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Artigos de Don Policarpo

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Don Policarpo no Sarau Lítero-Musical em homenagem ao Dia do Escritor

Escritor e poeta integrou programação cultural promovida pela Associação Comercial de São Paulo – Distrital Sudeste, em celebração à literatura e à expressão artística A literatura ganhou espaço para ser celebrada, compartilhada e vivenciada em mais um encontro cultural em São Paulo. Don Policarpo participou do Sarau Lítero-Musical em homenagem ao Dia do Escritor, realizado pela Associação Comercial de São Paulo – Distrital Sudeste, na Vila Mariana. Realizado no dia 22 de julho, o evento reuniu diferentes manifestações artísticas em uma programação dedicada à valorização da escrita, da poesia e da música. Entre as atividades estiveram apresentações musicais, poemas declamados e manifestações culturais, criando um ambiente de encontro entre autores, artistas e público. A participação de Don Policarpo reforça uma trajetória construída justamente na intersecção entre literatura, poesia e música. Escritor, poeta e compositor, o artista desenvolve uma produção em que a palavra escrita também encontra espaço para ganhar ritmo, voz e interpretação. Literatura que ultrapassa as páginas Para Don Policarpo, a poesia não se limita ao papel. Sua produção artística busca aproximar o leitor da experiência de ouvir, interpretar e sentir cada verso. Essa característica está diretamente relacionada à sua trajetória com “A Magia da Poesia Cantante”, trilogia poética que explora a relação entre literatura e musicalidade. A obra mais recente, inclusive, ganhou recentemente destaque no blog Bibliografia, de Edvaldo Rosa, espaço dedicado à divulgação cultural e literária. Leia também: Don Policarpo é destaque no blog Bibliografia, de Edvaldo Rosa A presença em um sarau como o promovido pela Associação Comercial representa, portanto, uma extensão natural dessa proposta: levar a literatura para um espaço coletivo, onde poemas podem ser compartilhados em voz alta e dialogar com outras linguagens artísticas. Um encontro dedicado ao escritor O Dia do Escritor, celebrado em 25 de julho no Brasil, é uma oportunidade de reconhecer aqueles que transformam ideias, experiências e sentimentos em palavras. Em São Paulo, a data também se conecta a uma agenda cultural ampla. A legislação municipal estabelece o Dia Municipal da Cultura e da Paz em 25 de julho, prevendo a possibilidade de atividades artísticas, científicas e culturais relacionadas à celebração. Nesse contexto, o sarau promovido pela Distrital Sudeste se apresenta como um espaço de valorização da produção artística e de aproximação entre a literatura e a comunidade. Mais do que uma homenagem ao escritor, encontros dessa natureza ajudam a manter a poesia em circulação: nas vozes de quem escreve, na interpretação de quem declama e na escuta de quem participa. Don Policarpo: poesia, música e cultura em movimento A participação no evento reafirma uma característica importante da trajetória de Don Policarpo: sua atuação artística não está restrita à publicação de livros. Sua produção transita entre poesia, música, literatura e manifestações culturais, utilizando a palavra como instrumento de expressão e conexão com diferentes públicos. Ao participar de um encontro dedicado justamente à celebração dos escritores, Don Policarpo também leva consigo uma ideia que atravessa seu trabalho: a literatura pode ser lida, ouvida, cantada e compartilhada. E é nesse encontro entre palavra e música que sua poesia encontra uma de suas principais forças. A arte continua encontrando novos espaços A participação de Don Policarpo no Sarau Lítero-Musical da Associação Comercial de São Paulo – Distrital Sudeste representa mais um capítulo de uma trajetória dedicada à produção e à difusão cultural. Em um cenário no qual a literatura precisa constantemente encontrar novas formas de chegar ao público, eventos como esse mostram a importância de criar espaços para que escritores e artistas possam apresentar suas obras, compartilhar experiências e estabelecer novas conexões. Para Don Policarpo, cada encontro é também uma oportunidade de fazer a poesia sair das páginas e ganhar voz.

Artigos, Entrevistas

Don Policarpo ganha destaque no blog Bibliografia, de Edvaldo Rosa

“A Magia da Poesia Cantante” é destaque em espaço dedicado à literatura e à cultura A trajetória de Don Policarpo acaba de ganhar mais um importante registro no cenário cultural brasileiro. O escritor, poeta e compositor teve sua obra “A Magia da Poesia Cantante – Trilogia Poética” destacada pelo Bibliografia, blog de divulgação cultural conduzido por Edvaldo Rosa. Publicado em 8 de julho de 2026, o artigo abre espaço para apresentar ao público o 3º volume de “A Magia da Poesia Cantante”, projeto que reúne poesia, música, experiências e diferentes formas de aproximação entre o leitor e a palavra. O reconhecimento chega em um momento especial da trajetória de Don Policarpo, que vem consolidando uma produção artística marcada pela união entre literatura, música, memória, crítica social e vivências pessoais. Uma poesia que também pode ser ouvida “A Magia da Poesia Cantante” nasceu de uma proposta particular: aproximar a poesia da experiência musical. Desde o primeiro volume, Don Policarpo buscou apresentar seus poemas de maneira diferente, permitindo que o leitor não apenas lesse os versos, mas também pudesse declamá-los ou cantá-los a partir de referências musicais disponibilizadas junto às obras. Segundo o próprio autor, a proposta teve uma recepção positiva e foi ampliada no segundo volume. No terceiro livro, a proposta ganha uma nova dimensão. Em vez de conduzir o leitor por uma única possibilidade sonora, Don Policarpo deixa espaço para que cada pessoa encontre sua própria maneira de interpretar e experimentar os poemas. Essa liberdade é parte essencial da identidade da trilogia: a poesia deixa de ser apenas algo para ser lido e passa a ser também uma experiência individual, sonora e afetiva. Três volumes, uma trajetória A trilogia representa uma parte significativa do percurso artístico de Don Policarpo. Ao longo dos três volumes, o autor transforma suas próprias experiências em matéria poética. São textos atravessados por sentimentos, memórias, dores, amores, descobertas e pelas diferentes fases de sua caminhada. Como o próprio Don Policarpo define, cada letra carrega “um pouco ou um pedaço” de sua trajetória. A poesia aparece, assim, não apenas como linguagem artística, mas como uma companheira constante de sua vida e de sua produção. A publicação do Bibliografia reconhece justamente essa dimensão autoral e apresenta o terceiro volume como mais um capítulo de uma obra que continua se expandindo. O reconhecimento de Edvaldo Rosa O destaque no Bibliografia ganha ainda mais significado por se tratar de um espaço dedicado à circulação e valorização da produção cultural. O blog se define como um veículo de divulgação de atividades culturais diversificadas, com especial atenção à literatura lusófona, além de lançamentos de livros, exposições e música. Ao apresentar Don Policarpo como poeta, escritor, compositor e divulgador cultural de São Paulo, a publicação também evidencia a multiplicidade de sua atuação no cenário artístico. O artigo de Edvaldo Rosa funciona, portanto, como uma ponte entre a obra de Don Policarpo e novos leitores interessados em literatura, poesia e cultura brasileira. Um novo capítulo para a poesia cantante O terceiro volume de “A Magia da Poesia Cantante” também marca uma transição na produção literária de Don Policarpo. Com a conclusão da trilogia, o autor sinaliza novos caminhos para sua escrita, sem abandonar a poesia. Entre os próximos projetos estão romances, literatura infantojuvenil, literatura infantil e obras de caráter histórico. É a continuidade de uma trajetória que não se limita a um único gênero ou formato, mas que encontra na literatura diferentes maneiras de contar histórias, provocar reflexões e estabelecer conexões com o público. A poesia continua Ser publicado e divulgado por espaços culturais independentes é também uma forma de ampliar a circulação da literatura e fazer com que novas vozes encontrem novos leitores. O artigo de Edvaldo Rosa representa mais um registro dessa caminhada e coloca “A Magia da Poesia Cantante – Volume 3” em evidência para quem acompanha a produção literária contemporânea. Para Don Policarpo, a poesia segue sendo movimento, memória e possibilidade. E, como sugere a própria publicação do Bibliografia, o futuro das linhas do autor começa justamente quando viramos a página. Leia a publicação completa de Edvaldo Rosa sobre Don Policarpo no blog Bibliografia:A Magia da Poesia Cantante – Trilogia Poética – Don Policarpo

Arte, Artigos

Don Policarpo integra a publicação “Somos Palavras – 2025”, do CENI

O escritor e artista Don Policarpo participa da edição “Somos Palavras – 2025”, uma publicação que reúne textos escolhidos entre os membros do CENI, celebrando a diversidade de vozes, estilos e experiências que compõem o coletivo. O material se apresenta como um espaço de encontro entre palavra, identidade e sensibilidade, valorizando a escrita como ferramenta de expressão, escuta e permanência. A presença de Don Policarpo nessa edição reforça sua trajetória ligada à literatura, à poesia e à construção de narrativas que transitam entre o íntimo e o coletivo. Seu texto dialoga com a proposta da publicação ao evidenciar a palavra como matéria viva — capaz de atravessar tempos, afetos e contextos. A participação no Somos Palavras – 2025 não apenas reconhece sua produção autoral, como também o insere em um panorama mais amplo de criação literária contemporânea, comprometida com o pensamento, a sensibilidade e a pluralidade. A iniciativa do CENI reafirma a importância de projetos editoriais colaborativos, que dão visibilidade a autores e autoras em movimento, fortalecendo a cena literária e o acesso à produção cultural independente. A publicação “Somos Palavras – 2025” está disponível em formato digital e pode ser acessada pelo link:👉 https://heyzine.com/flip-book/77c2e3851a.html#page/3

Arte, Artigos

Entre páginas, promessas e datas que anunciam recomeços – Apena Editora

Fim de ano não é só calendário virando, é um eco.Uma memória que cutuca, perguntando o que fizemos com o tempo que tivemos.E eu respondo escrevendo, porque às vezes só a palavra sustenta o que o peito não dá conta de dizer. Em 2025, minhas linhas atravessaram mais uma casa de papel: a “Antologia Natal 2025”, da Editora Apena, com coordenação de Ainê Pena.Minha presença oficial está na página 27, mas também apareço nas páginas 6, 90 e 98, como quem espalha uma trilha, nem sempre reta, mas sempre sincera, entre os capítulos de uma obra que celebra encontros e recomeços. E é justamente sobre isso que escrevi ali: sobre o peso e o respiro das horas. Sobre o que prometemos para nós mesmos, e o que realmente cumprimos. LEIA GRÁTIS AQUI ACESSE O SITE AQUI Sempre me pergunto por que temos tanta pressa para desejar feliz ano novo, se às vezes o último nem terminou de cicatrizar.Talvez porque a virada nos ofereça algo que pouca coisa oferece: um recomeço simbólico, uma chance de olhar para trás sem ficar preso, e olhar para frente sem se perder. A antologia me lembrou disso: ninguém atravessa o ano inteiro intacto.Mas quem escreve (e lê) encontra modos de reorganizar o que viveu, dar sentido ao que parecia só ruído e guardar força para o que vem. Se 2025 me colocou diante de espelhos, 2026 me chama para os passos.Que cada um faça sua própria retrô, sem medo do que vai encontrar, porque é encarando o que fomos que abrimos espaço para quem queremos ser. Nos vemos no próximo dezembro, com novos versos, novas cicatrizes, novas luzes e a mesma chama. — Don Policarpo  

Artigos

Don Policarpo conquista o prêmio de Melhor Roteiro Original em festival destacado pela Revista Primeira Evolução

O talento de Don Policarpo mais uma vez ganhou reconhecimento. No festival recentemente abordado na Revista Primeira Evolução – N. 59 (Junho/2025), o artista foi premiado na categoria Melhor Roteiro Original, celebrando sua habilidade única de transformar ideias em narrativas marcantes e impactantes. O artigo publicado na revista destacou a relevância do festival para o cenário cultural, reunindo produções que se destacam pela criatividade, originalidade e força narrativa. Entre elas, a obra assinada por Don Policarpo chamou atenção por seu enredo envolvente, diálogos afiados e a capacidade de unir arte e reflexão social em uma mesma história. A conquista reafirma o lugar de Don Policarpo como um criador versátil, que transita por diferentes linguagens, literatura, teatro, música e audiovisual, sempre com a mesma potência criativa e compromisso com a arte como instrumento de transformação. Mais do que um prêmio, este reconhecimento é um convite para que o público se aproxime ainda mais de suas obras e continue acompanhando um trabalho que, com autenticidade e profundidade, vem deixando marca na cena cultural. Confira a edição completa aqui

Arte, Artigos

Retrato Colorido de Don Policarpo: O Artista Multifacetado – Arte, Sabedoria e a Força dos Orixás

Retrato Colorido de Don Policarpo: O Artista Multifacetado Imagine Don Policarpo no centro de um retrato, irradiando vivacidade e sabedoria. As cores vibrantes o envolvem, refletindo a riqueza de suas múltiplas facetas artísticas. As Faces de Don Policarpo Escritor e Adaptado Seu olhar perspicaz revela a mente de um escritor e adaptador, capaz de criar mundos em palavras e dar nova vida a histórias. Pesquisador e AtorA expressão curiosa e cativante denota um pesquisador apaixonado pelo conhecimento e um ator que se transforma em cada personagem. Poeta e CantadorUm sorriso gentil ilumina seu rosto, transmitindo a sensibilidade de um poeta e a alma de um cantador que encanta com sua voz. LocutorA postura elegante e a voz imaginária ecoam a clareza e a eloquência de um locutor experiente. Cercado por OrixásAo redor de Don Policarpo, os Orixás se manifestam em cores e símbolos, emanando energias da natureza e da espiritualidade: Oxalá – Branco puro: irradia luz e serenidade, abençoando Don Policarpo com sabedoria e harmonia. Iemanjá – Azul profundo: envolve com ondas de emoção e proteção, inspirando a criatividade e a intuição. Ogum – Vermelho vibrante: pulsa com força e coragem, impulsionando a superar desafios e defender suas paixões artísticas. Oxum – Amarelo dourado: emana alegria e prosperidade, adornando com doçura e encanto. Xangô – Marrom terroso: traz equilíbrio e sabedoria, guiando na busca pela verdade e justiça. Iansã – Laranja flamejante: agita com energia e transformação, inspirando ousadia e paixão. Cores, Luz e Espiritualidade O retrato é banhado em cores vibrantes e luzes dançantes, criando uma atmosfera mágica e inspiradora. As cores dos Orixás se misturam e se complementam, simbolizando a união entre arte, natureza e espiritualidade na vida de Don Policarpo. Este retrato imaginário celebra não só a rica trajetória artística de Don Policarpo, mas também sua conexão profunda com a cultura afro-brasileira e as forças ancestrais que ecoam em sua arte.

Artigos, Entrevistas

Vamos cuidar da natureza

As crianças devem ser educadas pela família e pela escola a cuidarem do meio ambiente. Dudu, Rossi e Luzinha recebem Don Policarpo, geógrafo, poeta e escritor que fala sobre o livro “Árvore dos Alados” , que fala sobre as questões ambientais e a importância de cuidarmos do planeta desde pequenos. No Cantinho da Oração Lara, Laurinha e Duda precisam fazer uma atividade de catequese e perguntam para a Irmã Luiza quais as ações e valores de um bom cristão.

Artigos, Livros

Prêmio de Melhor Roteiro Original no Festival Eliete Fernandes

Don Policarpo é premiado por Melhor Roteiro Original no Festival Eliete Fernandes com a obra Dois Reis Don Policarpo celebrou mais uma conquista importante em sua trajetória artística ao vencer a categoria de Melhor Roteiro Original no prestigiado Festival Eliete Fernandes. O projeto foi indicado em duas categorias e saiu consagrado com um dos prêmios mais aguardados da noite, com o roteiro adaptado da obra Dois Reis. Baseado no livro de mesmo nome, Dois Reis se destacou pela força de sua narrativa, pela construção simbólica e pelo mergulho poético em temas urgentes e sensíveis. A vitória reafirma o talento de Don Policarpo e de sua equipe, além de ressaltar a potência de transformar literatura em imagem com alma, política e emoção. ASSISTA CLICANDO AQUI

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Educar as novas gerações é a esperança para o futuro do planeta!

É exatamente isso o que explica @donpolicarpo , geógrafo, professor e consultor em meio ambiente, em artigos publicados nos portais @terrabrasil e @perfilcombrasil . Autor do livro infantojuvenil “A Árvore dos Alados”, ele comenta como a educação e a cultura são subsídios para a sobrevivência humana, levando à preservação do meio ambiente. Confira a repercussão na íntegra nos links dos stories! “A Árvore dos alados” está disponível na Amazon!

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Educação e Cultura: Pilares para Salvar a Humanidade

Modelando pepinos para um futuro melhor O Município – Impresso – Flip Sábado, 11 de janeiro de 2025, às 00:00 Já se dizia, tempos atrás, que “é cedo que se desentortam os pepinos”, uma expressão popular que remete à importância de moldar comportamentos desde a infância. A frase faz sentido quando pensamos no crescimento de um pepino, mas, ao falarmos de educação, especialmente a “não formal” — aquela que vem de casa —, os ditados precisam ser revisitados e atualizados. A cultura oral sempre nos ensinou que o seio familiar é o primeiro espaço de aprendizado. É no convívio doméstico que recebemos as primeiras lições que moldam o resto de nossas vidas. Educação e cultura caminham juntas, de forma transversal, mostrando que não há divisão entre educar e aculturar. Aprendemos tanto fora dos bancos escolares quanto dentro deles, e esses ensinamentos nos acompanham por onde quer que vamos. Enquanto pensadores como Jean Piaget, Maria Montessori e Auguste Comte dedicaram-se a teorizar sobre educação, o produtor rural, ao cuidar do ciclo completo do pepino até que ele chegue à mesa, pensou na cultura do plantio. Ambos, no entanto, falam de educação e cultura como bases essenciais para a sobrevivência humana. Diante disso, surge a pergunta que ecoa a cada nova edição das COPs (Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima): ainda há tempo para salvar a humanidade? Sabemos que o modelo econômico e energético adotado é o grande responsável pela crise ambiental que vivemos. No entanto, tornamo-nos reféns desse sistema, e qualquer tentativa de mudança esbarra em interesses poderosos. Como diz outro ditado, “deixam chorar, mas não deixam cantar”. Na COP2A4, assim como nas edições anteriores, pouco se destacou o papel crucial da educação e da cultura na formação de cidadãos conscientes e comprometidos com a preservação ambiental. Nesse cenário, a família assume um papel fundamental como educadora, sendo a primeira a dar exemplos e ensinar valores de sustentabilidade. É em casa que se aprende a cuidar da fauna e da flora, a lidar com resíduos, a adotar práticas sustentáveis e a repassar esses conhecimentos de forma clara e perene. Don Policarpo, geógrafo, professor, consultor em meio ambiente e escritor com mais de 20 títulos publicados, traz essa reflexão para o universo literário com seu livro infantojuvenil A Árvore dos Alados. A obra, que aborda a preservação da natureza, é um convite para que crianças e jovens reflitam sobre sua relação com o meio ambiente e o impacto de suas ações no planeta. Em um mundo onde a urgência climática exige mudanças profundas, a educação e a cultura surgem como ferramentas poderosas para transformar mentalidades e hábitos. Afinal, como bem nos lembra a sabedoria popular, “é cedo que se desentortam os pepinos” — e também é desde cedo que se formam cidadãos conscientes e responsáveis pelo futuro do planeta.

Sobre Don Policarpo

Multiartista, geógrafo, escritor, poeta e compositor. Amplamente reconhecido como educador, acumulando mais de duas décadas de forte atuação no cenário cultural paulista e do litoral do estado de São Paulo.
DON POLICARPO
DALVILSON DONIZETE POLICARPO

Técnico em Meio Ambiente, graduado em Geografia, professor da rede estadual e pós-graduado em História da África e Docência do Ensino Superior, Don Policarpo também dedicou 35 anos de sua trajetória profissional ao Metrô de São Paulo, onde atuou como agente de segurança.

Ao longo de sua carreira, envolveu-se ativamente na luta por melhores condições de trabalho. Sua eloquência e seus posicionamentos o levaram a ser eleito para a direção do sindicato, para a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) e, posteriormente, para a federação da categoria. Também participou da formulação dos Projetos de Lei nº 644/2016, na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP), e nº 6.369/2016, na Câmara dos Deputados.

Foi durante esse período, ao reunir documentos e registros em defesa de sua categoria, que encontrou material para sua primeira publicação. Em 2018, aos 55 anos, lançou ** Trajetórias e Caminhos da Segurança Metroviária de São Paulo **, obra que aborda a história da implantação do Metrô no Brasil e a criação de seu corpo de segurança. O livro também ganhou uma edição em francês.

A partir dessa primeira publicação, Don Policarpo ampliou sua trajetória literária, transformando experiências pessoais, reflexões sociais e sua relação com a cultura em novas obras. Sua produção passou a reunir poesia, música, história e questões sociais, expandindo sua atuação como escritor, poeta, cantor, professor, roteirista adaptador e ator.

Entre suas publicações, destaca-se a coleção ** A Magia da Poesia Cantante **, projeto que aproxima literatura e musicalidade e que chegou ao terceiro volume em 2026. Sua trajetória artística também inclui outras obras literárias, participações em saraus, apresentações musicais, projetos culturais e iniciativas voltadas à valorização da arte, da educação e da literatura.

Em setembro de 2026, recebeu o Prêmio Mceys Qualidade Brasil, na categoria Escritor e Poeta, durante a 12ª edição do evento, realizada no Salão Nobre da Câmara Municipal de São Paulo. A homenagem representou o reconhecimento de sua trajetória literária e de sua contribuição para a cultura.

Don segue ampliando sua produção artística, participando de encontros culturais e levando sua poesia a novos públicos, conectando arte, memória, educação e transformação social.

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