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Pensamentos, questionamentos e apontamentos por Don Policarpo

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Um encontro de arte e reconhecimento: Don Policarpo e Criolo

Alguns encontros acontecem de forma tão espontânea que parecem guiados pela própria arte. Foi o que viveu Don Policarpo recentemente, ao cruzar caminhos com um dos nomes mais emblemáticos da música brasileira contemporânea: Criolo. “Há alguns dias, entreguei meu livro A Magia da Poesia Cantante Vol. 2 na portaria do prédio onde ele mora e hoje, no Jazz Restaurante, ele me reconheceu, me chamou de ‘o escritor’. Gentil e atencioso, permitiu a self-service e elogiou o livro.A oportunidade foi maravilhosa e só agradeço!”, relatou Don Policarpo. Mais do que um simples encontro, o momento representa um diálogo entre dois universos criativos que se cruzam na palavra, na emoção e na arte como ferramenta de transformação. Criolo, nascido Kleber Cavalcante Gomes, é um dos maiores expoentes do rap e da música popular brasileira. Com uma trajetória que transcende gêneros e fronteiras, o artista é reconhecido pela força poética de suas composições, que combinam crítica social, lirismo e sensibilidade humana. Sua obra percorre o rap, o samba, o soul e o afrofuturismo, construindo pontes entre as periferias e os palcos do mundo. A escrita de Criolo carrega uma profundidade literária rara, traduzindo vivências urbanas e coletivas em versos que falam sobre amor, desigualdade, ancestralidade e esperança. Essa sensibilidade o coloca entre os grandes compositores contemporâneos brasileiros, alguém que escreve e canta com o coração voltado à humanidade. O encontro entre Don Policarpo, escritor e pesquisador das expressões artísticas afro-brasileiras, e Criolo, artista que transforma poesia em som, revela o poder dos vínculos entre referências culturais. Quando dois criadores se reconhecem, a arte se fortalece, o diálogo se amplia e novas possibilidades nascem. Esses encontros, ainda que breves, lembram que a arte é também um gesto de reconhecimento mútuo, onde cada palavra, melodia ou olhar partilhado faz ecoar o valor da criação, da escuta e da troca verdadeira.

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Don Policarpo é jurado convidado no Prêmio Eliete Fernandes 2025

No dia 19 de outubro, o Teatro SESI AE Carvalho, em São Paulo, recebeu mais uma edição do Festival de Teatro Amador Prêmio Eliete Fernandes (FEF3), um evento que celebra o talento, a criatividade e a força do teatro amador brasileiro. Nesta edição, o festival contou com uma presença muito especial na banca de jurados: Don Policarpo, da Cia InsitaAção. Reconhecido por sua atuação no cenário teatral, Don Policarpo foi convidado como jurado especial em homenagem à sua trajetória marcante dentro do festival e à sua contribuição artística e intelectual. O artista integrou o evento após ter se destacado anteriormente com o espetáculo “Dois Reis”, vencedor do prêmio de Melhor Roteiro Original, peça que abordou com sensibilidade e profundidade temas históricos e culturais de grande relevância. Além de sua carreira artística, Don Policarpo possui pós-graduação em História da África, formação que amplia sua capacidade de análise e crítica sobre aspectos históricos, cênicos e simbólicos das obras apresentadas. Essa bagagem acadêmica foi essencial para enriquecer as discussões da banca, oferecendo uma leitura plural e contextualizada das produções teatrais concorrentes. Durante o festival, o público pôde prestigiar apresentações potentes como a do grupo Ascalon (São Paulo/SP), com o espetáculo “Chico Rei”, sob a direção de Nelson Machado, uma montagem que emocionou o público ao narrar a história de resistência e realeza negra, dialogando diretamente com o compromisso do festival de valorizar a diversidade cultural e a memória afro-brasileira. Com apoio do SESI, o Prêmio Eliete Fernandes reafirma-se como um espaço de celebração da arte e da coletividade, fortalecendo o teatro amador como ferramenta de transformação social. A presença de Don Policarpo na banca reforça esse propósito, unindo arte, conhecimento e identidade em um mesmo palco.

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8ª Festa das Crianças: solidariedade, alegria e comunidade em um só lugar

No dia 18 de outubro de 2025, a Polícia Militar do Estado de São Paulo, por meio da 3ª Companhia do 3º BPM/M, realiza a 8ª Festa das Crianças Beneficente das Bases Comunitárias, um evento tradicional que transforma o mês das crianças em um momento de união, solidariedade e muita diversão. Com programação gratuita, a festa acontecerá na Praça José Augusto Veloso, das 10h às 15h, reunindo famílias, voluntários e parceiros em um dia inteiro de atividades voltadas ao bem-estar das crianças da comunidade. O evento é fruto do trabalho conjunto entre a PMESP, o Rotary Club de São Paulo Vizinhança Solidária e outras iniciativas locais que fortalecem os laços entre segurança pública e cidadania. A proposta é simples e poderosa: criar um espaço de convivência saudável, onde as crianças possam brincar, aprender e celebrar a infância com segurança e afeto. Além das brincadeiras e atrações culturais, a festa tem caráter beneficente, reforçando o compromisso social das bases comunitárias com a inclusão e o apoio às famílias em situação de vulnerabilidade. Com o lema “Vamos todos juntos. Ninguém fica para trás”, a celebração promete ser um lembrete vivo de que a comunidade é mais forte quando caminha unida. 🎈 Programe-se: leve sua família, participe e ajude a espalhar essa corrente de alegria e solidariedade!

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PARA SAMBAR E VOTAR! “Samba do Marquinho” no Festival de Música da Rádio Cachoeirinha

O compositor, escritor e multiartista Don Policarpo participa do Festival de Música da Rádio Cachoeirinha com a canção “Samba do Marquinho”, uma obra que une poesia, memória e brasilidade em um retrato sonoro cheio de autenticidade. Conhecido por sua versatilidade artística, Don Policarpo transita entre a literatura, a música e a performance com naturalidade. Em “Samba do Marquinho”, o artista traduz em melodia a afetividade das relações humanas e a força cultural do samba, reafirmando seu compromisso com a arte autoral e com a narrativa popular brasileira. A música, construída sobre harmonias delicadas e letras marcantes, reflete o estilo próprio de Don Policarpo, uma fusão entre o olhar poético e a vivência cotidiana. Sua presença no Festival de Música da Rádio Cachoeirinha representa não apenas o reconhecimento de sua trajetória, mas também o fortalecimento da cena independente e da produção artística nacional. Para apoiar o artista e contribuir para a valorização da música autoral, acesse o site radiocachoeirinha.com e vote na canção “Samba do Marquinho”. O voto do público é essencial para ampliar o alcance dessa obra e incentivar o trabalho de artistas que constroem cultura com sensibilidade e propósito. Don Policarpo agradece a todos que acompanham e fortalecem a arte independente. Sua participação no festival reafirma o poder transformador da música e a importância de manter viva a tradição criativa do samba brasileiro. https://youtu.be/0DqcOiLhUAY

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Don Policarpo e suas “Poesias Ancestrais”: quando a palavra vira música e presença

Em uma de suas apresentações mais marcantes, Don Policarpo subiu ao palco com seu projeto “Poesias Cantantes”, um formato vivo e espontâneo que une poesia, leitura, atuação e até dois acordes de cavaco, o suficiente para transformar silêncio em encanto e provocar sorrisos no público. O espetáculo é mais do que uma leitura ou um show: é uma travessia sensorial. Don mistura sua voz poética com gestos, pausas e melodias sutis, criando uma atmosfera que passeia entre o riso e a reflexão. Cada texto ganha corpo e ritmo, convidando o público a se aproximar, a sentir, a lembrar que a arte também pode ser simples, divertida e profundamente humana. Poesias que levam a ancestralidade e o amor, atravessando o tempo e o corpo, ecoando memórias e afetos. Em cada palavra, Don invoca raízes e sentimentos que se transformam em canto, lembrando que a poesia nasce do chão, mas voa leve, como quem reconhece de onde veio. Com o projeto “Poesias Cantantes”, Don reafirma seu compromisso com uma arte que dialoga, emociona e desarma, onde a poesia não fica no papel, mas respira no palco, no olhar de quem escuta e na cumplicidade de quem compartilha o momento. O resultado é um encontro leve, autêntico e cheio de alma. Porque, no fim, bastam mesmo dois acordes de cavaco para lembrar que a poesia está viva e continua cantando dentro de cada um de nós. https://youtu.be/hGDBzn6pFuI

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Jam Session no Delícias da Villa: uma noite de arte e sabor

Na última quinta-feira, 26 de setembro, o Delícias da Villa, na Galeria Villa Caiçara, se transformou em um reduto de liberdade artística e celebração coletiva. Músicos, poetas, artistas e amantes da boa comida se reuniram para uma jam session que misturou ritmos, vozes e afetos — um verdadeiro banquete sensorial no coração de Itanhaém. O evento, realizado em clima intimista e descontraído, reuniu talentos locais em apresentações espontâneas, marcadas pela improvisação e pelo diálogo entre diferentes expressões artísticas. Do violão à percussão, da palavra falada ao canto coletivo, tudo se entrelaçou em um mesmo fluxo criativo, orgânico, leve e vibrante. Enquanto a arte acontecia, o público saboreava as delícias da casa, que mais uma vez provou ser um espaço onde gastronomia e cultura se encontram com naturalidade. Cada mesa virou palco, cada riso virou melodia, e cada brinde celebrou a potência de se criar junto. Mais do que um evento, a jam foi um encontro, um lembrete de que a arte vive no improviso, na escuta e no calor das trocas humanas. Uma noite que reafirma o Delícias da Villa como ponto de efervescência cultural da região, onde música, comida boa e gente bonita se encontram para compartilhar o que têm de melhor: presença. 🎶 Que venham as próximas! https://donpolicarpo.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/jam-session-don-policarpo.mp4

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Don Policarpo participa do Sarau da AIL em celebração à chegada da Primavera

A Biblioteca Municipal de Itanhaém foi tomada por versos, melodias e flores na última edição do Sarau da Academia Itanhaense de Letras (AIL), um encontro que reuniu acadêmicos e o público em uma noite de partilha e sensibilidade. O evento, já tradicional na cidade, abriu espaço para que a comunidade celebrasse a Primavera através da arte, um tempo de florescer sentimentos, ideias e expressões. Poesias foram declamadas com emoção e, desta vez, a música também ganhou destaque, com apresentações que encantaram o público e deram um novo ritmo à noite. Entre os destaques, Don Policarpo marcou presença com sua performance sensível e envolvente, unindo palavra e melodia em um gesto de celebração à vida e à arte local. Sua participação reforçou a importância de encontros como esse, que aproximam gerações, fortalecem a cena cultural e mantêm viva a tradição da literatura e da música em Itanhaém. O Sarau da AIL segue sendo um espaço de encontro entre arte e comunidade, onde cada palavra dita e cada nota tocada florescem em quem escuta, como um prenúncio das cores e afetos que a Primavera traz.

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Don Policarpo e o passeio pela arte

No canal do YouTube de Don Policarpo, cada obra é mais do que imagem — é um gesto de revelação. Em sua nova publicação, o artista apresenta um conjunto de criações que se entrelaçam com a própria existência, acompanhadas da legenda: “Passeando pelas artes me descubro, me desnudo, sem amarras…” A frase sintetiza a essência de seu processo criativo: a arte como caminho de autoconhecimento, liberdade e desapego. Ao explorar formas, texturas e cores, Don Policarpo constrói não apenas telas e composições visuais, mas também espaços de encontro consigo mesmo. Essas produções revelam um movimento contínuo entre o íntimo e o externo, entre a vida que pulsa e a poesia que se manifesta na matéria. São obras que convidam o espectador a também se despir das próprias amarras, deixando-se levar pela sensibilidade do olhar. No YouTube, esse passeio se torna coletivo: cada vídeo abre a possibilidade de partilhar não apenas a arte, mas o ato de descobri-la. https://youtu.be/abOQNKp5_rU

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As novas telas de Don Policarpo: matéria, cor e caminhos

A arte de Don Policarpo sempre foi marcada pela busca por texturas, camadas e significados. Em sua nova série de telas, o artista aprofunda essa pesquisa, explorando materiais como argamassa, adereços, fita crepe, resinas e tintas, criando superfícies que ultrapassam o plano e convidam o olhar a mergulhar em sua tridimensionalidade. Cada obra surge como uma pergunta visual, um convite à reflexão sobre o espaço, o tempo e as percepções que carregamos. A janela e o céu Nesta tela, Don Policarpo evoca a ideia de horizonte: o encontro entre o dentro e o fora, entre o limite da janela e a imensidão do céu. A argamassa ganha corpo como moldura simbólica, enquanto as cores revelam a sensação de infinito e abertura. Como? Aqui, o questionamento é o próprio tema. A obra nasce da inquietação e do gesto experimental: fita crepe, resina e tinta dialogam em camadas que não buscam respostas prontas, mas deixam transparecer a dúvida como motor da criação artística. Caminhos Em “Caminhos”, a matéria é usada como metáfora para trajetórias de vida. As texturas irregulares, as sobreposições e as marcas da argamassa e da tinta remetem ao percurso que se constrói passo a passo, com desvios, encontros e descobertas. Uma poética da matéria Ao trabalhar com elementos brutos e cotidianos como a argamassa e a fita crepe, Don Policarpo transforma materiais de uso comum em suportes de poesia visual. Seu processo revela que a arte pode nascer do simples, do improvisado e do experimental, e ainda assim carregar uma força simbólica capaz de nos tocar profundamente. As telas “A janela e o céu”, “Como?” e “Caminhos” não são apenas obras visuais: são experiências sensoriais que nos lembram de olhar para além da superfície e escutar o que a matéria tem a dizer.

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Adaptação do livro de Don Policarpo ganha os palcos na 11ª Semana Literária

Já está disponível no canal do YouTube de Don Policarpo o vídeo da adaptação de um de seus livros para o teatro, realizada pelo Grupo InSíTáAção. O espetáculo foi apresentado no tradicional Teatro Eva Wilma, na cidade de Itanhaém – SP, durante a 11ª Semana Literária, evento que celebra a força da palavra e o encontro entre literatura e artes cênicas. A peça levou ao palco toda a intensidade e poesia presentes na obra escrita, transformando páginas em movimento, sentimentos em gestos e versos em interpretação. O Grupo InSíTáAção, conhecido por seu trabalho engajado e criativo, deu vida às personagens com sensibilidade e força, transportando o público para o universo construído por Don Policarpo. A apresentação foi recebida com entusiasmo, reafirmando o poder da arte de transitar entre linguagens e emocionar em diferentes formatos. Como diz o próprio autor: a arte que nasce em palavras também pode se reinventar em cena. O vídeo completo da apresentação está disponível no canal oficial de Don Policarpo no YouTube, para que todos possam reviver a experiência ou conhecê-la de perto. Uma oportunidade de mergulhar no encontro entre literatura e teatro, em uma obra que fala de história, ancestralidade e resistência. https://youtu.be/PKFbporGrBw

Sobre Don Policarpo

DALVILSON DONIZETE POLICARPO
São Paulo – SP
Nascido em 16 de novembro de 1963
Inaugurado/Registrado em 20 de janeiro de 1964

Técnico de Meio Ambiente, Graduado em Geografia, Professor do Estado e Pós Graduou-se em História da África e Docência Superior.
Metroviário por 35 anos onde atuou como Agente de Segurança.
Devido as condições de trabalho requererem muita luta em prol de suas melhorias e devido a eloquência e posicionamentos, foi eleito para a direção do sindicato, para a CIPA e na sequência para a Federação da categoria.
Formulou os projetos de lei 644/16 na ALESP (finalizado) e 6369/16 Câmara Federal, em andamento.

Assim, começou a levantar documentos, na defesa do seu setor e quando percebeu já tinha subsídios para publicar o primeiro livro em 2018, com 55 anos, lança TRAJETÓRIAS E CAMINHOS DA SEGURANÇA METROVIÁRIA DE SÃO PAULO, que conta a história da implantação do Metrô no Brasil e, por necessidade, o Corpo de segurança. Lançado também, em francês.

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