Arte

Pensamentos, questionamentos e apontamentos por Don Policarpo

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Don Policarpo e suas “Poesias Ancestrais”: quando a palavra vira música e presença

Em uma de suas apresentações mais marcantes, Don Policarpo subiu ao palco com seu projeto “Poesias Cantantes”, um formato vivo e espontâneo que une poesia, leitura, atuação e até dois acordes de cavaco, o suficiente para transformar silêncio em encanto e provocar sorrisos no público. O espetáculo é mais do que uma leitura ou um show: é uma travessia sensorial. Don mistura sua voz poética com gestos, pausas e melodias sutis, criando uma atmosfera que passeia entre o riso e a reflexão. Cada texto ganha corpo e ritmo, convidando o público a se aproximar, a sentir, a lembrar que a arte também pode ser simples, divertida e profundamente humana. Poesias que levam a ancestralidade e o amor, atravessando o tempo e o corpo, ecoando memórias e afetos. Em cada palavra, Don invoca raízes e sentimentos que se transformam em canto, lembrando que a poesia nasce do chão, mas voa leve, como quem reconhece de onde veio. Com o projeto “Poesias Cantantes”, Don reafirma seu compromisso com uma arte que dialoga, emociona e desarma, onde a poesia não fica no papel, mas respira no palco, no olhar de quem escuta e na cumplicidade de quem compartilha o momento. O resultado é um encontro leve, autêntico e cheio de alma. Porque, no fim, bastam mesmo dois acordes de cavaco para lembrar que a poesia está viva e continua cantando dentro de cada um de nós. https://youtu.be/hGDBzn6pFuI

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Jam Session no Delícias da Villa: uma noite de arte e sabor

Na última quinta-feira, 26 de setembro, o Delícias da Villa, na Galeria Villa Caiçara, se transformou em um reduto de liberdade artística e celebração coletiva. Músicos, poetas, artistas e amantes da boa comida se reuniram para uma jam session que misturou ritmos, vozes e afetos — um verdadeiro banquete sensorial no coração de Itanhaém. O evento, realizado em clima intimista e descontraído, reuniu talentos locais em apresentações espontâneas, marcadas pela improvisação e pelo diálogo entre diferentes expressões artísticas. Do violão à percussão, da palavra falada ao canto coletivo, tudo se entrelaçou em um mesmo fluxo criativo, orgânico, leve e vibrante. Enquanto a arte acontecia, o público saboreava as delícias da casa, que mais uma vez provou ser um espaço onde gastronomia e cultura se encontram com naturalidade. Cada mesa virou palco, cada riso virou melodia, e cada brinde celebrou a potência de se criar junto. Mais do que um evento, a jam foi um encontro, um lembrete de que a arte vive no improviso, na escuta e no calor das trocas humanas. Uma noite que reafirma o Delícias da Villa como ponto de efervescência cultural da região, onde música, comida boa e gente bonita se encontram para compartilhar o que têm de melhor: presença. 🎶 Que venham as próximas! https://donpolicarpo.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/10/jam-session-don-policarpo.mp4

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Don Policarpo participa do Sarau da AIL em celebração à chegada da Primavera

A Biblioteca Municipal de Itanhaém foi tomada por versos, melodias e flores na última edição do Sarau da Academia Itanhaense de Letras (AIL), um encontro que reuniu acadêmicos e o público em uma noite de partilha e sensibilidade. O evento, já tradicional na cidade, abriu espaço para que a comunidade celebrasse a Primavera através da arte, um tempo de florescer sentimentos, ideias e expressões. Poesias foram declamadas com emoção e, desta vez, a música também ganhou destaque, com apresentações que encantaram o público e deram um novo ritmo à noite. Entre os destaques, Don Policarpo marcou presença com sua performance sensível e envolvente, unindo palavra e melodia em um gesto de celebração à vida e à arte local. Sua participação reforçou a importância de encontros como esse, que aproximam gerações, fortalecem a cena cultural e mantêm viva a tradição da literatura e da música em Itanhaém. O Sarau da AIL segue sendo um espaço de encontro entre arte e comunidade, onde cada palavra dita e cada nota tocada florescem em quem escuta, como um prenúncio das cores e afetos que a Primavera traz.

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Don Policarpo e o passeio pela arte

No canal do YouTube de Don Policarpo, cada obra é mais do que imagem — é um gesto de revelação. Em sua nova publicação, o artista apresenta um conjunto de criações que se entrelaçam com a própria existência, acompanhadas da legenda: “Passeando pelas artes me descubro, me desnudo, sem amarras…” A frase sintetiza a essência de seu processo criativo: a arte como caminho de autoconhecimento, liberdade e desapego. Ao explorar formas, texturas e cores, Don Policarpo constrói não apenas telas e composições visuais, mas também espaços de encontro consigo mesmo. Essas produções revelam um movimento contínuo entre o íntimo e o externo, entre a vida que pulsa e a poesia que se manifesta na matéria. São obras que convidam o espectador a também se despir das próprias amarras, deixando-se levar pela sensibilidade do olhar. No YouTube, esse passeio se torna coletivo: cada vídeo abre a possibilidade de partilhar não apenas a arte, mas o ato de descobri-la. https://youtu.be/abOQNKp5_rU

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As novas telas de Don Policarpo: matéria, cor e caminhos

A arte de Don Policarpo sempre foi marcada pela busca por texturas, camadas e significados. Em sua nova série de telas, o artista aprofunda essa pesquisa, explorando materiais como argamassa, adereços, fita crepe, resinas e tintas, criando superfícies que ultrapassam o plano e convidam o olhar a mergulhar em sua tridimensionalidade. Cada obra surge como uma pergunta visual, um convite à reflexão sobre o espaço, o tempo e as percepções que carregamos. A janela e o céu Nesta tela, Don Policarpo evoca a ideia de horizonte: o encontro entre o dentro e o fora, entre o limite da janela e a imensidão do céu. A argamassa ganha corpo como moldura simbólica, enquanto as cores revelam a sensação de infinito e abertura. Como? Aqui, o questionamento é o próprio tema. A obra nasce da inquietação e do gesto experimental: fita crepe, resina e tinta dialogam em camadas que não buscam respostas prontas, mas deixam transparecer a dúvida como motor da criação artística. Caminhos Em “Caminhos”, a matéria é usada como metáfora para trajetórias de vida. As texturas irregulares, as sobreposições e as marcas da argamassa e da tinta remetem ao percurso que se constrói passo a passo, com desvios, encontros e descobertas. Uma poética da matéria Ao trabalhar com elementos brutos e cotidianos como a argamassa e a fita crepe, Don Policarpo transforma materiais de uso comum em suportes de poesia visual. Seu processo revela que a arte pode nascer do simples, do improvisado e do experimental, e ainda assim carregar uma força simbólica capaz de nos tocar profundamente. As telas “A janela e o céu”, “Como?” e “Caminhos” não são apenas obras visuais: são experiências sensoriais que nos lembram de olhar para além da superfície e escutar o que a matéria tem a dizer.

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Adaptação do livro de Don Policarpo ganha os palcos na 11ª Semana Literária

Já está disponível no canal do YouTube de Don Policarpo o vídeo da adaptação de um de seus livros para o teatro, realizada pelo Grupo InSíTáAção. O espetáculo foi apresentado no tradicional Teatro Eva Wilma, na cidade de Itanhaém – SP, durante a 11ª Semana Literária, evento que celebra a força da palavra e o encontro entre literatura e artes cênicas. A peça levou ao palco toda a intensidade e poesia presentes na obra escrita, transformando páginas em movimento, sentimentos em gestos e versos em interpretação. O Grupo InSíTáAção, conhecido por seu trabalho engajado e criativo, deu vida às personagens com sensibilidade e força, transportando o público para o universo construído por Don Policarpo. A apresentação foi recebida com entusiasmo, reafirmando o poder da arte de transitar entre linguagens e emocionar em diferentes formatos. Como diz o próprio autor: a arte que nasce em palavras também pode se reinventar em cena. O vídeo completo da apresentação está disponível no canal oficial de Don Policarpo no YouTube, para que todos possam reviver a experiência ou conhecê-la de perto. Uma oportunidade de mergulhar no encontro entre literatura e teatro, em uma obra que fala de história, ancestralidade e resistência. https://youtu.be/PKFbporGrBw

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Don Policarpo participa da 2ª Feira Virtual del Libro – Bolívia

A literatura rompe fronteiras e cria encontros. No próximo domingo, 14 de setembro, às 08h (horário da Bolívia), acontece mais uma edição da Feira Virtual del Libro da Bolívia, reunindo escritores, poetas e amantes da palavra em um espaço de celebração cultural. O evento contará com a participação do Movimento Cultivista Café com Poemas Sorocaba, trazendo o especial “Café con Poemas”, que promove o diálogo entre vozes poéticas do Brasil e da Bolívia. Entre os convidados está o escritor e poeta Don Policarpo (Brasil), que levará sua sensibilidade literária e sua voz única para essa troca internacional. A programação também inclui grandes nomes da poesia brasileira, como Shirley Ferro, Paulo Medrado, Josemir Lemos, Vânia Moreira, Cris Vaccarezza, Débora Domingues, Altamir Costa, além do embaixador cultural Romario Filho e da apresentação de Priscila Mancussi. Esse encontro promete ser um momento de partilha, inspiração e conexão, reforçando a importância da poesia como ponte entre culturas e povos. Data: Domingo, 14 de setembroHorário: 08h (Bolívia)Transmissão: @FeriaVirtualDelLibroBolivia Não perca a oportunidade de acompanhar esse evento e prestigiar o talento de Don Policarpo e de tantos outros artistas que acreditam na força transformadora da palavra.

Arte, Livros

Novo projeto teatral do Grupo IN-SI-TA-AÇÃO: Idará Ibi Pedra de Xangô – Na Terra de Índio

Novo Projeto! A arte que vira livro, o livro que vira peça. Assim nasce “Idará Ibi Pedra de Xangô – Na Terra de Índio”, novo projeto teatral do Grupo IN-SI-TA-AÇÃO, escrito por Don Policarpo. A obra, que atravessa linguagens e mantém viva a tradição da oralidade, traz em seus versos uma reflexão poderosa sobre escolhas, destinos e resistências. Como bem diz uma de suas frases marcantes: “Agora caberá ao homem de outra cor, seguir ou não o que foi dito por vós, cabendo somente a ele colher os frutos, conforme o caminho que resolver seguir.” A trama acontece em uma mina, espaço marcado pela exploração e pela dor, onde um índio e um negro, ambos escravizados, descobrem uma pedra misteriosa e mística. Esse encontro se transforma em um símbolo de força e esperança, capaz de ressignificar suas trajetórias em meio à opressão. Contexto Histórico e Cultural A obra se insere em um período marcante da história do Brasil, o do ciclo do ouro, onde o contato entre as populações indígenas, as comunidades africanas e os colonizadores portugueses foi intenso. A “Pedra” mencionada no título e a força de Xangô (uma divindade do panteão africano) remetem à espiritualidade e à busca por identidade em meio a um processo de exploração e imposição cultural. Detalhes da Obra Gênero: Romance histórico.Autor: Policarpo.Temática: Brasil colonial, extração de ouro e pedras, o encontro de etnias indígenas com negros, a influência de um “algoz” (o contexto colonial e exploratório) e o simbolismo de uma pedra em uma mina.Disponibilidade: Pode ser adquirido como eBook em plataformas como a Amazon Brasil. Livro – Amazon E-book – Livraria Cultura Idará Ibi Pedra de Xangô – Na Terra de Índio promete ser um espetáculo que une arte, ancestralidade e crítica social, reafirmando o compromisso do Grupo IN-SI-TA-AÇÃO em dar voz a narrativas potentes e necessárias. Em breve, mais informações sobre a estreia e apresentações estarão disponíveis. IG – GRUPO IN SI TA AÇÃO

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Gravação do clipe “Destino na Palma da Mão”

O cavaquinho que abre sorridente, o pandeiro marcando firme o compasso, o violão segurando a harmonia e, no centro de tudo, a voz de Don Policarpo. Foi assim que nasceu a gravação do clipe “Destino na Palma da Mão”, um trabalho que vai muito além da música: é um manifesto sobre acreditar em si mesmo e caminhar com confiança. O registro audiovisual foi pensado para traduzir a essência do samba, sem excessos, deixando que os instrumentos e a interpretação falem por si. A cada batida, a canção transmite a força de quem carrega no peito a certeza de que a vida só ganha sentido quando se assume as rédeas da própria jornada. E essa história vai ainda mais longe: a gravação do clipe faz parte do filme “Elas do Capão”, produção do talentoso Carlinhos Periferia, que traz um olhar potente e necessário sobre a cultura e a resistência das quebradas. É música e cinema se encontrando para ampliar vozes e mensagens que merecem ser ouvidas. Don Policarpo traz em sua interpretação verdade, entrega e sentimento. Sua voz encontra a batida quente do pandeiro, o brilho das cordas do cavaquinho e o balanço do violão, criando uma atmosfera que mistura tradição e autenticidade. É um convite para dançar, cantar e refletir. Mais que uma canção, “Destino na Palma da Mão” é um recado:“Tem que pegar seu destino na palma da mão.” O clipe vem para reforçar essa mensagem de coragem e atitude, mostrando que cada um pode ser protagonista da própria história. Em breve, estará disponível para o público, prometendo emocionar e levantar rodas de samba por onde tocar. https://youtu.be/nYAs4m4kQ5Q

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Don Policarpo leva a peça teatral Dois Reis ao Teatro Eva Wilma, em Itanhaém

O Teatro Eva Wilma, em Itanhaém, recebeu a apresentação especial da peça Dois Reis, uma adaptação do livro homônimo escrito por Don Policarpo. A montagem trouxe para o palco toda a força e intensidade da obra, transformando as páginas em cenas vivas, repletas de emoção e significado. Protagonizada por Don Policarpo e Marcos Zapater, a peça conduziu o público por uma narrativa envolvente, onde temas universais como poder, ambição, destino e humanidade se entrelaçam. A adaptação preserva a essência literária do livro, mas explora novas possibilidades por meio da linguagem cênica, criando momentos de impacto visual e dramático que só o teatro pode proporcionar. A presença do autor no palco deu à experiência um caráter único, permitindo que a interpretação dialogasse diretamente com a intenção original da obra. Ao lado de Marcos Zapater, Policarpo construiu uma química cênica que manteve a plateia atenta do início ao fim, conduzindo-a por reviravoltas e reflexões profundas. A apresentação de Dois Reis no Teatro Eva Wilma reafirma a versatilidade artística de Don Policarpo, que transita com naturalidade entre literatura, poesia, música e teatro, sempre com a proposta de provocar pensamento e emocionar. CONFIRA UM POUCO ABAIXO: https://youtu.be/QsxJw7TQGwQ

Sobre Don Policarpo

DALVILSON DONIZETE POLICARPO

São Paulo – SP
Nascido em 16 de novembro de 1963
Inaugurado/Registrado em 20 de janeiro de 1964

Técnico de Meio Ambiente, Graduado em Geografia, Professor do Estado e Pós Graduou-se em História da África e Docência Superior.
Metroviário por 35 anos onde atuou como Agente de Segurança.
Devido as condições de trabalho requererem muita luta em prol de suas melhorias e devido a eloquência e posicionamentos, foi eleito para a direção do sindicato, para a CIPA e na sequência para a Federação da categoria.
Formulou os projetos de lei 644/16 na ALESP (finalizado) e 6369/16 Câmara Federal, em andamento.

Assim, começou a levantar documentos, na defesa do seu setor e quando percebeu já tinha subsídios para publicar o primeiro livro em 2018, com 55 anos, lança TRAJETÓRIAS E CAMINHOS DA SEGURANÇA METROVIÁRIA DE SÃO PAULO, que conta a história da implantação do Metrô no Brasil e, por necessidade, o Corpo de segurança. Lançado também, em francês.

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