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Músicas exclusivas de Don Policarpo

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Sozinho: quando a canção vira palavra

Em um encontro íntimo entre palavra e melodia, Don Policarpo declama “Sozinho”, de Peninha, acompanhado pelo violão delicado de Ruy Bonfim.Uma interpretação que respeita o silêncio, a dor e a beleza da canção, agora disponível no canal do YouTube de Don Policarpo.  

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Um grito por paz em tempos de ruído – Don Policarpo

Em seu novo lançamento, Don Policarpo mergulha em um território árido, onde a história insiste em repetir seus erros. O álbum, composto pelas faixas “Cavaleiros da Morte” e “Paz, Man”, nasce como um retrato cru da guerra, não como espetáculo, mas como ferida aberta. As canções questionam as justificativas frágeis que tentam dar sentido ao conflito, enquanto expõem as dores, os horrores e as cicatrizes deixadas nos corpos e nas memórias. Entre ruídos, silêncios e versos que soam como alertas, o projeto se constrói como um grito coletivo que ecoa na mente de quem só deseja amor e paz. Don Policarpo transforma indignação em arte, convidando o ouvinte a refletir sobre a inutilidade da violência e a urgência de imaginar outros caminhos, onde a humanidade não precise se perder para existir.

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Lala e o Arco-Íris que Não Chegou ao Fim

No caminho para casa, Lala sentia como se tivesse retirado uma tonelada das costas. Era a sensação exata de quem consegue sair de um buraco profundo, de um quarto escuro sem janelas, ou melhor, de uma janela antes embaçada que, após a limpeza, finalmente permite enxergar o mundo lá fora. Agora os caminhos estavam visíveis. O horizonte, possível. Enquanto caminhava, uma chuva leve de verão começou a cair sobre a praça. As pessoas reagiam de formas distintas: algumas corriam em busca de abrigo, outras se entregavam ao instante, pulavam, se molhavam, riam, olhavam para o céu como quem agradece um presente inesperado. Lala caminhava devagar. Estava livre do enlace que a esperava — ou que a prendia. Ao som distante da revoada dos pássaros e sentindo os pingos da chuva tocarem sua pele, tirou as sandálias. Com os pés no chão, seguiu andando e pulando, como se brincasse de amarelinha. Livre, leve, solta. Quase flutuava. No final da praça, um arco-íris se formou no horizonte. Sem pensar duas vezes, Lala virou criança. Passou a recolher pedacinhos daquele arco-íris imaginário e guardá-los em sua bolsinha invisível, como fazia quando pequena, distribuindo encantamento por onde passava. Ria sozinha, perdida nas lembranças da infância, leve como uma pluma, feliz como quem assiste a palhaços no circo e esquece, por instantes, que o mundo pode ser cruel. Não percebeu quando Guga surgiu por trás. Não ouviu o passo, não sentiu o medo chegar. O disparo foi certeiro. Mirou a nuca. Lala não sentiu dor. Apenas caiu. Este é o ato final de Meu amo, meu dono, meu senhor, já foi o meu amor.Uma história que não termina para chocar, mas para despertar. Conscientizar para combater.

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“DESCAMINHANDO”: poesia cantante como ato de ruptura e consciência

DESCAMINHANDO se apresenta como uma obra em estado de alerta. Assinada por Don Policarpo, com letra do artista e produção geral de Marcelo Villano, a poesia cantante nasce como um manifesto sonoro que tensiona estruturas, comportamentos e discursos enraizados na sociedade contemporânea. A produção carrega críticas sociais em múltiplos níveis: políticas, existenciais, culturais e humanas, costuradas por um instrumental que não apenas acompanha a palavra, mas a impulsiona. A sonoridade dá corpo à mensagem, criando um ambiente quase insurgente, onde ritmo e texto caminham juntos na construção de uma narrativa de enfrentamento. Em DESCAMINHANDO, o som não é cenário: é combustível para a revolução da ideia. A escolha pelo formato de poesia cantante reforça o caráter híbrido da obra, que transita entre música, performance e literatura. Don Policarpo utiliza a palavra como ferramenta de questionamento, rompendo com caminhos previsíveis e propondo novos desvios, conscientes, críticos e necessários. O “des-caminhar” aqui não é perda, mas escolha: sair da rota imposta para enxergar outras possibilidades de existência. A produção de Marcelo Villano potencializa essa intenção ao criar uma base instrumental pulsante, carregada de tensão e movimento, que sustenta o discurso sem diluí-lo. Cada camada sonora contribui para ampliar o impacto da mensagem, tornando a obra ainda mais provocadora e atual. Don Policarpo já antecipa que 2026 será marcado por críticas veementemente ousadas em sua produção artística. DESCAMINHANDO surge, assim, como um prenúncio desse novo ciclo: mais direto, mais incisivo e ainda mais comprometido com a urgência de dizer. Uma obra que não pede conforto, mas escuta atenta. DESCAMINHANDO convida o público a sair do lugar comum e encarar, sem atalhos, as contradições do nosso tempo.  

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“Dedicatória”: Don Policarpo transforma sentimento em permanência

Ouça Aqui Em Dedicatória, Don Policarpo entrega mais do que uma música: oferece um gesto. Disponível no MuvFlow, a faixa nasce como um poema sonoro que atravessa o tempo, os afetos e a própria ideia de existência, reafirmando a escrita como lugar de permanência e memória. A letra se constrói a partir de um movimento de oferta. Don dedica seus poemas ao tempo, ao vento, aos aromas — elementos que não se seguram, mas se sentem. As canções, por sua vez, são entregues aos amores e às dores, reconhecendo que é justamente dessa mistura entre prazer, perda e despudor que nasce o olhar atento para a vida. Há uma sensibilidade madura em reconhecer que sentir exige coragem e presença. Quando o artista compara esse olhar ao ato de contemplar a lua, “com exaltação”, a música alcança um ponto simbólico forte: o amor e a arte como exercícios de contemplação profunda, que não pedem posse, apenas entrega. Em tom quase confessional, Dedicatória se revela também como uma epígrafe pessoal, dedicada aos amores guardados no peito — aqueles que sustentam a existência e dão sentido ao pulsar do coração para além da função biológica. Um dos momentos mais potentes da letra está na recusa em nomear esses amores. Don aponta o perigo da nomeação excessiva e propõe o amor como experiência sensorial, atemporal, livre de linhas cronológicas. Amar, aqui, é sentir “além dos tempos de existir”. Musicalmente, Dedicatória acompanha essa proposta: é delicada, reflexiva e aberta, criando espaço para que cada ouvinte reconheça seus próprios afetos nas entrelinhas. A canção não se impõe — ela convida. Com Dedicatória, Don Policarpo reafirma sua escrita como território de escuta, silêncio e profundidade. Uma obra para quem entende que algumas coisas não precisam ser explicadas, apenas sentidas. 🎧 Dedicatória já está disponível no MuvFlow.

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Don Policarpo lança “Samba é Poesia”: quando o coração fala mais alto que o compasso

O samba sempre foi uma linguagem que nasce do cotidiano, do amor, da rua e da ancestralidade. Mas, quando encontra um artista comprometido com a verdade e a sensibilidade, ele ganha ainda mais alma. É exatamente isso que acontece em “Samba é Poesia”, o novo lançamento de Don Policarpo, uma faixa que resgata a essência do gênero enquanto dialoga com a modernidade musical. Com uma interpretação marcante, Don Policarpo transforma cada verso em narrativa e cada batida em sentimento. A música conduz o ouvinte por uma viagem afetiva, da vibração do pandeiro ao lirismo das palavras, lembrando que o samba é, acima de tudo, um lugar de encontro: entre memórias, identidades e histórias reais. “Samba é Poesia” não busca apenas ser mais um lançamento, mas um manifesto artístico. Um convite para sentir o ritmo com o corpo e com o peito, reconhecendo a potência da arte que nasce da vivência. A faixa encapsula a força da poesia cantada, honrando as raízes enquanto abre espaço para novas interpretações e novos caminhos dentro da música brasileira. Para quem acompanha a trajetória de Don Policarpo, o lançamento reforça sua maturidade musical e seu compromisso em entregar obras que transbordam verdade. Para quem está chegando agora, é a porta perfeita de entrada para um universo artístico cheio de identidade e sensibilidade. Ouça agora “Samba é Poesia” e sinta essa energia vibrar em você: Ouça Agora

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Novidades Musicais de Don Policarpo Já Disponíveis no Spotify

A musicalidade poética de Don Policarpo segue ganhando novos capítulos, e todos eles já podem ser ouvidos no Spotify. O artista, conhecido por transformar poesia em melodia, ampliou recentemente seu repertório com lançamentos que transitam entre o lirismo, a ancestralidade, o afeto e a experimentação sonora. Entre as novas faixas, cada obra carrega uma atmosfera própria: Fé Mizi Fiu – Uma composição que desperta sensibilidade e espiritualidade, com a leveza característica do artista. Minha Ilha – Uma viagem sensorial e afetiva que conduz o ouvinte a um lugar de aconchego, memória e pertencimento. Cathinandu – Com pulsação poética e ritmos que evocam ancestralidade, a canção convida a sentir a música com o corpo e a alma. Nada – Uma obra reflexiva, com nuances de melancolia e profundidade emocional que ecoam no silêncio e no pensamento. That Chemistry (Aquela Química) – A versão em inglês de uma de suas canções, ampliando fronteiras e aproximando novos públicos ao seu universo musical. Além dos singles, Don Policarpo segue fortalecendo sua trajetória com projetos completos: Álbum “Samba é Poesia” – Uma obra que exalta a essência cultural brasileira por meio da poesia musicada. Entre as músicas, destaca-se “As Folhas e as Flores”, que floresce ao som de versos delicados e sensíveis. Conto de Ninar – Uma canção embalada por doçura, ideal para tocar o coração e acalmar a alma. Cada um com o Seu – Uma reflexão musical sobre identidade, diversidade e caminhos individuais. Álbum “HIPNÓZE SENSUAL” – Um mergulho em atmosferas sensoriais, explorando o lado intenso, vibrante e envolvente da arte. Cada lançamento reforça a capacidade de Don Policarpo de transformar palavras em experiência: sentir, imaginar, dançar, refletir. Quer mergulhar nesse universo poético-musical?Todos os lançamentos já estão disponíveis no Spotify.Dê o play e deixe a poesia cantar dentro de você!

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Don Policarpo lança versão em inglês da canção “Aquela Química”

O poder da música em atravessar fronteiras ganha novo significado com o mais recente lançamento de Don Policarpo: a versão em inglês da canção “Aquela Química”. A faixa, que já conquistou o público com sua sensibilidade e ritmo envolvente, ganha agora uma nova leitura, expandindo sua mensagem e aproximando diferentes culturas por meio da arte. Uma conexão que vai além das palavras Composta originalmente em português, “Aquela Química” fala sobre a sintonia que ultrapassa o entendimento racional — aquela energia inexplicável que surge entre duas pessoas e se manifesta em olhares, gestos e sentimentos. Na nova versão, o artista transporta essa emoção para o inglês, mantendo a essência poética da letra, mas com nuances vocais e interpretações que dialogam com a sonoridade internacional. A produção musical manteve a atmosfera romântica e contemporânea da versão original, mas ganhou arranjos sutis que valorizam a voz e a expressividade de Don Policarpo, reforçando sua versatilidade como cantor, compositor e intérprete. Da poesia à canção: uma trajetória que se renova Reconhecido também como escritor, poeta e teatrólogo, Don Policarpo tem transformado suas experiências artísticas em obras que dialogam com diferentes públicos. O lançamento da versão em inglês de “Aquela Química” representa mais um passo na consolidação de sua carreira musical, reafirmando sua capacidade de unir poesia, sentimento e universalidade em uma só canção. Um convite à emoção Aquela Química (English Version) já está disponível nas principais plataformas digitais e promete emocionar tanto os ouvintes brasileiros quanto o público internacional. Mais do que uma simples tradução, a música é uma ponte, entre idiomas, culturas e corações. Porque quando a arte nasce da verdade, ela fala todas as línguas.

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“Nada”: a nova canção de Don Policarpo que vem para tocar fundo

Na próxima 21 de outubro, Don Policarpo apresenta ao público sua mais nova faixa, “Nada”. Depois de tempos de preparação, o artista volta com um trabalho que promete ser revelador, tanto para quem já o acompanha, quanto para quem ainda se deixará encantar pela sua voz e poesia. Um pouco de contexto Don Policarpo é conhecido por unir elementos de poesia, música e sensibilidade num som que vai além do “pop convencional”. Seja em versos carregados de sentimento, seja nas melodias que se prendem ao espírito, ele vem construindo uma identidade própria. Com “Nada”, ele parece dar um passo à frente: uma canção que, pelo título, sugere vazio, ou a grandeza do nada, mas que, nas entrelinhas, pode carregar muito significado. Assim que “Nada” estiver disponível, clique no botão abaixo e mergulhe nessa nova viagem sonora de Don Policarpo, porque às vezes, o “nada” diz tudo.

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PARA SAMBAR E VOTAR! “Samba do Marquinho” no Festival de Música da Rádio Cachoeirinha

O compositor, escritor e multiartista Don Policarpo participa do Festival de Música da Rádio Cachoeirinha com a canção “Samba do Marquinho”, uma obra que une poesia, memória e brasilidade em um retrato sonoro cheio de autenticidade. Conhecido por sua versatilidade artística, Don Policarpo transita entre a literatura, a música e a performance com naturalidade. Em “Samba do Marquinho”, o artista traduz em melodia a afetividade das relações humanas e a força cultural do samba, reafirmando seu compromisso com a arte autoral e com a narrativa popular brasileira. A música, construída sobre harmonias delicadas e letras marcantes, reflete o estilo próprio de Don Policarpo, uma fusão entre o olhar poético e a vivência cotidiana. Sua presença no Festival de Música da Rádio Cachoeirinha representa não apenas o reconhecimento de sua trajetória, mas também o fortalecimento da cena independente e da produção artística nacional. Para apoiar o artista e contribuir para a valorização da música autoral, acesse o site radiocachoeirinha.com e vote na canção “Samba do Marquinho”. O voto do público é essencial para ampliar o alcance dessa obra e incentivar o trabalho de artistas que constroem cultura com sensibilidade e propósito. Don Policarpo agradece a todos que acompanham e fortalecem a arte independente. Sua participação no festival reafirma o poder transformador da música e a importância de manter viva a tradição criativa do samba brasileiro. https://youtu.be/0DqcOiLhUAY

Sobre Don Policarpo

DALVILSON DONIZETE POLICARPO
São Paulo – SP
Nascido em 16 de novembro de 1963
Inaugurado/Registrado em 20 de janeiro de 1964

Técnico de Meio Ambiente, Graduado em Geografia, Professor do Estado e Pós Graduou-se em História da África e Docência Superior.
Metroviário por 35 anos onde atuou como Agente de Segurança.
Devido as condições de trabalho requererem muita luta em prol de suas melhorias e devido a eloquência e posicionamentos, foi eleito para a direção do sindicato, para a CIPA e na sequência para a Federação da categoria.
Formulou os projetos de lei 644/16 na ALESP (finalizado) e 6369/16 Câmara Federal, em andamento.

Assim, começou a levantar documentos, na defesa do seu setor e quando percebeu já tinha subsídios para publicar o primeiro livro em 2018, com 55 anos, lança TRAJETÓRIAS E CAMINHOS DA SEGURANÇA METROVIÁRIA DE SÃO PAULO, que conta a história da implantação do Metrô no Brasil e, por necessidade, o Corpo de segurança. Lançado também, em francês.

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