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Músicas exclusivas de Don Policarpo

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Don Policarpo apresenta seu novo EP, “Descrito”

Don Policarpo reúne literatura, poesia e música em seu novo EP, “Descrito”, disponível nas principais plataformas digitais. O trabalho apresenta 5 faixas, formando uma experiência musical que traduz diferentes momentos, pensamentos e perspectivas do artista. Faixas do EP Um novo capítulo na trajetória de Don Policarpo, em que a palavra ganha ritmo, melodia e novas formas de expressão. 🎧 Dê o play e conheça “Descrito”, o novo EP de Don Policarpo.

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“Opção” – Nova Faixa de Don Policarpo

“Opção” é a nova música de Don Policarpo, já disponível no Spotify. A faixa amplia a atuação do artista na música e reforça sua conexão entre poesia, literatura e expressão musical. Com uma abordagem que convida à reflexão, a música traz como ponto central as escolhas, os caminhos e as possibilidades que fazem parte da vida. “Opção” chega como mais um capítulo da trajetória artística de Don Policarpo, mostrando que a palavra pode ganhar diferentes formas e continuar encontrando novos caminhos através da música. 🎧 Ouça “Opção” no Spotify e conheça a nova faixa de Don Policarpo.

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Don Policarpo apresenta “Desnudo”, seu novo EP autoral

De cara limpa, sem filtros, desnudo. É a partir dessa ideia que Don Policarpo apresenta “Desnudo”, seu novo EP autoral. Em cinco faixas, o artista se coloca de maneira íntima e direta, mostrando não apenas suas músicas, mas também diferentes partes de si. O EP reúne as faixas “Traduz pra mim”, “É que ainda te amo”, “O relógio”, “Eu me rendo” e “Flor em silêncio”. Juntas, elas constroem uma experiência marcada pela sensibilidade e pela exposição de sentimentos, como se cada música revelasse um pouco mais do artista por trás da obra. Sem filtros, sem personagens O nome Desnudo traduz a proposta do trabalho: estar aberto, vulnerável e disposto a mostrar aquilo que normalmente permanece escondido. Don Policarpo canta suas próprias histórias e sentimentos sem a necessidade de criar personagens ou esconder suas emoções. É um trabalho que aproxima artista e público justamente por sua simplicidade e honestidade. Mais do que apresentar novas músicas, o EP funciona como um momento de mostrar e se mostrar. Uma sequência de novos lançamentos Desnudo chega também depois de uma sequência de singles que Don Policarpo vem apresentando ao público nos últimos tempos. Entre os lançamentos estão “Kaô pra Kaô”, “Ismália”, “For You” e “Percebeu…”, ampliando o repertório recente do artista e preparando o terreno para esse novo momento. Cada lançamento contribui para revelar diferentes lados de Don, enquanto Desnudo concentra essa proposta em um trabalho mais íntimo e autoral. Cinco músicas, muitas formas de se revelar Em Desnudo, não existe uma única maneira de falar sobre sentimentos. Cada faixa encontra seu próprio caminho para expressar experiências, relações, entregas, silêncios e reflexões. É justamente nessa diversidade de emoções que o EP encontra sua identidade. “Desnudo” é Don Policarpo de cara limpa. Sem filtros. Sem esconderijos. Apenas a música, as histórias e aquilo que ele escolheu compartilhar. O novo EP já está disponível em todas as plataformas digitais. https://donpolicarpo.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Video-2026-08-07-at-12.26.08.mp4

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Liz dos Alados: uma nova aventura pela preservação do meio ambiente

Depois de A Árvore dos Alados, o universo dos Alados ganha uma nova personagem e uma nova missão. Liz dos Alados está em andamento e chega mantendo a mesma essência ecológica que marcou a história anterior: olhar para o meio ambiente, reconhecer seus desafios e mostrar que a transformação começa quando decidimos prestar atenção ao mundo ao nosso redor. Desta vez, quem assume a missão é Liz, irmã de Dom, que parte para uma aventura acompanhada de seu grande amigo, Macacão. Juntos, eles terão pela frente um desafio que parece simples, mas que pode ser muito maior do que imaginavam: conhecer diferentes regiões, identificar seus problemas ambientais e levantar os pontos que precisam ser transformados para que seja possível construir uma relação mais harmoniosa entre as pessoas e o lugar onde vivem. Uma aventura que olha para cada região O meio ambiente não enfrenta os mesmos problemas em todos os lugares. Em algumas regiões, o desafio pode estar relacionado ao desmatamento. Em outras, à poluição, ao descarte incorreto de resíduos, à falta de água, às queimadas ou à degradação dos espaços naturais. É justamente essa diversidade que Liz dos Alados pretende explorar. A personagem será conduzida por diferentes cenários e situações, descobrindo que cada território possui suas próprias necessidades e que, muitas vezes, os problemas ambientais estão diretamente ligados à maneira como nos relacionamos com a natureza. Ao lado de Macacão, Liz terá a missão de observar, questionar e, principalmente, levantar os pontos que precisam ser resolvidos. Mais do que uma história, uma provocação A proposta de Liz dos Alados vai além de contar uma aventura. A história busca estimular uma reflexão sobre a responsabilidade coletiva na construção de um ambiente mais equilibrado. Afinal, preservar a natureza não significa apenas proteger grandes florestas ou animais ameaçados. Também envolve atitudes presentes no cotidiano: cuidar dos espaços públicos, evitar desperdícios, dar o destino correto aos resíduos, preservar a água e compreender que nossas escolhas têm impacto sobre o ambiente. Por isso, Liz não chega com todas as respostas. Ela chega com perguntas. O que está acontecendo em cada região? O que precisa mudar? Quem pode ajudar? E será que Liz e Macacão conseguirão enfrentar tantos desafios? Uma missão cheia de desafios São muitos problemas e, consequentemente, muitos caminhos possíveis. A cada descoberta, Liz terá que entender melhor o território e as pessoas que fazem parte dele. Sua jornada promete mostrar que os desafios ambientais podem parecer enormes quando vistos individualmente, mas que pequenas ações também podem fazer parte de grandes transformações. E, claro, ela não estará sozinha. Macacão será seu companheiro nessa caminhada, ajudando a tornar essa missão também uma experiência de amizade, descoberta e aprendizado. Um convite para olhar diferente Liz dos Alados nasce como uma aventura ecológica, mas também como um convite para que crianças, jovens e adultos percebam o ambiente de uma maneira diferente. A ideia é levantar questões, despertar curiosidade e incentivar uma vivência mais harmoniosa com o meio em que vivemos. Se em A Árvore dos Alados a natureza já mostrava que tinha muito a nos ensinar, agora Liz parte para descobrir que cada região também tem uma história, seus próprios desafios e possibilidades de mudança. A missão está apenas começando. E fica a pergunta: diante de tantos problemas ambientais, será que Liz vai conseguir? A aventura de Liz dos Alados está em andamento. E, enquanto Liz e Macacão descobrem os desafios pelo caminho, fica também para nós a tarefa de pensar: o que podemos fazer para transformar o lugar onde vivemos em um espaço mais equilibrado e harmonioso?

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D’Poli Web Rádio transmite apresentação do Grupo Bogaris no Jantar Beneficente do Lar São Vicente de Paulo

A D’Poli Web Rádio realizou a transmissão da apresentação do Grupo Bogaris durante o Jantar Beneficente do Lar São Vicente de Paulo, levando ao público um momento de música, cultura e solidariedade. O evento reuniu a comunidade em apoio à instituição, que desenvolve um importante trabalho no acolhimento e cuidado de pessoas idosas. Com um repertório envolvente, o Grupo Bogaris contribuiu para tornar a noite ainda mais especial. A transmissão ampliou o alcance da iniciativa, permitindo que mais pessoas acompanhassem o evento e reforçando o compromisso da D’Poli Web Rádio com a valorização da cultura e das ações sociais da comunidade.

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“Dialéticas de Um Povo”: música que provoca reflexão desde o primeiro verso

A arte também tem o papel de questionar, provocar e fazer pensar. E é exatamente essa a proposta de “Dialéticas de Um Povo”, música de Don Policarpo que chega trazendo reflexões sobre identidade, sociedade, posicionamentos e as divisões presentes no cotidiano brasileiro. Desde o início, a composição já provoca o ouvinte ao abordar símbolos que fazem parte da nossa realidade — times, bandeiras, cores, ideologias e diferentes formas de enxergar o mundo. Mais do que levantar debates, a música convida à reflexão sobre como essas diferenças impactam relações, comunidades e a própria construção do povo brasileiro. Com uma escrita forte, consciente e carregada de crítica social, Don Policarpo transforma música em mensagem, utilizando a arte como ferramenta de diálogo e consciência. “Dialéticas de Um Povo” é mais uma obra que reforça a potência da cultura periférica e da música independente como espaços legítimos de expressão e transformação social. A música já está disponível nas principais plataformas digitais:🎧 Spotify🎵 YouTube🍎 Apple Music📀 Distribuída pela DistroKid Uma obra para ouvir, refletir e sentir. https://donpolicarpo.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Video-2026-05-21-at-21.42.36.mp4

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Aperto o Play: memória, saudade e afeto

A canção Aperto o Play, de Don P., mergulha em um território emocional que todo mundo reconhece, a saudade. Com uma narrativa construída a partir de referências simples e cotidianas, a faixa transforma lembranças em movimento, como se a vida pudesse mesmo ser pausada, rebobinada e revivida. Quando lembrar é reviver Logo nos primeiros versos, a música apresenta sua proposta com imagens claras, “volto a fita”, “paro o vídeo”, “adianto e atraso”. São ações que fazem parte do universo audiovisual, mas que aqui ganham um novo significado, o de revisitar momentos vividos. Existe uma delicadeza na forma como a letra trata essas memórias. Não é sobre nostalgia pesada, mas sobre carinho. Sobre escolher voltar a determinados instantes porque eles ainda aquecem. O contraste com o presente digital Um dos pontos mais interessantes da música é o contraste entre passado e presente. Ao dizer que “as fotos lá das redes são geladas demais”, Don P. provoca uma reflexão direta sobre a superficialidade das interações atuais. As redes mostram, mas não transmitem. Registram, mas não traduzem sentimento. E é nesse vazio que a memória afetiva ganha força, porque ela não depende de filtro, algoritmo ou validação externa. O HD do coração A metáfora central da música talvez seja uma das mais potentes, o “HD do coração”. É ali que ficam armazenadas as verdadeiras experiências, aquelas que não cabem em arquivos digitais. Amizade, amor, união, tudo isso aparece como fragmentos de um filme interno, que pode ser acessado a qualquer momento. E, diferente da tecnologia, esse arquivo não perde qualidade com o tempo, ele ganha significado. Saudade como presença “Aperto o play e você volta a me encher de emoção” resume o espírito da faixa. A saudade, aqui, não é ausência, é uma forma de presença. É a capacidade de trazer alguém de volta através da lembrança. A música entende que sentir falta também é uma maneira de continuar conectado. E, em vez de evitar esse sentimento, ela o acolhe. Uma canção sobre sentir “Aperto o Play” não precisa de complexidade para funcionar. Sua força está justamente na simplicidade com que aborda temas profundos. É uma música sobre lembrar, sobre sentir e sobre reconhecer que algumas conexões continuam vivas, mesmo quando o tempo passa. No fim, fica a sensação de que todos nós, em algum momento, apertamos esse play interno, e deixamos a memória tocar. Ouça Aqui

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Respira: a música de Don P. que transforma autocuidado em som

A faixa Respira, de Don P., se apresenta como um convite direto ao desacelerar. Com influências que passam pelo reggae de Maneva e pela essência atemporal de Bob Marley, a música constrói uma atmosfera leve, mas profundamente necessária. Um respiro em meio ao caos “Respira” não é só um título, é praticamente uma instrução de sobrevivência. Em um cotidiano marcado por pressa, cobranças e sobrecarga emocional, a letra funciona como uma pausa consciente. Frases como “pare um pouco, respire” e “não procure por respostas, elas vêm, continue seguindo” trazem uma mensagem simples, mas poderosa, a de que nem tudo precisa ser resolvido agora. Existe uma sabedoria silenciosa na composição, que rejeita a urgência e abraça o tempo das coisas. A música não tenta acelerar soluções, ela propõe presença. Corpo, mente e movimento Outro ponto interessante é como a letra conecta o cuidado emocional ao corpo. Pequenos gestos ganham protagonismo, lavar o rosto, sentir a brisa, passar a mão no cabelo. São ações cotidianas que, dentro da narrativa, se tornam quase rituais de reconexão. E então vem a virada: “roda, roda, pula, pula”. Aqui, a música rompe qualquer rigidez e traz leveza, quase como um lembrete de que viver também é brincar, se soltar, se permitir. Reggae como linguagem de acolhimento O instrumental segue essa mesma lógica. Com base no reggae, a faixa cria um ambiente sonoro acolhedor, que sustenta a mensagem sem pesar. Diferente de músicas que tratam de temas densos com dramaticidade, “Respira” escolhe o caminho oposto, ela cuida enquanto fala. Essa escolha estética reforça a proposta da música, transformar autocuidado em algo acessível, quase natural. Uma mensagem que fica “Respira” não entrega grandes respostas, e talvez esse seja seu maior acerto. Em vez disso, ela oferece companhia. É o tipo de música que funciona como um lembrete constante de que pausar também faz parte do caminho. No fim, o refrão não pede esforço, não exige mudança brusca, só repete o essencial: Respira… expira. E, às vezes, é exatamente disso que a gente precisa. Ouça aqui

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“Òmùgò” como retrato do presente

Partindo do significado da palavra iorubá, “tolo”, “ignorante”, “aquele sem entendimento”, a música se posiciona como uma crítica afiada à realidade contemporânea. Em tempos de excesso de informação, polarização e discursos rasos, Don Policarpo transforma “Òmùgò” em um conceito vivo, não apenas uma ofensa, mas um diagnóstico social. A faixa parece dialogar com comportamentos coletivos, a repetição de ideias sem reflexão, a ausência de senso crítico e a desconexão com saberes mais profundos. Nesse sentido, o termo deixa de ser individual e passa a representar estruturas e dinâmicas maiores. Um instrumental que sustenta a tensão Se a letra provoca, o instrumental sustenta. A produção da música é marcada por uma base forte, densa e pulsante. Há uma sensação quase constante de tensão, como se cada batida carregasse urgência. Esse peso sonoro não é gratuito, ele acompanha o tom crítico da faixa e amplifica a mensagem. O contraste entre ritmo envolvente e densidade temática cria um efeito interessante, o ouvinte é capturado primeiro pelo som, mas permanece pela reflexão. Entre crítica e consciência Mais do que apontar culpados, “Òmùgò” parece propor um incômodo necessário. A música sugere que a ignorância não é apenas uma característica individual, mas também um produto de contextos sociais, políticos e culturais. Ao usar um termo de origem iorubá, Don Policarpo também reforça uma camada importante, a valorização de saberes ancestrais como contraponto a esse estado de alienação. É quase como se a faixa dissesse que o caminho para sair da ignorância passa também pela reconexão com essas raízes. Por que essa música importa agora Em um cenário onde o debate público muitas vezes se perde entre ruídos e superficialidade, “Òmùgò” surge como uma obra que tensiona, questiona e provoca. Não entrega respostas fáceis, e talvez esse seja exatamente o ponto. Don Policarpo constrói aqui uma música que não apenas acompanha o tempo em que foi lançada, mas dialoga diretamente com ele. No fim, “Òmùgò” não é só uma faixa para ouvir, é uma experiência para interpretar. E, principalmente, para se posicionar diante dela.

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“Encruzilhada”: o peso das escolhas e a coragem de seguir

Na música “Encruzilhada”, de Don Policarpo, o caminho não é linear, nem previsível. A canção mergulha em um cenário de incertezas, onde o eu lírico caminha por trajetos turvos, reconhecendo que nem sempre tem o controle da direção, mas ainda assim se mantém firme. Não se curvar, aqui, é um posicionamento diante da vida. As imagens utilizadas são ricas e muito concretas. Ruas, avenidas, estradas, trilhas, pinguelas e picadas desenham um mapa simbólico de possibilidades. São caminhos diferentes, ritmos diferentes, realidades distintas que, no fim, levam ao mesmo ponto, a encruzilhada. E é justamente nesse ponto que a música se aprofunda. A encruzilhada surge como metáfora central. Um lugar onde parar é inevitável e escolher é necessário. Mas ao contrário da ideia de infinitas possibilidades, a música aponta para algo mais realista. As opções são raras e, muitas vezes, difíceis. “A escolha é cara” traduz bem o custo emocional e as consequências que cada decisão carrega. Existe também um reconhecimento importante do erro. Nem sempre se acerta na primeira tentativa. E isso não aparece como fracasso, mas como parte do processo. A força está em manter a “coluna ereta”, uma imagem que remete à dignidade, à integridade e à resiliência. É essa postura que permite “furar a bolha”, sair de padrões limitantes e avançar. O refrão traz uma espécie de mantra. “Confiar é a opção” e “sigo a regra do coração” funcionam como bússola em meio à incerteza. Quando a lógica não é suficiente e o caminho não é claro, confiar em si mesmo passa a ser o guia mais honesto. Assim como em outras faixas de Don Policarpo, a repetição não é apenas estética, ela reforça a ideia de ciclo, de tentativa, de insistência. A vida como uma sequência de encruzilhadas, onde cada escolha abre novos caminhos e novas dúvidas. No fim, “Encruzilhada” não oferece respostas prontas. Ela reconhece o desconforto de não saber, valoriza a coragem de decidir e aponta para algo essencial. Mesmo sem controle total, ainda é possível seguir com consciência, firmeza e verdade. Ouça Agora

Sobre Don Policarpo

DALVILSON DONIZETE POLICARPO

São Paulo – SP
Nascido em 16 de novembro de 1963
Inaugurado/Registrado em 20 de janeiro de 1964

Técnico de Meio Ambiente, Graduado em Geografia, Professor do Estado e Pós Graduou-se em História da África e Docência Superior.
Metroviário por 35 anos onde atuou como Agente de Segurança.
Devido as condições de trabalho requererem muita luta em prol de suas melhorias e devido a eloquência e posicionamentos, foi eleito para a direção do sindicato, para a CIPA e na sequência para a Federação da categoria.
Formulou os projetos de lei 644/16 na ALESP (finalizado) e 6369/16 Câmara Federal, em andamento.

Assim, começou a levantar documentos, na defesa do seu setor e quando percebeu já tinha subsídios para publicar o primeiro livro em 2018, com 55 anos, lança TRAJETÓRIAS E CAMINHOS DA SEGURANÇA METROVIÁRIA DE SÃO PAULO, que conta a história da implantação do Metrô no Brasil e, por necessidade, o Corpo de segurança. Lançado também, em francês.

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