Author name: Don Policarpo

Escritor, poeta, compositor. Lançou Maçã, A Árvore dos Alados e A Magia da Poesia Cantante Vol.2, entre outros. O autor convida todos a se entenderem como cidadãos de um mundo profundamente lesionado pela crise ambiental, com uma linguagem lúdica, as obras ressaltam a necessidade de proteger o planeta, a importância da educação familiar e ambiental, além da valorização da memória ancestral e afetiva.

Arte, Artigos

Entre páginas, promessas e datas que anunciam recomeços – Apena Editora

Fim de ano não é só calendário virando, é um eco.Uma memória que cutuca, perguntando o que fizemos com o tempo que tivemos.E eu respondo escrevendo, porque às vezes só a palavra sustenta o que o peito não dá conta de dizer. Em 2025, minhas linhas atravessaram mais uma casa de papel: a “Antologia Natal 2025”, da Editora Apena, com coordenação de Ainê Pena.Minha presença oficial está na página 27, mas também apareço nas páginas 6, 90 e 98, como quem espalha uma trilha, nem sempre reta, mas sempre sincera, entre os capítulos de uma obra que celebra encontros e recomeços. E é justamente sobre isso que escrevi ali: sobre o peso e o respiro das horas. Sobre o que prometemos para nós mesmos, e o que realmente cumprimos. LEIA GRÁTIS AQUI ACESSE O SITE AQUI Sempre me pergunto por que temos tanta pressa para desejar feliz ano novo, se às vezes o último nem terminou de cicatrizar.Talvez porque a virada nos ofereça algo que pouca coisa oferece: um recomeço simbólico, uma chance de olhar para trás sem ficar preso, e olhar para frente sem se perder. A antologia me lembrou disso: ninguém atravessa o ano inteiro intacto.Mas quem escreve (e lê) encontra modos de reorganizar o que viveu, dar sentido ao que parecia só ruído e guardar força para o que vem. Se 2025 me colocou diante de espelhos, 2026 me chama para os passos.Que cada um faça sua própria retrô, sem medo do que vai encontrar, porque é encarando o que fomos que abrimos espaço para quem queremos ser. Nos vemos no próximo dezembro, com novos versos, novas cicatrizes, novas luzes e a mesma chama. — Don Policarpo  

Livros

Livro de Don Policarpo concorre em premiação e recebe apoio do público

O livro IDARÁ IBI – Pedra de Xangô na Terra de Índio, de Don Policarpo, está concorrendo em uma premiação literária e conta com o apoio de leitores, artistas e da comunidade cultural. A obra, que atravessa temas como ancestralidade, espiritualidade, território e resistência, representa mais um passo importante na trajetória do autor e na valorização da literatura que nasce do chão, da memória e da identidade. Quem quiser apoiar pode participar de forma simples:acesse a página do livro, vá até a bio, curta e/ou comente. Cada interação conta como voto e fortalece a visibilidade da obra. Desde já, Don Policarpo agradece imensamente a todos que acreditam, compartilham e fortalecem a literatura independente. Para apoiar, acesse o link abaixo. Vote Aqui

Arte

Don Policarpo lança vídeo especial “Feliz 2026” com retrospectiva de 2025

Para marcar o encerramento de 2025, Don Policarpo publicou em seu canal um vídeo especial de 3 minutos e 58 segundos, reunindo seus principais lançamentos do ano. Intitulado “Feliz 2026”, o vídeo funciona como uma retrospectiva artística e um gesto simbólico de virada de ciclo. Em poucos minutos, o artista revisita obras, processos e momentos que marcaram o ano, transformando memória em movimento e celebração. Mais do que um compilado, o vídeo reafirma a trajetória criativa de Don Policarpo e abre caminho para novos projetos e possibilidades em 2026. Um convite à lembrança, à continuidade e à confiança no que ainda está por vir.

Arte, Entrevistas

Don Policarpo na Revista Verso Diverso – O Milagre de Acreditar

A Revista Verso Diverso – Edição nº 0003 | Dezembro de 2025, em sua edição especial “O Milagre de Acreditar”, traz um encontro potente entre palavra, corpo, memória e fé na arte. Entre os destaques da publicação, está a presença marcante de Don Policarpo, artista que atravessa a literatura, a oralidade e o teatro como formas vivas de resistência e encantamento. Na página 6, a revista apresenta o Sarau Don Policarpo, espaço que se consolida como território de escuta, troca e celebração da palavra falada. Mais do que um evento cultural, o sarau é retratado como um movimento afetivo e coletivo, onde poesia, música e narrativa se entrelaçam para reafirmar identidades, ancestralidades e a força do encontro. A matéria evidencia o sarau como um ato de acreditar, na arte, nas pessoas e na capacidade de transformação que nasce quando vozes se reúnem. Já na página 16, a revista traz uma bela resenha sobre a adaptação teatral do livro IDARÁ IBI – Pedra de Xangô na Terra de Índio, obra que carrega densidade simbólica, espiritual e política. A adaptação para o teatro é apresentada como um desdobramento potente da literatura, ampliando sentidos e levando ao palco temas como ancestralidade, território, espiritualidade e resistência cultural. A resenha destaca a sensibilidade da transposição do texto para a cena, respeitando a força do livro e potencializando sua mensagem por meio do corpo, da voz e da dramaturgia. A inserção de Don Policarpo nesta edição especial da Verso Diverso reafirma a relevância de sua trajetória artística e intelectual. Seu trabalho dialoga diretamente com o tema central da revista: acreditar como gesto político, poético e espiritual. Acreditar na palavra como cura, na arte como ponte e na cultura como memória viva. A Edição nº 0003 da Revista Verso Diverso não apenas registra a presença de Don Policarpo, mas também celebra sua contribuição para a literatura, para o teatro e para os espaços coletivos de criação. Um convite à leitura, à escuta e, sobretudo, ao milagre contínuo de acreditar. Revista Aqui

Poesias

Inauguração da AIL – Academia Itanhaense de Letras: uma noite histórica marcada pela poesia cantada “Coisa Minha”, de Don Policarpo

https://youtu.be/wV8KjBipd8M A cultura de Itanhaém viveu um momento histórico com a inauguração da AIL – Academia Itanhaense de Letras, um marco para a literatura, a memória e a produção artística da cidade. A solenidade reuniu escritores, poetas, músicos, pesquisadores e apaixonados pela arte da palavra, celebrando a fundação de uma instituição que nasce com o propósito de preservar e impulsionar a criação literária local. Entre discursos emocionados e homenagens, um dos momentos mais marcantes da noite foi a apresentação especial da poesia cantada “Coisa Minha”, interpretada pelo artista e produtor cultural Don Policarpo, cuja trajetória está profundamente ligada à valorização da cultura popular e ao fortalecimento dos saraus no estado de São Paulo. A força da poesia que ecoa identidade: “Coisa Minha” trouxe ao palco a sensibilidade e o olhar afetivo que caracterizam a obra de Don Policarpo. Em sua interpretação, a poesia se mistura ao canto para narrar sentimentos, memórias e a beleza da simplicidade, imprimindo verdade e emoção em cada verso. A performance emocionou o público presente e simbolizou a união entre tradição e contemporaneidade, dois pilares essenciais da nova Academia Itanhaense de Letras. Um marco para a cidade e para seus artistas: A criação da AIL representa um avanço significativo para Itanhaém, reforçando o compromisso com: • A valorização dos escritores locais.• A promoção da literatura em suas múltiplas vertentes.• A preservação da história cultural do município.• O incentivo a novos talentos e projetos educacionais. Ao reunir artistas que dedicam a vida à palavra, a Academia inaugura um novo tempo para a cena literária da cidade. A participação de Don Policarpo, reafirma sua contribuição contínua à cultura paulista. Sua poesia cantada dialoga com diferentes gerações, aproximando comunidade, arte e memória, valores essenciais para a missão da AIL. Um início que aponta para novos horizontes: A tarde da inauguração da Academia Itanhaense de Letras não foi apenas uma celebração, mas um convite para que novos capítulos culturais sejam escritos. A emoção da plateia, a força das palavras e a musicalidade de “Coisa Minha” marcaram esse ponto de partida com brilho e significado. Que essa nova Academia seja um lar para a literatura Itanhaense, e que a poesia siga encontrando voz, corpo e canto através de artistas como Don Policarpo.

Arte

Sarau dos Saraus 2025: uma celebração de poesia, música e encontros na Câmara Municipal de São Paulo

No próximo dia 12 de dezembro de 2025, a Câmara Municipal de São Paulo será palco de um dos encontros culturais mais marcantes do ano: o Sarau dos Saraus – Edição 2025, realizado pela produtora cultural Shirley Ferro e guiado pela presença sempre inspiradora de Don Policarpo, presidente e cantor do Sarau Don Policarpo. Com início às 16h30 no Auditório Freitas Nobre, o evento reunirá poetas, músicos e artistas que fortalecem a cena cultural paulistana, promovendo um fim de tarde dedicado à arte, ao afeto e ao poder transformador da palavra. Um encontro de vozes que inspiram Nesta edição especial, o Sarau Don Policarpotraz ao palco convidados que simbolizam a força da criação coletiva: • Arthur Martins Filho – Poeta• Marcelo Villano – Instrumental• Marcos Zapater – Poeta Além das apresentações, Don Policarpo conduz o evento com a sensibilidade que o caracteriza, reafirmando o propósito do sarau: abrir espaço para a expressão artística em sua forma mais livre, democrática e emocionante. Um sarau que celebra o ano e renova a energia da cultura. O Sarau dos Saraus é mais do que um evento, é um ponto de encontro entre gerações, trajetórias e linguagens artísticas. Cada edição renova a chama da cultura popular, dando visibilidade a novos talentos e fortalecendo os laços entre artistas e comunidade. Com traje esporte fino e clima festivo, esta edição de 2025 também celebra o encerramento de um ciclo e abre caminhos para novos projetos e parcerias que já começam a despontar para 2026. Serviço: 📅 Data: 12 de dezembro de 2025⏰ Horário: 16h30 às 20h📍 Local: Câmara Municipal de São Paulo – Auditório Freitas Nobre👔 Traje: Esporte fino🎤 Realização: Shirley Ferro

Arte

Sarau Acústico: Quando as Gerações se Encontroam pela Música e pela Poesia

A Confraternização do Sarau Acústico, comandada pelo talentoso Ruy Bonfim, é daquelas celebrações que ultrapassam o simples encontro artístico. É um momento em que gerações distintas dividem o mesmo palco e, mais do que isso, compartilham experiências, referências e afetos através da música e da palavra. O ambiente do sarau vibra com essa mistura. Jovens artistas se encontram com veteranos que carregam décadas de estrada, compondo um mosaico poético-musical onde cada voz encontra espaço e cada história encontra escuta. O resultado é um nível artístico elevado, construído de forma coletiva e com uma energia que só a troca genuína pode oferecer. Para Don Policarpo, que celebra esse encontro em seu post, a força do Sarau Acústico está na inclusão: na abertura para novos talentos, na valorização dos mais antigos e na criação de um espaço em que todos se sentem parte fundamental da obra. A arte, ali, ganha contornos generosos expande, acolhe e transforma. A confraternização reafirma o propósito do sarau: manter a chama viva da poesia e da música como instrumentos de união. Uma celebração que não apenas emociona, mas também fortalece a comunidade artística, renovando energias e inspirando novos ciclos criativos. https://donpolicarpo.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/1d875cdb-3815-4b16-b5e8-2bd40a43b9ae.mp4

Arte

Xurrasbode: A Festa Que Celebra Gerações no Metrô de São Paulo

No coração da história do Metrô de São Paulo, existe um encontro que vai muito além de uma simples confraternização: o Xurrasbode. O evento, realizado anualmente, reúne agentes de segurança de todas as épocas, profissionais que, juntos, ajudaram a construir a trajetória de um dos sistemas de transporte mais emblemáticos do país. O clima é de reencontro. Ex-colegas que não se viam há anos dividem a mesma mesa, relembram histórias de plantão, desafios do dia a dia e situações que moldaram uma categoria marcada por coragem, disciplina e humanidade. Ali, entre risadas e abraços longos, o tempo parece se dobrar: veteranos encontram recém-aposentados, que por sua vez reencontram antigos instrutores. É uma celebração que conecta gerações. O palco desse encontro é a Associação dos Aposentados do Metrô, um espaço simbólico que guarda memórias e dá sentido à continuidade dessa comunidade. Como manda a tradição, o churrasco é feito na cotização, cada um contribui um pouco  e a cerveja, como diz Don Policarpo, “é de lei”. O que realmente importa, porém, é a atmosfera de pertencimento que se renova a cada edição. O Xurrasbode reafirma que vínculos construídos no trabalho podem se transformar em laços de vida inteira. Uma festa onde o passado e o presente se encontram: com música, conversa boa e aquela alegria que só o reencontro proporciona.

Poesias

“Vida Minha”, de Don Policarpo

No trecho “a estrela, a lua e eu… sem você somos três separados por vírgulas”, da poesia cantada “Vida Minha”, Don Policarpo condensa a essência da ausência. A imagem é simples: três elementos que existem, mas não se conectam. A vírgula vira símbolo dessa distância, uma pausa que impede a união, um respiro que separa o que poderia ser inteiro.   Com poucas palavras, Don cria uma metáfora sensível sobre como a presença de alguém pode dar sentido ao que, sozinho, permanece disperso. Um verso curto, mas capaz de iluminar o espaço que o amor ocupa e o vazio que deixa quando não está. https://donpolicarpo.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/Poesia-Cantada-Vida-minhadonpolicarpo.mp4

Entrevistas

Reflexões Necessárias: Don Policarpo na Rádio Assunção Cearense AM 620 e a Atualidade do Dia 20 de Novembro

No ar pela Rádio Assunção Cearense AM 620, a presença de Don Policarpo trouxe uma das conversas mais necessárias do mês de novembro: uma reflexão profunda sobre o significado do Dia da Consciência Negra nos tempos atuais. Não se tratou apenas de uma entrevista, mas de um convite à escuta ativa, ao reconhecimento histórico e ao entendimento da urgência que a data carrega no Brasil contemporâneo. 20 de Novembro: Data de Memória e Movimento Durante o bate-papo, Don resgatou a importância do 20 de novembro como um marco que ultrapassa o simbolismo. A data que homenageia Zumbi dos Palmares, líder do maior quilombo da história, não existe para romantizar a resistência, mas para lembrar que a luta pela liberdade, dignidade e equidade segue em curso. Ele pontuou que, apesar dos avanços, ainda vivemos em um país profundamente atravessado por desigualdades estruturais. O 20 de novembro se transforma, então, em uma oportunidade de revisão: o que de fato mudou? Quais desafios permanecem? O que cada um de nós tem a ver com isso? Contexto Atual: a urgência do olhar coletivo Um dos destaques da participação de Don foi a forma como ele conectou passado e presente. Ele relembrou que o Brasil ainda convive com indicadores graves: violência racial, falta de representatividade, acesso desigual à educação e ao mercado de trabalho, além de uma herança cultural que precisa ser constantemente descolonizada. Na entrevista, ficou evidente que falar de Consciência Negra é falar de sociedade, e não apenas da população negra. É discutir como políticas públicas, cultura, mídia e educação podem atuar para quebrar ciclos e abrir caminhos. A Arte como Território de Resistência Como artista, Don Policarpo destacou a importância da arte como espaço de denúncia, memória e cura. Ele reforçou que vozes negras no cenário cultural não surgem apenas para entreter: elas registram histórias, tensionam estruturas e inspiram novas narrativas. A Rádio Assunção tem sido um espaço de troca importante nesse sentido, abrindo caminhos para que discussões como essa alcancem públicos diversos, ampliando a consciência coletiva e convidando a sociedade a questionar, aprender e evoluir. Responsabilidade Social e Individual Na conversa, Don também trouxe reflexões sobre o papel de cada pessoa no 20 de novembro. Ele lembrou que consciência não se constrói apenas com postagens em redes sociais ou frases prontas, mas com posturas diárias, escolhas éticas, consumo responsável e atenção às dinâmicas racistas que ainda passam despercebidas por muitos. Ficou claro que o Dia da Consciência Negra não é uma data isolada, mas um marco para o despertar contínuo — social, político e emocional. Um Chamado para o Presente A entrevista de Don Policarpo na Rádio Assunção Cearense AM 620 foi, acima de tudo, um convite. Um convite para ouvir mais e melhor, para acolher histórias, para reconhecer dores e celebrar conquistas. E, principalmente, para entender que o 20 de novembro não é um memorial ao passado, mas um compromisso com o agora. Um compromisso com um Brasil que ainda está sendo construído e que precisa, urgentemente, ser mais justo, representativo e consciente. https://youtu.be/4yABAxxfSuE?feature=shared Rádio Assunção Cearense AM 620

Sobre Don Policarpo

Multiartista, geógrafo, escritor, poeta e compositor. Amplamente reconhecido como educador, acumulando mais de duas décadas de forte atuação no cenário cultural paulista e do litoral do estado de São Paulo.
DON POLICARPO
DALVILSON DONIZETE POLICARPO

Técnico em Meio Ambiente, graduado em Geografia, professor da rede estadual e pós-graduado em História da África e Docência do Ensino Superior, Don Policarpo também dedicou 35 anos de sua trajetória profissional ao Metrô de São Paulo, onde atuou como agente de segurança.

Ao longo de sua carreira, envolveu-se ativamente na luta por melhores condições de trabalho. Sua eloquência e seus posicionamentos o levaram a ser eleito para a direção do sindicato, para a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) e, posteriormente, para a federação da categoria. Também participou da formulação dos Projetos de Lei nº 644/2016, na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP), e nº 6.369/2016, na Câmara dos Deputados.

Foi durante esse período, ao reunir documentos e registros em defesa de sua categoria, que encontrou material para sua primeira publicação. Em 2018, aos 55 anos, lançou ** Trajetórias e Caminhos da Segurança Metroviária de São Paulo **, obra que aborda a história da implantação do Metrô no Brasil e a criação de seu corpo de segurança. O livro também ganhou uma edição em francês.

A partir dessa primeira publicação, Don Policarpo ampliou sua trajetória literária, transformando experiências pessoais, reflexões sociais e sua relação com a cultura em novas obras. Sua produção passou a reunir poesia, música, história e questões sociais, expandindo sua atuação como escritor, poeta, cantor, professor, roteirista adaptador e ator.

Entre suas publicações, destaca-se a coleção ** A Magia da Poesia Cantante **, projeto que aproxima literatura e musicalidade e que chegou ao terceiro volume em 2026. Sua trajetória artística também inclui outras obras literárias, participações em saraus, apresentações musicais, projetos culturais e iniciativas voltadas à valorização da arte, da educação e da literatura.

Em setembro de 2026, recebeu o Prêmio Mceys Qualidade Brasil, na categoria Escritor e Poeta, durante a 12ª edição do evento, realizada no Salão Nobre da Câmara Municipal de São Paulo. A homenagem representou o reconhecimento de sua trajetória literária e de sua contribuição para a cultura.

Don segue ampliando sua produção artística, participando de encontros culturais e levando sua poesia a novos públicos, conectando arte, memória, educação e transformação social.

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