Author name: Don Policarpo

Escritor, poeta, compositor. Lançou Maçã, A Árvore dos Alados e A Magia da Poesia Cantante Vol.2, entre outros. O autor convida todos a se entenderem como cidadãos de um mundo profundamente lesionado pela crise ambiental, com uma linguagem lúdica, as obras ressaltam a necessidade de proteger o planeta, a importância da educação familiar e ambiental, além da valorização da memória ancestral e afetiva.

Poesias

Inauguração da AIL – Academia Itanhaense de Letras: uma noite histórica marcada pela poesia cantada “Coisa Minha”, de Don Policarpo

https://youtu.be/wV8KjBipd8M A cultura de Itanhaém viveu um momento histórico com a inauguração da AIL – Academia Itanhaense de Letras, um marco para a literatura, a memória e a produção artística da cidade. A solenidade reuniu escritores, poetas, músicos, pesquisadores e apaixonados pela arte da palavra, celebrando a fundação de uma instituição que nasce com o propósito de preservar e impulsionar a criação literária local. Entre discursos emocionados e homenagens, um dos momentos mais marcantes da noite foi a apresentação especial da poesia cantada “Coisa Minha”, interpretada pelo artista e produtor cultural Don Policarpo, cuja trajetória está profundamente ligada à valorização da cultura popular e ao fortalecimento dos saraus no estado de São Paulo. A força da poesia que ecoa identidade: “Coisa Minha” trouxe ao palco a sensibilidade e o olhar afetivo que caracterizam a obra de Don Policarpo. Em sua interpretação, a poesia se mistura ao canto para narrar sentimentos, memórias e a beleza da simplicidade, imprimindo verdade e emoção em cada verso. A performance emocionou o público presente e simbolizou a união entre tradição e contemporaneidade, dois pilares essenciais da nova Academia Itanhaense de Letras. Um marco para a cidade e para seus artistas: A criação da AIL representa um avanço significativo para Itanhaém, reforçando o compromisso com: • A valorização dos escritores locais.• A promoção da literatura em suas múltiplas vertentes.• A preservação da história cultural do município.• O incentivo a novos talentos e projetos educacionais. Ao reunir artistas que dedicam a vida à palavra, a Academia inaugura um novo tempo para a cena literária da cidade. A participação de Don Policarpo, reafirma sua contribuição contínua à cultura paulista. Sua poesia cantada dialoga com diferentes gerações, aproximando comunidade, arte e memória, valores essenciais para a missão da AIL. Um início que aponta para novos horizontes: A tarde da inauguração da Academia Itanhaense de Letras não foi apenas uma celebração, mas um convite para que novos capítulos culturais sejam escritos. A emoção da plateia, a força das palavras e a musicalidade de “Coisa Minha” marcaram esse ponto de partida com brilho e significado. Que essa nova Academia seja um lar para a literatura Itanhaense, e que a poesia siga encontrando voz, corpo e canto através de artistas como Don Policarpo.

Arte

Sarau dos Saraus 2025: uma celebração de poesia, música e encontros na Câmara Municipal de São Paulo

No próximo dia 12 de dezembro de 2025, a Câmara Municipal de São Paulo será palco de um dos encontros culturais mais marcantes do ano: o Sarau dos Saraus – Edição 2025, realizado pela produtora cultural Shirley Ferro e guiado pela presença sempre inspiradora de Don Policarpo, presidente e cantor do Sarau Don Policarpo. Com início às 16h30 no Auditório Freitas Nobre, o evento reunirá poetas, músicos e artistas que fortalecem a cena cultural paulistana, promovendo um fim de tarde dedicado à arte, ao afeto e ao poder transformador da palavra. Um encontro de vozes que inspiram Nesta edição especial, o Sarau Don Policarpotraz ao palco convidados que simbolizam a força da criação coletiva: • Arthur Martins Filho – Poeta• Marcelo Villano – Instrumental• Marcos Zapater – Poeta Além das apresentações, Don Policarpo conduz o evento com a sensibilidade que o caracteriza, reafirmando o propósito do sarau: abrir espaço para a expressão artística em sua forma mais livre, democrática e emocionante. Um sarau que celebra o ano e renova a energia da cultura. O Sarau dos Saraus é mais do que um evento, é um ponto de encontro entre gerações, trajetórias e linguagens artísticas. Cada edição renova a chama da cultura popular, dando visibilidade a novos talentos e fortalecendo os laços entre artistas e comunidade. Com traje esporte fino e clima festivo, esta edição de 2025 também celebra o encerramento de um ciclo e abre caminhos para novos projetos e parcerias que já começam a despontar para 2026. Serviço: 📅 Data: 12 de dezembro de 2025⏰ Horário: 16h30 às 20h📍 Local: Câmara Municipal de São Paulo – Auditório Freitas Nobre👔 Traje: Esporte fino🎤 Realização: Shirley Ferro

Arte

Sarau Acústico: Quando as Gerações se Encontroam pela Música e pela Poesia

A Confraternização do Sarau Acústico, comandada pelo talentoso Ruy Bonfim, é daquelas celebrações que ultrapassam o simples encontro artístico. É um momento em que gerações distintas dividem o mesmo palco e, mais do que isso, compartilham experiências, referências e afetos através da música e da palavra. O ambiente do sarau vibra com essa mistura. Jovens artistas se encontram com veteranos que carregam décadas de estrada, compondo um mosaico poético-musical onde cada voz encontra espaço e cada história encontra escuta. O resultado é um nível artístico elevado, construído de forma coletiva e com uma energia que só a troca genuína pode oferecer. Para Don Policarpo, que celebra esse encontro em seu post, a força do Sarau Acústico está na inclusão: na abertura para novos talentos, na valorização dos mais antigos e na criação de um espaço em que todos se sentem parte fundamental da obra. A arte, ali, ganha contornos generosos expande, acolhe e transforma. A confraternização reafirma o propósito do sarau: manter a chama viva da poesia e da música como instrumentos de união. Uma celebração que não apenas emociona, mas também fortalece a comunidade artística, renovando energias e inspirando novos ciclos criativos. https://donpolicarpo.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/1d875cdb-3815-4b16-b5e8-2bd40a43b9ae.mp4

Arte

Xurrasbode: A Festa Que Celebra Gerações no Metrô de São Paulo

No coração da história do Metrô de São Paulo, existe um encontro que vai muito além de uma simples confraternização: o Xurrasbode. O evento, realizado anualmente, reúne agentes de segurança de todas as épocas, profissionais que, juntos, ajudaram a construir a trajetória de um dos sistemas de transporte mais emblemáticos do país. O clima é de reencontro. Ex-colegas que não se viam há anos dividem a mesma mesa, relembram histórias de plantão, desafios do dia a dia e situações que moldaram uma categoria marcada por coragem, disciplina e humanidade. Ali, entre risadas e abraços longos, o tempo parece se dobrar: veteranos encontram recém-aposentados, que por sua vez reencontram antigos instrutores. É uma celebração que conecta gerações. O palco desse encontro é a Associação dos Aposentados do Metrô, um espaço simbólico que guarda memórias e dá sentido à continuidade dessa comunidade. Como manda a tradição, o churrasco é feito na cotização, cada um contribui um pouco  e a cerveja, como diz Don Policarpo, “é de lei”. O que realmente importa, porém, é a atmosfera de pertencimento que se renova a cada edição. O Xurrasbode reafirma que vínculos construídos no trabalho podem se transformar em laços de vida inteira. Uma festa onde o passado e o presente se encontram: com música, conversa boa e aquela alegria que só o reencontro proporciona.

Poesias

“Vida Minha”, de Don Policarpo

No trecho “a estrela, a lua e eu… sem você somos três separados por vírgulas”, da poesia cantada “Vida Minha”, Don Policarpo condensa a essência da ausência. A imagem é simples: três elementos que existem, mas não se conectam. A vírgula vira símbolo dessa distância, uma pausa que impede a união, um respiro que separa o que poderia ser inteiro.   Com poucas palavras, Don cria uma metáfora sensível sobre como a presença de alguém pode dar sentido ao que, sozinho, permanece disperso. Um verso curto, mas capaz de iluminar o espaço que o amor ocupa e o vazio que deixa quando não está. https://donpolicarpo.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/Poesia-Cantada-Vida-minhadonpolicarpo.mp4

Entrevistas

Reflexões Necessárias: Don Policarpo na Rádio Assunção Cearense AM 620 e a Atualidade do Dia 20 de Novembro

No ar pela Rádio Assunção Cearense AM 620, a presença de Don Policarpo trouxe uma das conversas mais necessárias do mês de novembro: uma reflexão profunda sobre o significado do Dia da Consciência Negra nos tempos atuais. Não se tratou apenas de uma entrevista, mas de um convite à escuta ativa, ao reconhecimento histórico e ao entendimento da urgência que a data carrega no Brasil contemporâneo. 20 de Novembro: Data de Memória e Movimento Durante o bate-papo, Don resgatou a importância do 20 de novembro como um marco que ultrapassa o simbolismo. A data que homenageia Zumbi dos Palmares, líder do maior quilombo da história, não existe para romantizar a resistência, mas para lembrar que a luta pela liberdade, dignidade e equidade segue em curso. Ele pontuou que, apesar dos avanços, ainda vivemos em um país profundamente atravessado por desigualdades estruturais. O 20 de novembro se transforma, então, em uma oportunidade de revisão: o que de fato mudou? Quais desafios permanecem? O que cada um de nós tem a ver com isso? Contexto Atual: a urgência do olhar coletivo Um dos destaques da participação de Don foi a forma como ele conectou passado e presente. Ele relembrou que o Brasil ainda convive com indicadores graves: violência racial, falta de representatividade, acesso desigual à educação e ao mercado de trabalho, além de uma herança cultural que precisa ser constantemente descolonizada. Na entrevista, ficou evidente que falar de Consciência Negra é falar de sociedade, e não apenas da população negra. É discutir como políticas públicas, cultura, mídia e educação podem atuar para quebrar ciclos e abrir caminhos. A Arte como Território de Resistência Como artista, Don Policarpo destacou a importância da arte como espaço de denúncia, memória e cura. Ele reforçou que vozes negras no cenário cultural não surgem apenas para entreter: elas registram histórias, tensionam estruturas e inspiram novas narrativas. A Rádio Assunção tem sido um espaço de troca importante nesse sentido, abrindo caminhos para que discussões como essa alcancem públicos diversos, ampliando a consciência coletiva e convidando a sociedade a questionar, aprender e evoluir. Responsabilidade Social e Individual Na conversa, Don também trouxe reflexões sobre o papel de cada pessoa no 20 de novembro. Ele lembrou que consciência não se constrói apenas com postagens em redes sociais ou frases prontas, mas com posturas diárias, escolhas éticas, consumo responsável e atenção às dinâmicas racistas que ainda passam despercebidas por muitos. Ficou claro que o Dia da Consciência Negra não é uma data isolada, mas um marco para o despertar contínuo — social, político e emocional. Um Chamado para o Presente A entrevista de Don Policarpo na Rádio Assunção Cearense AM 620 foi, acima de tudo, um convite. Um convite para ouvir mais e melhor, para acolher histórias, para reconhecer dores e celebrar conquistas. E, principalmente, para entender que o 20 de novembro não é um memorial ao passado, mas um compromisso com o agora. Um compromisso com um Brasil que ainda está sendo construído e que precisa, urgentemente, ser mais justo, representativo e consciente. https://youtu.be/4yABAxxfSuE?feature=shared Rádio Assunção Cearense AM 620

Arte, Poesias

Don Policarpo e sua conexão com o Movimento Poético Nacional (MPN)

O Movimento Poético Nacional (MPN) é uma instituição cultural importante no Brasil, fundada em 20 de outubro de 1976, com o objetivo de reunir poetas de todo o país e difundir a poesia em diferentes espaços sociais. A sede do MPN fica em São Paulo, e o movimento promove encontros, saraus, concursos poéticos e ações culturais para fortalecer a poesia como arte acessível. Ao se relacionar com o MPN, Don Policarpo insere sua arte em uma tradição poética sólida e engajada, ele dialoga com poetas de diferentes gerações, trazendo sua música como forma de poesia viva. Sua participação no movimento reforça o papel da poesia não só como texto, mas também como voz, ritmo e expressão artística. Essa conexão mostra que Don Policarpo valoriza mais do que apenas a música: ele reconhece no MPN uma casa poética, onde suas canções são parte de um projeto literário-cultural coletivo. Ao estar presente nesse espaço, ele ajuda a manter viva a missão do MPN de unir poetas, promover intercâmbio cultural e celebrar o Dia Nacional da Poesia, comemorado no dia 20 de outubro. Além disso, sua arte contribui para tornar a poesia mais acessível ao público contemporâneo, aproximando o universo poético institucional do mundo musical, uma ponte entre gerações, estilos e linguagens. https://donpolicarpo.com.br/blog/wp-content/uploads/2025/11/mpn.mp4 Siga o MPN Siga Don Policarpo

Arte, Entrevistas

Don Policarpo no Sarau Paulistano e MIPC #079: Música, Identidade e Presença

A arte tem força quando encontra espaço para florescer  e foi exatamente isso que aconteceu na participação especial de Don Policarpo no Programa Sarau Paulistano e MIPC #079. O artista, que vem se destacando pela autenticidade e pela profundidade de suas composições, levou ao palco do programa uma performance marcada por emoção, energia e representatividade. O Sarau Paulistano – Inclusão pela Arte e Cultura, em parceria com o Mceys Instituto de Produção Cultural (MIPC), é reconhecido por abrir portas para artistas de diversas linguagens e trajetórias, oferecendo visibilidade e valorizando produções que dialogam com o território, a ancestralidade e a diversidade. Transmitido todo domingo, às 17h30, pela TV Guarulhos (Canal 3 da NET e Canal 508HD da Vivo TV) e também AO VIVO pelo YouTube, o programa se tornou referência em divulgar talentos que movem a cena cultural paulista. Na edição #079, Don Policarpo mostrou por que sua música tem sido tão bem recebida pelo público: sua presença é firme, afetuosa e cheia de identidade. Com um repertório que une poesia, vivência e ritmo, ele entregou uma apresentação que traduz sua essência artística — conectando quem assiste com o poder transformador da música brasileira. A participação reforça o compromisso do artista com projetos culturais que democratizam o acesso à arte e criam pontes entre artistas e comunidade. No Sarau Paulistano, sua voz ecoou não apenas como performance, mas como narrativa viva de cultura, resistência e movimento. https://youtu.be/O8p-92v8KIw Assista ao episódio e confira a participação completa de Don Policarpo: Assista Aqui

Músicas

Don Policarpo lança “Samba é Poesia”: quando o coração fala mais alto que o compasso

O samba sempre foi uma linguagem que nasce do cotidiano, do amor, da rua e da ancestralidade. Mas, quando encontra um artista comprometido com a verdade e a sensibilidade, ele ganha ainda mais alma. É exatamente isso que acontece em “Samba é Poesia”, o novo lançamento de Don Policarpo, uma faixa que resgata a essência do gênero enquanto dialoga com a modernidade musical. Com uma interpretação marcante, Don Policarpo transforma cada verso em narrativa e cada batida em sentimento. A música conduz o ouvinte por uma viagem afetiva, da vibração do pandeiro ao lirismo das palavras, lembrando que o samba é, acima de tudo, um lugar de encontro: entre memórias, identidades e histórias reais. “Samba é Poesia” não busca apenas ser mais um lançamento, mas um manifesto artístico. Um convite para sentir o ritmo com o corpo e com o peito, reconhecendo a potência da arte que nasce da vivência. A faixa encapsula a força da poesia cantada, honrando as raízes enquanto abre espaço para novas interpretações e novos caminhos dentro da música brasileira. Para quem acompanha a trajetória de Don Policarpo, o lançamento reforça sua maturidade musical e seu compromisso em entregar obras que transbordam verdade. Para quem está chegando agora, é a porta perfeita de entrada para um universo artístico cheio de identidade e sensibilidade. Ouça agora “Samba é Poesia” e sinta essa energia vibrar em você: Ouça Agora

Músicas

Novidades Musicais de Don Policarpo Já Disponíveis no Spotify

A musicalidade poética de Don Policarpo segue ganhando novos capítulos, e todos eles já podem ser ouvidos no Spotify. O artista, conhecido por transformar poesia em melodia, ampliou recentemente seu repertório com lançamentos que transitam entre o lirismo, a ancestralidade, o afeto e a experimentação sonora. Entre as novas faixas, cada obra carrega uma atmosfera própria: Fé Mizi Fiu – Uma composição que desperta sensibilidade e espiritualidade, com a leveza característica do artista. Minha Ilha – Uma viagem sensorial e afetiva que conduz o ouvinte a um lugar de aconchego, memória e pertencimento. Cathinandu – Com pulsação poética e ritmos que evocam ancestralidade, a canção convida a sentir a música com o corpo e a alma. Nada – Uma obra reflexiva, com nuances de melancolia e profundidade emocional que ecoam no silêncio e no pensamento. That Chemistry (Aquela Química) – A versão em inglês de uma de suas canções, ampliando fronteiras e aproximando novos públicos ao seu universo musical. Além dos singles, Don Policarpo segue fortalecendo sua trajetória com projetos completos: Álbum “Samba é Poesia” – Uma obra que exalta a essência cultural brasileira por meio da poesia musicada. Entre as músicas, destaca-se “As Folhas e as Flores”, que floresce ao som de versos delicados e sensíveis. Conto de Ninar – Uma canção embalada por doçura, ideal para tocar o coração e acalmar a alma. Cada um com o Seu – Uma reflexão musical sobre identidade, diversidade e caminhos individuais. Álbum “HIPNÓZE SENSUAL” – Um mergulho em atmosferas sensoriais, explorando o lado intenso, vibrante e envolvente da arte. Cada lançamento reforça a capacidade de Don Policarpo de transformar palavras em experiência: sentir, imaginar, dançar, refletir. Quer mergulhar nesse universo poético-musical?Todos os lançamentos já estão disponíveis no Spotify.Dê o play e deixe a poesia cantar dentro de você!

Sobre Don Policarpo

DALVILSON DONIZETE POLICARPO
São Paulo – SP
Nascido em 16 de novembro de 1963
Inaugurado/Registrado em 20 de janeiro de 1964

Técnico de Meio Ambiente, Graduado em Geografia, Professor do Estado e Pós Graduou-se em História da África e Docência Superior.
Metroviário por 35 anos onde atuou como Agente de Segurança.
Devido as condições de trabalho requererem muita luta em prol de suas melhorias e devido a eloquência e posicionamentos, foi eleito para a direção do sindicato, para a CIPA e na sequência para a Federação da categoria.
Formulou os projetos de lei 644/16 na ALESP (finalizado) e 6369/16 Câmara Federal, em andamento.

Assim, começou a levantar documentos, na defesa do seu setor e quando percebeu já tinha subsídios para publicar o primeiro livro em 2018, com 55 anos, lança TRAJETÓRIAS E CAMINHOS DA SEGURANÇA METROVIÁRIA DE SÃO PAULO, que conta a história da implantação do Metrô no Brasil e, por necessidade, o Corpo de segurança. Lançado também, em francês.

Scroll to Top