Author name: Don Policarpo

Escritor, poeta, compositor. Lançou Maçã, A Árvore dos Alados e A Magia da Poesia Cantante Vol.2, entre outros. O autor convida todos a se entenderem como cidadãos de um mundo profundamente lesionado pela crise ambiental, com uma linguagem lúdica, as obras ressaltam a necessidade de proteger o planeta, a importância da educação familiar e ambiental, além da valorização da memória ancestral e afetiva.

Arte

Don Policarpo marca presença na abertura das comemorações dos 472 anos de São Paulo

A cidade de São Paulo deu início às comemorações de seus 472 anos com um evento que celebrou a arte, a literatura e a ocupação cultural do Centro histórico. A abertura aconteceu em uma brigadeiria localizada na Rua Álvares Penteado, nº 200, espaço que vai além da gastronomia e nasce com a proposta de se consolidar como um novo polo cultural da cidade. Sob a idealização de Gil, proprietário do local, o espaço foi pensado para integrar diferentes expressões artísticas e fomentar encontros criativos. A programação reuniu uma Feira Literária, com autores independentes e editoras, além de uma exposição coletiva de artistas plásticos e fotógrafos, que ocuparam o ambiente com obras que dialogam com a identidade urbana, a memória e a diversidade paulistana. O evento também contou com um Sarau Musical, promovendo encontros entre música, poesia e performance, reforçando o caráter vivo e plural da cultura produzida na cidade. Foi nesse contexto que Don Policarpo participou da abertura, somando sua presença a um movimento que valoriza a arte como ferramenta de conexão, reflexão e pertencimento. Mais do que celebrar o aniversário de São Paulo, a iniciativa reafirma a importância de espaços independentes na revitalização do Centro e no fortalecimento do ecossistema cultural da cidade. Um início simbólico e potente para um novo ciclo, onde tradição e contemporaneidade se encontram para contar, e continuar escrevendo, a história paulistana.   https://youtu.be/xwme4iNyRjE

Arte, Poesias

Don Policarpo participa do “Sarau Bem-Vindo 2026”, promovido pelo Polo Cultural Ilha

No dia 3 de janeiro de 2026, aconteceu a edição on-line do Sarau Bem-Vindo 2026, um encontro virtual dedicado à leitura de poemas, reunindo diversos poetas e poetisas em uma celebração coletiva da palavra, da escuta e da arte. Transmitido ao vivo pelo canal do Polo Cultural Ilha, no YouTube, o sarau integrou a programação cultural de início de ano e reafirmou o compromisso do coletivo com a valorização da literatura e das manifestações artísticas independentes. Don Policarpo marcou presença no evento com sua participação a partir do minuto 31 do vídeo, contribuindo com sua leitura poética e somando sua voz ao coro de artistas que constroem o sarau como espaço de troca, resistência e sensibilidade. A realização do evento é do Polo Cultural Ilha, coletivo que completa 10 anos de existência e resiliência em abril de 2026, atuando de forma contínua na produção, realização, participação e incentivo à cultura, à arte e à história na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro (RJ). Ao longo de sua trajetória, o Polo se consolidou como um importante agente cultural do território, promovendo encontros que fortalecem a cena artística local e ampliam o acesso à cultura. O Sarau Bem-Vindo 2026 contou ainda com o apoio cultural de importantes parceiros:Jornal Ilha Notícias, Colégio COC, Ilha do Governador, D’Alma Cursos de Artes, Rádio Web Constelação Rio, Quiosque Moreno Lanches, Ecotur Ilha, Coletivo Ilha Arte e Cultura e ACE Paulo de Tarso. Assista ao Sarau Bem-Vindo 2026 no YouTube e confira a participação de Don Policarpo a partir do minuto 31: Acesse o vídeo no canal do Polo Cultural Ilha. Para acompanhar a programação e as ações do coletivo, siga as redes sociais do Polo Cultural Ilha e fique por dentro de tudo o que está sendo produzido.

Músicas

“DESCAMINHANDO”: poesia cantante como ato de ruptura e consciência

DESCAMINHANDO se apresenta como uma obra em estado de alerta. Assinada por Don Policarpo, com letra do artista e produção geral de Marcelo Villano, a poesia cantante nasce como um manifesto sonoro que tensiona estruturas, comportamentos e discursos enraizados na sociedade contemporânea. A produção carrega críticas sociais em múltiplos níveis: políticas, existenciais, culturais e humanas, costuradas por um instrumental que não apenas acompanha a palavra, mas a impulsiona. A sonoridade dá corpo à mensagem, criando um ambiente quase insurgente, onde ritmo e texto caminham juntos na construção de uma narrativa de enfrentamento. Em DESCAMINHANDO, o som não é cenário: é combustível para a revolução da ideia. A escolha pelo formato de poesia cantante reforça o caráter híbrido da obra, que transita entre música, performance e literatura. Don Policarpo utiliza a palavra como ferramenta de questionamento, rompendo com caminhos previsíveis e propondo novos desvios, conscientes, críticos e necessários. O “des-caminhar” aqui não é perda, mas escolha: sair da rota imposta para enxergar outras possibilidades de existência. A produção de Marcelo Villano potencializa essa intenção ao criar uma base instrumental pulsante, carregada de tensão e movimento, que sustenta o discurso sem diluí-lo. Cada camada sonora contribui para ampliar o impacto da mensagem, tornando a obra ainda mais provocadora e atual. Don Policarpo já antecipa que 2026 será marcado por críticas veementemente ousadas em sua produção artística. DESCAMINHANDO surge, assim, como um prenúncio desse novo ciclo: mais direto, mais incisivo e ainda mais comprometido com a urgência de dizer. Uma obra que não pede conforto, mas escuta atenta. DESCAMINHANDO convida o público a sair do lugar comum e encarar, sem atalhos, as contradições do nosso tempo.  

Arte, Artigos

Don Policarpo integra a publicação “Somos Palavras – 2025”, do CENI

O escritor e artista Don Policarpo participa da edição “Somos Palavras – 2025”, uma publicação que reúne textos escolhidos entre os membros do CENI, celebrando a diversidade de vozes, estilos e experiências que compõem o coletivo. O material se apresenta como um espaço de encontro entre palavra, identidade e sensibilidade, valorizando a escrita como ferramenta de expressão, escuta e permanência. A presença de Don Policarpo nessa edição reforça sua trajetória ligada à literatura, à poesia e à construção de narrativas que transitam entre o íntimo e o coletivo. Seu texto dialoga com a proposta da publicação ao evidenciar a palavra como matéria viva — capaz de atravessar tempos, afetos e contextos. A participação no Somos Palavras – 2025 não apenas reconhece sua produção autoral, como também o insere em um panorama mais amplo de criação literária contemporânea, comprometida com o pensamento, a sensibilidade e a pluralidade. A iniciativa do CENI reafirma a importância de projetos editoriais colaborativos, que dão visibilidade a autores e autoras em movimento, fortalecendo a cena literária e o acesso à produção cultural independente. A publicação “Somos Palavras – 2025” está disponível em formato digital e pode ser acessada pelo link:👉 https://heyzine.com/flip-book/77c2e3851a.html#page/3

Músicas

“Dedicatória”: Don Policarpo transforma sentimento em permanência

Ouça Aqui Em Dedicatória, Don Policarpo entrega mais do que uma música: oferece um gesto. Disponível no MuvFlow, a faixa nasce como um poema sonoro que atravessa o tempo, os afetos e a própria ideia de existência, reafirmando a escrita como lugar de permanência e memória. A letra se constrói a partir de um movimento de oferta. Don dedica seus poemas ao tempo, ao vento, aos aromas — elementos que não se seguram, mas se sentem. As canções, por sua vez, são entregues aos amores e às dores, reconhecendo que é justamente dessa mistura entre prazer, perda e despudor que nasce o olhar atento para a vida. Há uma sensibilidade madura em reconhecer que sentir exige coragem e presença. Quando o artista compara esse olhar ao ato de contemplar a lua, “com exaltação”, a música alcança um ponto simbólico forte: o amor e a arte como exercícios de contemplação profunda, que não pedem posse, apenas entrega. Em tom quase confessional, Dedicatória se revela também como uma epígrafe pessoal, dedicada aos amores guardados no peito — aqueles que sustentam a existência e dão sentido ao pulsar do coração para além da função biológica. Um dos momentos mais potentes da letra está na recusa em nomear esses amores. Don aponta o perigo da nomeação excessiva e propõe o amor como experiência sensorial, atemporal, livre de linhas cronológicas. Amar, aqui, é sentir “além dos tempos de existir”. Musicalmente, Dedicatória acompanha essa proposta: é delicada, reflexiva e aberta, criando espaço para que cada ouvinte reconheça seus próprios afetos nas entrelinhas. A canção não se impõe — ela convida. Com Dedicatória, Don Policarpo reafirma sua escrita como território de escuta, silêncio e profundidade. Uma obra para quem entende que algumas coisas não precisam ser explicadas, apenas sentidas. 🎧 Dedicatória já está disponível no MuvFlow.

Arte

Movimento Cultivista Café com Poemas Sorocaba celebra a participação de Don Policarpo em 2025

O Movimento Cultivista Café com Poemas Sorocaba, na pessoa da coordenadora Priscila Mancussi, celebra e agradece a presença artística e literária do escritor Don Policarpo, que integrou e fortaleceu o nosso movimento ao longo de 2025. Em um ano de encontros, diálogos e páginas compartilhadas, a participação de Don trouxe novas perspectivas, inquietações poéticas e fôlego criativo para as atividades realizadas. Sua escrita, marcada pela observação sensível, pelo ritmo urbano e pela palavra que pulsa, ecoou entre leitores, autores e amantes da literatura, reafirmando o propósito do movimento: cultivar poesia, aproximar pessoas e transformar olhares. Para nós, a presença de Don Policarpo foi mais do que contribuição: foi parceria e movimento conjunto, ampliando a potência das vozes que fazem da poesia um gesto vivo e contínuo. Agradecemos por cada verso, cada troca e cada momento de construção coletiva. Que o próximo ano traga novos encontros, publicações e caminhos onde a literatura siga sendo ponte e que Don continue traçando rotas que inspirem quem lê e quem escreve. Boas festas e muito sucesso!Nos vemos em 2026, cultivando palavras e criando futuros. Arte e Design: Carina Gameiro e Priscila Mancussi@priscilamancussi@carina_entrelinhas@donpolicarpo #poesiabrasileira #poesiadoolhar #literaturabrasileira #escritoresbrasileiros  

Arte, Artigos

Entre páginas, promessas e datas que anunciam recomeços – Apena Editora

Fim de ano não é só calendário virando, é um eco.Uma memória que cutuca, perguntando o que fizemos com o tempo que tivemos.E eu respondo escrevendo, porque às vezes só a palavra sustenta o que o peito não dá conta de dizer. Em 2025, minhas linhas atravessaram mais uma casa de papel: a “Antologia Natal 2025”, da Editora Apena, com coordenação de Ainê Pena.Minha presença oficial está na página 27, mas também apareço nas páginas 6, 90 e 98, como quem espalha uma trilha, nem sempre reta, mas sempre sincera, entre os capítulos de uma obra que celebra encontros e recomeços. E é justamente sobre isso que escrevi ali: sobre o peso e o respiro das horas. Sobre o que prometemos para nós mesmos, e o que realmente cumprimos. LEIA GRÁTIS AQUI ACESSE O SITE AQUI Sempre me pergunto por que temos tanta pressa para desejar feliz ano novo, se às vezes o último nem terminou de cicatrizar.Talvez porque a virada nos ofereça algo que pouca coisa oferece: um recomeço simbólico, uma chance de olhar para trás sem ficar preso, e olhar para frente sem se perder. A antologia me lembrou disso: ninguém atravessa o ano inteiro intacto.Mas quem escreve (e lê) encontra modos de reorganizar o que viveu, dar sentido ao que parecia só ruído e guardar força para o que vem. Se 2025 me colocou diante de espelhos, 2026 me chama para os passos.Que cada um faça sua própria retrô, sem medo do que vai encontrar, porque é encarando o que fomos que abrimos espaço para quem queremos ser. Nos vemos no próximo dezembro, com novos versos, novas cicatrizes, novas luzes e a mesma chama. — Don Policarpo  

Livros

Livro de Don Policarpo concorre em premiação e recebe apoio do público

O livro IDARÁ IBI – Pedra de Xangô na Terra de Índio, de Don Policarpo, está concorrendo em uma premiação literária e conta com o apoio de leitores, artistas e da comunidade cultural. A obra, que atravessa temas como ancestralidade, espiritualidade, território e resistência, representa mais um passo importante na trajetória do autor e na valorização da literatura que nasce do chão, da memória e da identidade. Quem quiser apoiar pode participar de forma simples:acesse a página do livro, vá até a bio, curta e/ou comente. Cada interação conta como voto e fortalece a visibilidade da obra. Desde já, Don Policarpo agradece imensamente a todos que acreditam, compartilham e fortalecem a literatura independente. Para apoiar, acesse o link abaixo. Vote Aqui

Arte

Don Policarpo lança vídeo especial “Feliz 2026” com retrospectiva de 2025

Para marcar o encerramento de 2025, Don Policarpo publicou em seu canal um vídeo especial de 3 minutos e 58 segundos, reunindo seus principais lançamentos do ano. Intitulado “Feliz 2026”, o vídeo funciona como uma retrospectiva artística e um gesto simbólico de virada de ciclo. Em poucos minutos, o artista revisita obras, processos e momentos que marcaram o ano, transformando memória em movimento e celebração. Mais do que um compilado, o vídeo reafirma a trajetória criativa de Don Policarpo e abre caminho para novos projetos e possibilidades em 2026. Um convite à lembrança, à continuidade e à confiança no que ainda está por vir.

Arte, Entrevistas

Don Policarpo na Revista Verso Diverso – O Milagre de Acreditar

A Revista Verso Diverso – Edição nº 0003 | Dezembro de 2025, em sua edição especial “O Milagre de Acreditar”, traz um encontro potente entre palavra, corpo, memória e fé na arte. Entre os destaques da publicação, está a presença marcante de Don Policarpo, artista que atravessa a literatura, a oralidade e o teatro como formas vivas de resistência e encantamento. Na página 6, a revista apresenta o Sarau Don Policarpo, espaço que se consolida como território de escuta, troca e celebração da palavra falada. Mais do que um evento cultural, o sarau é retratado como um movimento afetivo e coletivo, onde poesia, música e narrativa se entrelaçam para reafirmar identidades, ancestralidades e a força do encontro. A matéria evidencia o sarau como um ato de acreditar, na arte, nas pessoas e na capacidade de transformação que nasce quando vozes se reúnem. Já na página 16, a revista traz uma bela resenha sobre a adaptação teatral do livro IDARÁ IBI – Pedra de Xangô na Terra de Índio, obra que carrega densidade simbólica, espiritual e política. A adaptação para o teatro é apresentada como um desdobramento potente da literatura, ampliando sentidos e levando ao palco temas como ancestralidade, território, espiritualidade e resistência cultural. A resenha destaca a sensibilidade da transposição do texto para a cena, respeitando a força do livro e potencializando sua mensagem por meio do corpo, da voz e da dramaturgia. A inserção de Don Policarpo nesta edição especial da Verso Diverso reafirma a relevância de sua trajetória artística e intelectual. Seu trabalho dialoga diretamente com o tema central da revista: acreditar como gesto político, poético e espiritual. Acreditar na palavra como cura, na arte como ponte e na cultura como memória viva. A Edição nº 0003 da Revista Verso Diverso não apenas registra a presença de Don Policarpo, mas também celebra sua contribuição para a literatura, para o teatro e para os espaços coletivos de criação. Um convite à leitura, à escuta e, sobretudo, ao milagre contínuo de acreditar. Revista Aqui

Sobre Don Policarpo

DALVILSON DONIZETE POLICARPO
São Paulo – SP
Nascido em 16 de novembro de 1963
Inaugurado/Registrado em 20 de janeiro de 1964

Técnico de Meio Ambiente, Graduado em Geografia, Professor do Estado e Pós Graduou-se em História da África e Docência Superior.
Metroviário por 35 anos onde atuou como Agente de Segurança.
Devido as condições de trabalho requererem muita luta em prol de suas melhorias e devido a eloquência e posicionamentos, foi eleito para a direção do sindicato, para a CIPA e na sequência para a Federação da categoria.
Formulou os projetos de lei 644/16 na ALESP (finalizado) e 6369/16 Câmara Federal, em andamento.

Assim, começou a levantar documentos, na defesa do seu setor e quando percebeu já tinha subsídios para publicar o primeiro livro em 2018, com 55 anos, lança TRAJETÓRIAS E CAMINHOS DA SEGURANÇA METROVIÁRIA DE SÃO PAULO, que conta a história da implantação do Metrô no Brasil e, por necessidade, o Corpo de segurança. Lançado também, em francês.

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