A Árvore dos Alados é finalista no 7º Prêmio Ecos de Literatura
A literatura que toca, ensina e transforma acaba sempre encontrando seu caminho, e é exatamente isso que está acontecendo com A Árvore dos Alados, agora reconhecido como finalista no 7º Prêmio Ecos de Literatura. Desde as primeiras páginas, o livro conquista pela simplicidade encantadora e pela sensibilidade com que constrói sua narrativa. Mais do que uma história, a obra se firma como uma experiência afetiva, guiada por três pilares essenciais: a oralidade, a afetividade e a preservação ambiental. Ao longo da leitura, somos apresentados a personagens que não apenas contam uma história, mas convidam o leitor a sentir, refletir e se reconectar com o essencial. Dom, Sr. Guaxinim e Zé são os grandes condutores dessa jornada, figuras que traduzem, com leveza e profundidade, valores muitas vezes esquecidos na correria do dia a dia. A oralidade aparece como um resgate poderoso das tradições de contar histórias, criando uma leitura fluida, quase como uma conversa ao pé do ouvido. A afetividade, por sua vez, se revela nos vínculos construídos entre personagens e leitor, despertando empatia e acolhimento. Já a preservação ambiental surge de forma natural, integrada à narrativa, despertando consciência sem perder a delicadeza. Ser finalista em um prêmio como o Ecos de Literatura não é apenas um reconhecimento técnico, mas também um indicativo do impacto que a obra vem gerando em seus leitores. Em tempos em que discutir sustentabilidade e relações humanas se torna cada vez mais urgente, A Árvore dos Alados se destaca por abordar esses temas com sensibilidade e poesia. Mais do que um livro, é um convite: desacelerar, ouvir, sentir e cuidar, de si, do outro e do mundo ao redor. Se você ainda não conhece essa história, talvez seja o momento de se deixar guiar por Dom, Sr. Guaxinim e Zé. Eles têm muito a te contar.
















