A Árvore dos Alados é finalista no 7º Prêmio Ecos de Literatura

A literatura que toca, ensina e transforma acaba sempre encontrando seu caminho, e é exatamente isso que está acontecendo com A Árvore dos Alados, agora reconhecido como finalista no 7º Prêmio Ecos de Literatura.

Desde as primeiras páginas, o livro conquista pela simplicidade encantadora e pela sensibilidade com que constrói sua narrativa. Mais do que uma história, a obra se firma como uma experiência afetiva, guiada por três pilares essenciais: a oralidade, a afetividade e a preservação ambiental.

Ao longo da leitura, somos apresentados a personagens que não apenas contam uma história, mas convidam o leitor a sentir, refletir e se reconectar com o essencial. Dom, Sr. Guaxinim e Zé são os grandes condutores dessa jornada, figuras que traduzem, com leveza e profundidade, valores muitas vezes esquecidos na correria do dia a dia.

A oralidade aparece como um resgate poderoso das tradições de contar histórias, criando uma leitura fluida, quase como uma conversa ao pé do ouvido. A afetividade, por sua vez, se revela nos vínculos construídos entre personagens e leitor, despertando empatia e acolhimento. Já a preservação ambiental surge de forma natural, integrada à narrativa, despertando consciência sem perder a delicadeza.

Ser finalista em um prêmio como o Ecos de Literatura não é apenas um reconhecimento técnico, mas também um indicativo do impacto que a obra vem gerando em seus leitores. Em tempos em que discutir sustentabilidade e relações humanas se torna cada vez mais urgente, A Árvore dos Alados se destaca por abordar esses temas com sensibilidade e poesia.

Mais do que um livro, é um convite: desacelerar, ouvir, sentir e cuidar, de si, do outro e do mundo ao redor.

Se você ainda não conhece essa história, talvez seja o momento de se deixar guiar por Dom, Sr. Guaxinim e Zé. Eles têm muito a te contar.

 

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Sobre Don Policarpo

DALVILSON DONIZETE POLICARPO
São Paulo – SP
Nascido em 16 de novembro de 1963
Inaugurado/Registrado em 20 de janeiro de 1964

Técnico de Meio Ambiente, Graduado em Geografia, Professor do Estado e Pós Graduou-se em História da África e Docência Superior.
Metroviário por 35 anos onde atuou como Agente de Segurança.
Devido as condições de trabalho requererem muita luta em prol de suas melhorias e devido a eloquência e posicionamentos, foi eleito para a direção do sindicato, para a CIPA e na sequência para a Federação da categoria.
Formulou os projetos de lei 644/16 na ALESP (finalizado) e 6369/16 Câmara Federal, em andamento.

Assim, começou a levantar documentos, na defesa do seu setor e quando percebeu já tinha subsídios para publicar o primeiro livro em 2018, com 55 anos, lança TRAJETÓRIAS E CAMINHOS DA SEGURANÇA METROVIÁRIA DE SÃO PAULO, que conta a história da implantação do Metrô no Brasil e, por necessidade, o Corpo de segurança. Lançado também, em francês.

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