Tim-tim por Tim-tim: um convite para mergulhar na vida

A música “Tim-tim por Tim-tim”, de Don Policarpo, é mais do que uma composição envolvente. É um convite direto para viver com intensidade e presença, sem reservas. Ao longo da faixa, o artista constrói uma analogia sensível entre o ato de brindar e o de se entregar por completo às experiências da vida.

O “tim-tim”, geralmente associado à celebração, ganha aqui um significado mais profundo. Não é apenas sobre comemorar, mas sobre aceitar cada momento em sua totalidade, detalhe por detalhe. Tim-tim por tim-tim. Cada gole representa uma escolha consciente. Apertar o botão. Começar algo novo, mesmo sem saber exatamente onde isso vai dar.

A música conversa com aquele instante em que surge o medo do desconhecido. Em vez de recuar, ela propõe o oposto. Embarcar. Existe uma beleza no risco, na decisão de mergulhar em sentimentos, projetos e relações. Don Policarpo transforma essa ideia em som e reforça que viver de verdade exige coragem para sair da superfície.

Procurar também é parte essencial dessa narrativa. Não se trata apenas de encontrar respostas, mas de se permitir viver o processo. A busca se torna tão importante quanto o destino. A canção não fecha caminhos. Pelo contrário, ela abre possibilidades e convida cada pessoa a interpretar esse brinde à sua própria maneira.

No fim, “Tim-tim por Tim-tim” funciona como um lembrete simples e potente. A vida não acontece pela metade. É preciso apertar o botão, aceitar o convite e se permitir sentir tudo. Intensidade, dúvida, prazer e transformação. Porque é assim, gole por gole, que a gente realmente vive.

 

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Sobre Don Policarpo

DALVILSON DONIZETE POLICARPO
São Paulo – SP
Nascido em 16 de novembro de 1963
Inaugurado/Registrado em 20 de janeiro de 1964

Técnico de Meio Ambiente, Graduado em Geografia, Professor do Estado e Pós Graduou-se em História da África e Docência Superior.
Metroviário por 35 anos onde atuou como Agente de Segurança.
Devido as condições de trabalho requererem muita luta em prol de suas melhorias e devido a eloquência e posicionamentos, foi eleito para a direção do sindicato, para a CIPA e na sequência para a Federação da categoria.
Formulou os projetos de lei 644/16 na ALESP (finalizado) e 6369/16 Câmara Federal, em andamento.

Assim, começou a levantar documentos, na defesa do seu setor e quando percebeu já tinha subsídios para publicar o primeiro livro em 2018, com 55 anos, lança TRAJETÓRIAS E CAMINHOS DA SEGURANÇA METROVIÁRIA DE SÃO PAULO, que conta a história da implantação do Metrô no Brasil e, por necessidade, o Corpo de segurança. Lançado também, em francês.

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