Author name: Don Policarpo

Escritor, poeta, compositor. Lançou Maçã, A Árvore dos Alados e A Magia da Poesia Cantante Vol.2, entre outros. O autor convida todos a se entenderem como cidadãos de um mundo profundamente lesionado pela crise ambiental, com uma linguagem lúdica, as obras ressaltam a necessidade de proteger o planeta, a importância da educação familiar e ambiental, além da valorização da memória ancestral e afetiva.

Arte

FINAL – Don Policarpo no 7º Prêmio Ecos da Literatura!

É com muita alegria que compartilhamos uma notícia especial: no próximo dia 23 de maio estaremos presentes na finalíssima do 7º Prêmio Ecos da Literatura, uma das premiações que mais valorizam autores e profissionais da literatura nacional. Estar entre os finalistas já representa uma enorme conquista para nós. Mais do que um reconhecimento, esse momento simboliza toda a caminhada construída com dedicação, amor pela literatura e, principalmente, com o apoio de cada leitor, parceiro e amigo que acompanha o trabalho do Don Policarpo. Nada disso seria possível sem vocês. Cada mensagem, compartilhamento, incentivo e apoio ao longo dessa trajetória teve um papel importante para chegarmos até aqui. Por isso, queremos deixar registrado o nosso mais sincero agradecimento a todos que acreditam no poder da cultura, da leitura e da transformação através das palavras. O Prêmio Ecos da Literatura tem como objetivo incentivar e valorizar a produção literária nacional, reunindo autores de diversas regiões do Brasil em uma celebração da arte e da criatividade. Seguimos firmes, escrevendo novos capítulos dessa história ao lado de vocês. Para conhecer mais sobre a premiação, acesse:Prêmio Ecos da Literatura

Arte

Solidariedade que Transforma Vidas: Conheça a Ação do Instituto Hikari

Em um momento tão delicado quanto a espera por um transplante de órgãos, acolhimento e cuidado fazem toda a diferença. Pensando nisso, o Instituto Hikari realiza um trabalho essencial: oferecer estadia gratuita para pacientes de todo o Brasil que aguardam transplantes de coração, pulmão, pâncreas e rins. A iniciativa vai muito além de um simples apoio. Ela representa esperança, dignidade e conforto para pessoas e famílias que enfrentam uma das fases mais desafiadoras de suas vidas. Como você pode ajudar? O Instituto Hikari lançou uma ação solidária especial por meio da venda de canecas personalizadas. Ao adquirir uma unidade, você contribui diretamente com os custos de manutenção da casa, ajudando na compra de insumos, cuidados básicos e suporte aos pacientes acolhidos. Mais do que um produto, cada caneca simboliza um gesto de empatia e amor ao próximo. Pequenas atitudes geram grandes impactos Muitas vezes, não imaginamos o quanto uma contribuição simples pode transformar realidades. O apoio da comunidade é fundamental para que projetos como esse continuem oferecendo assistência gratuita a quem mais precisa. Ao participar dessa ação, você ajuda o Instituto Hikari a continuar levando acolhimento, segurança e qualidade de vida para pacientes transplantados e suas famílias. Faça parte dessa corrente do bem Valor da caneca: R$ 25,00 Informações e pedidos:📞 (11) 94055-6614 Cada contribuição importa. Compartilhe essa iniciativa com amigos e familiares e ajude essa corrente solidária a alcançar ainda mais pessoas. Saúde é Vida. Solidariedade é Amor.

Arte

D’Poli Web Rádio amplia atuação e passa a apoiar iniciativas culturais

A D’Poli Web Rádio amplia sua atuação e passa a se posicionar também como agente de valorização cultural. A iniciativa ganha ainda mais força com a presença de Don P., que conecta sua produção musical e participação em eventos à proposta da rádio. Comunicação como ponte com a culturaMais do que transmitir conteúdo, a D’Poli assume o papel de dar visibilidade a iniciativas culturais, apoiando eventos, artistas independentes e movimentos que muitas vezes não ocupam os grandes espaços midiáticos. A ideia é usar a comunicação como ferramenta de conexão entre público e arte. Do palco para as ondas da rádioA atuação de Don P. reforça esse movimento. Presente em saraus, apresentações e projetos culturais, o artista leva para a rádio não só sua música, mas também o contexto em que ela nasce.Essa integração entre vivência artística e difusão fortalece a proposta de uma comunicação mais próxima e autêntica. Apoio e divulgação de eventosEventos como apresentações ao vivo, encontros culturais e saraus passam a fazer parte desse ecossistema, com divulgação e cobertura que ampliam seu alcance. A rádio se torna, assim, um canal ativo na circulação dessas experiências. Uma outra experiênciaCom o posicionamento “uma outra experiência”, a D’Poli Web Rádio consolida uma nova fase, onde o entretenimento se une ao compromisso cultural. A proposta não é apenas tocar música, mas participar ativamente da construção de um cenário mais acessível, conectado e vivo. ACESSE A RÁDIO AQUI

Arte

Sarau Cultural no Brooklin: poesia, música e arte em uma tarde de encontros

No dia 02 de maio, o bairro do Brooklin recebe mais uma edição do Sarau Cultural, reunindo poesia, música e arte em um encontro aberto ao público. O evento acontece das 15h30 às 17h30, na Av. Portugal, 439. Arte como ponto de encontro Com a proposta de integrar diferentes linguagens, o sarau cria um ambiente acessível para artistas e público compartilharem experiências. A ideia é simples, aproximar pessoas através da arte, sem formalidades e com espaço para troca. Música e poesia lado a lado A programação mistura apresentações musicais e intervenções poéticas, criando um ritmo dinâmico ao longo da tarde. O formato favorece tanto quem se apresenta quanto quem participa como ouvinte, tornando o encontro mais fluido e envolvente. Homenagem e memória A edição destaca o 11º legado de Valdyce Ribeiro, reforçando a valorização de nomes importantes para a cultura e mantendo viva a conexão entre passado e presente. Um evento aberto e acessível Realizado em um ponto central de São Paulo, o sarau convida qualquer pessoa interessada em arte e cultura a participar. Uma oportunidade para sair da rotina e se conectar com produções independentes de forma direta.

Músicas

Aperto o Play: memória, saudade e afeto

A canção Aperto o Play, de Don P., mergulha em um território emocional que todo mundo reconhece, a saudade. Com uma narrativa construída a partir de referências simples e cotidianas, a faixa transforma lembranças em movimento, como se a vida pudesse mesmo ser pausada, rebobinada e revivida. Quando lembrar é reviver Logo nos primeiros versos, a música apresenta sua proposta com imagens claras, “volto a fita”, “paro o vídeo”, “adianto e atraso”. São ações que fazem parte do universo audiovisual, mas que aqui ganham um novo significado, o de revisitar momentos vividos. Existe uma delicadeza na forma como a letra trata essas memórias. Não é sobre nostalgia pesada, mas sobre carinho. Sobre escolher voltar a determinados instantes porque eles ainda aquecem. O contraste com o presente digital Um dos pontos mais interessantes da música é o contraste entre passado e presente. Ao dizer que “as fotos lá das redes são geladas demais”, Don P. provoca uma reflexão direta sobre a superficialidade das interações atuais. As redes mostram, mas não transmitem. Registram, mas não traduzem sentimento. E é nesse vazio que a memória afetiva ganha força, porque ela não depende de filtro, algoritmo ou validação externa. O HD do coração A metáfora central da música talvez seja uma das mais potentes, o “HD do coração”. É ali que ficam armazenadas as verdadeiras experiências, aquelas que não cabem em arquivos digitais. Amizade, amor, união, tudo isso aparece como fragmentos de um filme interno, que pode ser acessado a qualquer momento. E, diferente da tecnologia, esse arquivo não perde qualidade com o tempo, ele ganha significado. Saudade como presença “Aperto o play e você volta a me encher de emoção” resume o espírito da faixa. A saudade, aqui, não é ausência, é uma forma de presença. É a capacidade de trazer alguém de volta através da lembrança. A música entende que sentir falta também é uma maneira de continuar conectado. E, em vez de evitar esse sentimento, ela o acolhe. Uma canção sobre sentir “Aperto o Play” não precisa de complexidade para funcionar. Sua força está justamente na simplicidade com que aborda temas profundos. É uma música sobre lembrar, sobre sentir e sobre reconhecer que algumas conexões continuam vivas, mesmo quando o tempo passa. No fim, fica a sensação de que todos nós, em algum momento, apertamos esse play interno, e deixamos a memória tocar. Ouça Aqui

Músicas

Respira: a música de Don P. que transforma autocuidado em som

A faixa Respira, de Don P., se apresenta como um convite direto ao desacelerar. Com influências que passam pelo reggae de Maneva e pela essência atemporal de Bob Marley, a música constrói uma atmosfera leve, mas profundamente necessária. Um respiro em meio ao caos “Respira” não é só um título, é praticamente uma instrução de sobrevivência. Em um cotidiano marcado por pressa, cobranças e sobrecarga emocional, a letra funciona como uma pausa consciente. Frases como “pare um pouco, respire” e “não procure por respostas, elas vêm, continue seguindo” trazem uma mensagem simples, mas poderosa, a de que nem tudo precisa ser resolvido agora. Existe uma sabedoria silenciosa na composição, que rejeita a urgência e abraça o tempo das coisas. A música não tenta acelerar soluções, ela propõe presença. Corpo, mente e movimento Outro ponto interessante é como a letra conecta o cuidado emocional ao corpo. Pequenos gestos ganham protagonismo, lavar o rosto, sentir a brisa, passar a mão no cabelo. São ações cotidianas que, dentro da narrativa, se tornam quase rituais de reconexão. E então vem a virada: “roda, roda, pula, pula”. Aqui, a música rompe qualquer rigidez e traz leveza, quase como um lembrete de que viver também é brincar, se soltar, se permitir. Reggae como linguagem de acolhimento O instrumental segue essa mesma lógica. Com base no reggae, a faixa cria um ambiente sonoro acolhedor, que sustenta a mensagem sem pesar. Diferente de músicas que tratam de temas densos com dramaticidade, “Respira” escolhe o caminho oposto, ela cuida enquanto fala. Essa escolha estética reforça a proposta da música, transformar autocuidado em algo acessível, quase natural. Uma mensagem que fica “Respira” não entrega grandes respostas, e talvez esse seja seu maior acerto. Em vez disso, ela oferece companhia. É o tipo de música que funciona como um lembrete constante de que pausar também faz parte do caminho. No fim, o refrão não pede esforço, não exige mudança brusca, só repete o essencial: Respira… expira. E, às vezes, é exatamente disso que a gente precisa. Ouça aqui

Poesias

Sarau Lítero-Musical reúne poesia, música e crítica social em Itanhaém no dia 30 de abril

No dia 30 de abril, a cidade de Itanhaém foi palco de uma noite marcada por sensibilidade, arte e conexão. O Sarau Lítero-Musical, promovido pela Academia Itanhaense de Letras, reuniu poesia, música e reflexão em um encontro que celebrou não apenas a produção artística local, mas também os 494 anos do município. Realizado na Biblioteca Municipal Poeta Paulo Bomfim, o evento trouxe um ambiente intimista e inspirador, onde diferentes linguagens se cruzaram ao longo da noite. Entre os destaques, a apresentação de Don Policarpo acrescentou ainda mais potência ao sarau, conectando música e crítica em uma performance carregada de presença e significado. Com sua proposta artística, Don dialogou diretamente com o público, levando ao palco não apenas som, mas também discurso. Sua participação reforçou o papel do sarau como um espaço de expressão contemporânea, onde questões sociais e culturais encontram eco na arte. Mais do que um evento, o Sarau Lítero-Musical se firmou como um momento de encontro. Entre versos, acordes e trocas, o público pôde vivenciar a arte em sua forma mais coletiva e viva, celebrando a cultura como ferramenta de transformação e pertencimento. A noite do dia 30 deixou claro que iniciativas como essa seguem essenciais, especialmente em tempos em que a arte precisa ocupar espaços, provocar reflexões e fortalecer identidades. Em Itanhaém, o sarau cumpriu exatamente esse papel.

Músicas

“Òmùgò” como retrato do presente

Partindo do significado da palavra iorubá, “tolo”, “ignorante”, “aquele sem entendimento”, a música se posiciona como uma crítica afiada à realidade contemporânea. Em tempos de excesso de informação, polarização e discursos rasos, Don Policarpo transforma “Òmùgò” em um conceito vivo, não apenas uma ofensa, mas um diagnóstico social. A faixa parece dialogar com comportamentos coletivos, a repetição de ideias sem reflexão, a ausência de senso crítico e a desconexão com saberes mais profundos. Nesse sentido, o termo deixa de ser individual e passa a representar estruturas e dinâmicas maiores. Um instrumental que sustenta a tensão Se a letra provoca, o instrumental sustenta. A produção da música é marcada por uma base forte, densa e pulsante. Há uma sensação quase constante de tensão, como se cada batida carregasse urgência. Esse peso sonoro não é gratuito, ele acompanha o tom crítico da faixa e amplifica a mensagem. O contraste entre ritmo envolvente e densidade temática cria um efeito interessante, o ouvinte é capturado primeiro pelo som, mas permanece pela reflexão. Entre crítica e consciência Mais do que apontar culpados, “Òmùgò” parece propor um incômodo necessário. A música sugere que a ignorância não é apenas uma característica individual, mas também um produto de contextos sociais, políticos e culturais. Ao usar um termo de origem iorubá, Don Policarpo também reforça uma camada importante, a valorização de saberes ancestrais como contraponto a esse estado de alienação. É quase como se a faixa dissesse que o caminho para sair da ignorância passa também pela reconexão com essas raízes. Por que essa música importa agora Em um cenário onde o debate público muitas vezes se perde entre ruídos e superficialidade, “Òmùgò” surge como uma obra que tensiona, questiona e provoca. Não entrega respostas fáceis, e talvez esse seja exatamente o ponto. Don Policarpo constrói aqui uma música que não apenas acompanha o tempo em que foi lançada, mas dialoga diretamente com ele. No fim, “Òmùgò” não é só uma faixa para ouvir, é uma experiência para interpretar. E, principalmente, para se posicionar diante dela.

Músicas

“Encruzilhada”: o peso das escolhas e a coragem de seguir

Na música “Encruzilhada”, de Don Policarpo, o caminho não é linear, nem previsível. A canção mergulha em um cenário de incertezas, onde o eu lírico caminha por trajetos turvos, reconhecendo que nem sempre tem o controle da direção, mas ainda assim se mantém firme. Não se curvar, aqui, é um posicionamento diante da vida. As imagens utilizadas são ricas e muito concretas. Ruas, avenidas, estradas, trilhas, pinguelas e picadas desenham um mapa simbólico de possibilidades. São caminhos diferentes, ritmos diferentes, realidades distintas que, no fim, levam ao mesmo ponto, a encruzilhada. E é justamente nesse ponto que a música se aprofunda. A encruzilhada surge como metáfora central. Um lugar onde parar é inevitável e escolher é necessário. Mas ao contrário da ideia de infinitas possibilidades, a música aponta para algo mais realista. As opções são raras e, muitas vezes, difíceis. “A escolha é cara” traduz bem o custo emocional e as consequências que cada decisão carrega. Existe também um reconhecimento importante do erro. Nem sempre se acerta na primeira tentativa. E isso não aparece como fracasso, mas como parte do processo. A força está em manter a “coluna ereta”, uma imagem que remete à dignidade, à integridade e à resiliência. É essa postura que permite “furar a bolha”, sair de padrões limitantes e avançar. O refrão traz uma espécie de mantra. “Confiar é a opção” e “sigo a regra do coração” funcionam como bússola em meio à incerteza. Quando a lógica não é suficiente e o caminho não é claro, confiar em si mesmo passa a ser o guia mais honesto. Assim como em outras faixas de Don Policarpo, a repetição não é apenas estética, ela reforça a ideia de ciclo, de tentativa, de insistência. A vida como uma sequência de encruzilhadas, onde cada escolha abre novos caminhos e novas dúvidas. No fim, “Encruzilhada” não oferece respostas prontas. Ela reconhece o desconforto de não saber, valoriza a coragem de decidir e aponta para algo essencial. Mesmo sem controle total, ainda é possível seguir com consciência, firmeza e verdade. Ouça Agora

Músicas

“Eu, enfim”: quando se escolher vira o ponto de virada

A nova música “Eu, enfim”, de Don Policarpo, disponível na MuvFlow, traz uma narrativa direta e sensível sobre um processo que muita gente conhece bem, o de se anular para caber no outro, até perceber que isso cobra um preço alto demais. Logo nos primeiros versos, a repetição de ideias como “abri mão”, “deixei passar” e “declinei” constrói um cenário de concessões constantes. Há quase um ritmo de desgaste emocional nessas escolhas, como se cada decisão fosse mais um passo em direção ao apagamento de si. A música não romantiza isso, pelo contrário, evidencia o quanto esse movimento pode ser silencioso e cumulativo. O ponto de virada chega com o tempo. “Aí acordei e tudo mudou” marca não apenas uma mudança de atitude, mas um despertar de consciência. É quando o eu lírico deixa de agir apenas para agradar e passa a reconhecer seus próprios desejos. Existe aqui uma quebra importante, sair da passividade e assumir a própria direção. Mesmo sendo uma canção sobre afirmação pessoal, “Eu, enfim” não segue por um caminho de ruptura agressiva. Há continuidade no afeto. “Estou com você com seu jeito assim” mostra que o outro ainda importa, mas agora dentro de um novo equilíbrio. O pedido “me deixe ser do meu jeito enfim” sintetiza o coração da música, não é sobre afastamento, é sobre espaço. A repetição dos trechos reforça a ideia de ciclo, algo que se repete até ser percebido e transformado. E quando isso acontece, a mudança não é apenas externa, mas interna, mais consciente, mais firme. Disponível na MuvFlow, a faixa se conecta com um cenário contemporâneo em que artistas independentes conseguem compartilhar suas histórias com mais liberdade e alcance. E “Eu, enfim” se encaixa bem nesse contexto, é uma música íntima, honesta e necessária, que transforma um processo pessoal em identificação coletiva. No fim, fica uma mensagem simples, mas poderosa. Estar com alguém não pode significar deixar de ser quem você é. E às vezes, o maior ato de coragem é justamente esse, se escolher. Enfim. Ouça Aqui

Sobre Don Policarpo

DALVILSON DONIZETE POLICARPO

São Paulo – SP
Nascido em 16 de novembro de 1963
Inaugurado/Registrado em 20 de janeiro de 1964

Técnico de Meio Ambiente, Graduado em Geografia, Professor do Estado e Pós Graduou-se em História da África e Docência Superior.
Metroviário por 35 anos onde atuou como Agente de Segurança.
Devido as condições de trabalho requererem muita luta em prol de suas melhorias e devido a eloquência e posicionamentos, foi eleito para a direção do sindicato, para a CIPA e na sequência para a Federação da categoria.
Formulou os projetos de lei 644/16 na ALESP (finalizado) e 6369/16 Câmara Federal, em andamento.

Assim, começou a levantar documentos, na defesa do seu setor e quando percebeu já tinha subsídios para publicar o primeiro livro em 2018, com 55 anos, lança TRAJETÓRIAS E CAMINHOS DA SEGURANÇA METROVIÁRIA DE SÃO PAULO, que conta a história da implantação do Metrô no Brasil e, por necessidade, o Corpo de segurança. Lançado também, em francês.

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