginas 6, 90 e 98, como quem espalha uma trilha, nem sempre reta, mas sempre sincera, entre os capítulos de uma obra que celebra encontros e recomeços. E é justamente sobre isso que escrevi ali: sobre o peso e o respiro das horas. Sobre o que prometemos para nós mesmos, e o que realmente cumprimos. LEIA GRÁTIS AQUI ACESSE O SITE AQUI Sempre me pergunto por que temos tanta pressa para desejar feliz ano novo, se às vezes o último nem terminou de cicatrizar.Talvez porque a virada nos ofereça algo que pouca coisa oferece: um recomeço simbólico, uma chance de olhar para trás sem ficar preso, e olhar para frente sem se perder. A antologia me lembrou disso: ninguém atravessa o ano inteiro intacto.Mas quem escreve (e lê) encontra modos de reorganizar o que viveu, dar sentido ao que parecia só ruído e guardar força para o que vem. Se 2025 me colocou diante de espelhos, 2026 me chama para os passos.Que cada um faça sua própria retrô, sem medo do que vai encontrar, porque é encarando o que fomos que abrimos espaço para quem queremos ser. Nos vemos no próximo dezembro, com novos versos, novas cicatrizes, novas luzes e a mesma chama. — Don Policarpo  

Livros

Livro de Don Policarpo concorre em premiação e recebe apoio do público

O livro IDARÁ IBI – Pedra de Xangô na Terra de Índio, de Don Policarpo, está concorrendo em uma premiação literária e conta com o apoio de leitores, artistas e da comunidade cultural. A obra, que atravessa temas como ancestralidade, espiritualidade, território e resistência, representa mais um passo importante na trajetória do autor e na valorização da literatura que nasce do chão, da memória e da identidade. Quem quiser apoiar pode participar de forma simples:acesse a página do livro, vá até a bio, curta e/ou comente. Cada interação conta como voto e fortalece a visibilidade da obra. Desde já, Don Policarpo agradece imensamente a todos que acreditam, compartilham e fortalecem a literatura independente. Para apoiar, acesse o link abaixo. Vote Aqui

Arte

Don Policarpo lança vídeo especial “Feliz 2026” com retrospectiva de 2025

Para marcar o encerramento de 2025, Don Policarpo publicou em seu canal um vídeo especial de 3 minutos e 58 segundos, reunindo seus principais lançamentos do ano. Intitulado “Feliz 2026”, o vídeo funciona como uma retrospectiva artística e um gesto simbólico de virada de ciclo. Em poucos minutos, o artista revisita obras, processos e momentos que marcaram o ano, transformando memória em movimento e celebração. Mais do que um compilado, o vídeo reafirma a trajetória criativa de Don Policarpo e abre caminho para novos projetos e possibilidades em 2026. Um convite à lembrança, à continuidade e à confiança no que ainda está por vir.

Arte, Entrevistas

Don Policarpo na Revista Verso Diverso – O Milagre de Acreditar

A Revista Verso Diverso – Edição nº 0003 | Dezembro de 2025, em sua edição especial “O Milagre de Acreditar”, traz um encontro potente entre palavra, corpo, memória e fé na arte. Entre os destaques da publicação, está a presença marcante de Don Policarpo, artista que atravessa a literatura, a oralidade e o teatro como formas vivas de resistência e encantamento. Na página 6, a revista apresenta o Sarau Don Policarpo, espaço que se consolida como território de escuta, troca e celebração da palavra falada. Mais do que um evento cultural, o sarau é retratado como um movimento afetivo e coletivo, onde poesia, música e narrativa se entrelaçam para reafirmar identidades, ancestralidades e a força do encontro. A matéria evidencia o sarau como um ato de acreditar, na arte, nas pessoas e na capacidade de transformação que nasce quando vozes se reúnem. Já na página 16, a revista traz uma bela resenha sobre a adaptação teatral do livro IDARÁ IBI – Pedra de Xangô na Terra de Índio, obra que carrega densidade simbólica, espiritual e política. A adaptação para o teatro é apresentada como um desdobramento potente da literatura, ampliando sentidos e levando ao palco temas como ancestralidade, território, espiritualidade e resistência cultural. A resenha destaca a sensibilidade da transposição do texto para a cena, respeitando a força do livro e potencializando sua mensagem por meio do corpo, da voz e da dramaturgia. A inserção de Don Policarpo nesta edição especial da Verso Diverso reafirma a relevância de sua trajetória artística e intelectual. Seu trabalho dialoga diretamente com o tema central da revista: acreditar como gesto político, poético e espiritual. Acreditar na palavra como cura, na arte como ponte e na cultura como memória viva. A Edição nº 0003 da Revista Verso Diverso não apenas registra a presença de Don Policarpo, mas também celebra sua contribuição para a literatura, para o teatro e para os espaços coletivos de criação. Um convite à leitura, à escuta e, sobretudo, ao milagre contínuo de acreditar. Revista Aqui

Poesias

Inauguração da AIL – Academia Itanhaense de Letras: uma noite histórica marcada pela poesia cantada “Coisa Minha”, de Don Policarpo

https://youtu.be/wV8KjBipd8M A cultura de Itanhaém viveu um momento histórico com a inauguração da AIL – Academia Itanhaense de Letras, um marco para a literatura, a memória e a produção artística da cidade. A solenidade reuniu escritores, poetas, músicos, pesquisadores e apaixonados pela arte da palavra, celebrando a fundação de uma instituição que nasce com o propósito de preservar e impulsionar a criação literária local. Entre discursos emocionados e homenagens, um dos momentos mais marcantes da noite foi a apresentação especial da poesia cantada “Coisa Minha”, interpretada pelo artista e produtor cultural Don Policarpo, cuja trajetória está profundamente ligada à valorização da cultura popular e ao fortalecimento dos saraus no estado de São Paulo. A força da poesia que ecoa identidade: “Coisa Minha” trouxe ao palco a sensibilidade e o olhar afetivo que caracterizam a obra de Don Policarpo. Em sua interpretação, a poesia se mistura ao canto para narrar sentimentos, memórias e a beleza da simplicidade, imprimindo verdade e emoção em cada verso. A performance emocionou o público presente e simbolizou a união entre tradição e contemporaneidade, dois pilares essenciais da nova Academia Itanhaense de Letras. Um marco para a cidade e para seus artistas: A criação da AIL representa um avanço significativo para Itanhaém, reforçando o compromisso com: • A valorização dos escritores locais.• A promoção da literatura em suas múltiplas vertentes.• A preservação da história cultural do município.• O incentivo a novos talentos e projetos educacionais. Ao reunir artistas que dedicam a vida à palavra, a Academia inaugura um novo tempo para a cena literária da cidade. A participação de Don Policarpo, reafirma sua contribuição contínua à cultura paulista. Sua poesia cantada dialoga com diferentes gerações, aproximando comunidade, arte e memória, valores essenciais para a missão da AIL. Um início que aponta para novos horizontes: A tarde da inauguração da Academia Itanhaense de Letras não foi apenas uma celebração, mas um convite para que novos capítulos culturais sejam escritos. A emoção da plateia, a força das palavras e a musicalidade de “Coisa Minha” marcaram esse ponto de partida com brilho e significado. Que essa nova Academia seja um lar para a literatura Itanhaense, e que a poesia siga encontrando voz, corpo e canto através de artistas como Don Policarpo.

Arte

Sarau dos Saraus 2025: uma celebração de poesia, música e encontros na Câmara Municipal de São Paulo

No próximo dia 12 de dezembro de 2025, a Câmara Municipal de São Paulo será palco de um dos encontros culturais mais marcantes do ano: o Sarau dos Saraus – Edição 2025, realizado pela produtora cultural Shirley Ferro e guiado pela presença sempre inspiradora de Don Policarpo, presidente e cantor do Sarau Don Policarpo. Com início às 16h30 no Auditório Freitas Nobre, o evento reunirá poetas, músicos e artistas que fortalecem a cena cultural paulistana, promovendo um fim de tarde dedicado à arte, ao afeto e ao poder transformador da palavra. Um encontro de vozes que inspiram Nesta edição especial, o Sarau Don Policarpotraz ao palco convidados que simbolizam a força da criação coletiva: • Arthur Martins Filho – Poeta• Marcelo Villano – Instrumental• Marcos Zapater – Poeta Além das apresentações, Don Policarpo conduz o evento com a sensibilidade que o caracteriza, reafirmando o propósito do sarau: abrir espaço para a expressão artística em sua forma mais livre, democrática e emocionante. Um sarau que celebra o ano e renova a energia da cultura. O Sarau dos Saraus é mais do que um evento, é um ponto de encontro entre gerações, trajetórias e linguagens artísticas. Cada edição renova a chama da cultura popular, dando visibilidade a novos talentos e fortalecendo os laços entre artistas e comunidade. Com traje esporte fino e clima festivo, esta edição de 2025 também celebra o encerramento de um ciclo e abre caminhos para novos projetos e parcerias que já começam a despontar para 2026. Serviço: 📅 Data: 12 de dezembro de 2025⏰ Horário: 16h30 às 20h📍 Local: Câmara Municipal de São Paulo – Auditório Freitas Nobre👔 Traje: Esporte fino🎤 Realização: Shirley Ferro

Arte

Sarau Acústico: Quando as Gerações se Encontroam pela Música e pela Poesia

A Confraternização do Sarau Acústico, comandada pelo talentoso Ruy Bonfim, é daquelas celebrações que ultrapassam o simples encontro artístico. É um momento em que gerações distintas dividem o mesmo palco e, mais do que isso, compartilham experiências, referências e afetos através da música e da palavra. O ambiente do sarau vibra com essa mistura. Jovens artistas se encontram com veteranos que carregam décadas de estrada, compondo um mosaico poético-musical onde cada voz encontra espaço e cada história encontra escuta. O resultado é um nível artístico elevado, construído de forma coletiva e com uma energia que só a troca genuína pode oferecer. Para Don Policarpo, que celebra esse encontro em seu post, a força do Sarau Acústico está na inclusão: na abertura para novos talentos, na valorização dos mais antigos e na criação de um espaço em que todos se sentem parte fundamental da obra. A arte, ali, ganha contornos generosos expande, acolhe e transforma. A confraternização reafirma o propósito do sarau: manter a chama viva da poesia e da música como instrumentos de união. Uma celebração que não apenas emociona, mas também fortalece a comunidade artística, renovando energias e inspirando novos ciclos criativos. https://donpolicarpo.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/1d875cdb-3815-4b16-b5e8-2bd40a43b9ae.mp4

Arte

Xurrasbode: A Festa Que Celebra Gerações no Metrô de São Paulo

No coração da história do Metrô de São Paulo, existe um encontro que vai muito além de uma simples confraternização: o Xurrasbode. O evento, realizado anualmente, reúne agentes de segurança de todas as épocas, profissionais que, juntos, ajudaram a construir a trajetória de um dos sistemas de transporte mais emblemáticos do país. O clima é de reencontro. Ex-colegas que não se viam há anos dividem a mesma mesa, relembram histórias de plantão, desafios do dia a dia e situações que moldaram uma categoria marcada por coragem, disciplina e humanidade. Ali, entre risadas e abraços longos, o tempo parece se dobrar: veteranos encontram recém-aposentados, que por sua vez reencontram antigos instrutores. É uma celebração que conecta gerações. O palco desse encontro é a Associação dos Aposentados do Metrô, um espaço simbólico que guarda memórias e dá sentido à continuidade dessa comunidade. Como manda a tradição, o churrasco é feito na cotização, cada um contribui um pouco  e a cerveja, como diz Don Policarpo, “é de lei”. O que realmente importa, porém, é a atmosfera de pertencimento que se renova a cada edição. O Xurrasbode reafirma que vínculos construídos no trabalho podem se transformar em laços de vida inteira. Uma festa onde o passado e o presente se encontram: com música, conversa boa e aquela alegria que só o reencontro proporciona.

Sobre Don Policarpo

DALVILSON DONIZETE POLICARPO

São Paulo – SP
Nascido em 16 de novembro de 1963
Inaugurado/Registrado em 20 de janeiro de 1964

Técnico de Meio Ambiente, Graduado em Geografia, Professor do Estado e Pós Graduou-se em História da África e Docência Superior.
Metroviário por 35 anos onde atuou como Agente de Segurança.
Devido as condições de trabalho requererem muita luta em prol de suas melhorias e devido a eloquência e posicionamentos, foi eleito para a direção do sindicato, para a CIPA e na sequência para a Federação da categoria.
Formulou os projetos de lei 644/16 na ALESP (finalizado) e 6369/16 Câmara Federal, em andamento.

Assim, começou a levantar documentos, na defesa do seu setor e quando percebeu já tinha subsídios para publicar o primeiro livro em 2018, com 55 anos, lança TRAJETÓRIAS E CAMINHOS DA SEGURANÇA METROVIÁRIA DE SÃO PAULO, que conta a história da implantação do Metrô no Brasil e, por necessidade, o Corpo de segurança. Lançado também, em francês.

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