Author name: Don Policarpo

Escritor, poeta, compositor. Lançou Maçã, A Árvore dos Alados e A Magia da Poesia Cantante Vol.2, entre outros. O autor convida todos a se entenderem como cidadãos de um mundo profundamente lesionado pela crise ambiental, com uma linguagem lúdica, as obras ressaltam a necessidade de proteger o planeta, a importância da educação familiar e ambiental, além da valorização da memória ancestral e afetiva.

Arte

50 anos do Movimento Poético Nacional

Celebrando cinco décadas do Movimento Poético Nacional, Don Policarpo subiu ao palco em uma apresentação marcada por sensibilidade e força poética. Acompanhado pelo Prof. Léo ao violão, Don Policarpo apresentou poemas que atravessam memória, resistência e identidade, reafirmando a palavra como instrumento vivo de transformação cultural.   https://donpolicarpo.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/VIDEO-2026-02-18-14-54-11.mp4https://donpolicarpo.com.br/blog/wp-content/uploads/2026/02/VIDEO-2026-02-18-14-54-12.mp4

Arte, Podcasts

Web Rádio D’Poli — Uma frequência para a cultura e expressão popular

A Web Rádio D’Poli surge como uma outra experiência radiofônica, conectada à trajetória de afirmação cultural e expressão social de seu idealizador, o Don Policarpo. A presença da rádio nas redes sociais e a referência ao nome refletem o desejo de criar um espaço alternativo de comunicação que vá além das programações convencionais e das grandes mídias tradicionais. A rádio se apresenta como um ambiente amplo e dinâmico, com seções dedicadas à programação, álbuns musicais, vídeos, eventos e notícias, indicando uma proposta que mistura rádio online, conteúdo cultural e interação direta com ouvintes. Há também espaços interativos, como “Peça sua música” e chat ao vivo, sinalizando uma intenção de engajamento comunitário e participação popular na construção do conteúdo. Quem é Don Policarpo?Por trás da Web Rádio D’Poli está Dalvilson Donizete Policarpo, figura multifacetada e influente em diferentes áreas da sociedade:• São Paulo – SP, nascido em 16 de novembro de 1963.• Técnico de Meio Ambiente e graduado em Geografia.• Professor do Estado e com pós-graduação em História da África e Docência Superior.• Trabalhou por 35 anos no Metrô de São Paulo, atuando como Agente de Segurança e se destacando por sua eloquência e luta pelos direitos dos trabalhadores. Este projeto radiofônico no contexto da cultura:A ideia de uma web rádio como a Web Rádio D’Poli se insere em um momento em que rádios digitais e comunitárias ganham espaço para difundir informação local, cultura musical, debates e vozes que muitas vezes ficam à margem dos grandes veículos de mídia. Essa proposta dialoga com a tradição do rádio como veículo de comunicação que aproxima ouvintes, fomenta a cidadania e promove participação social, aspectos valorizados por muitos que acompanham a evolução da mídia eletrônica. Em resumo, a Web Rádio D’Poli representa mais do que um canal de áudio online: é parte de um projeto de expressão comunitária, identidade cultural e participação social, ancorado na história de um protagonista que viveu décadas de luta, educação e ativismo em São Paulo. Essa rádio conecta público e produtor em uma experiência colaborativa, exatamente o que muitas vozes independentes buscam no cenário atual da comunicação digital. ACESSE A RÁDIO AQUI

Músicas

Sozinho: quando a canção vira palavra

Em um encontro íntimo entre palavra e melodia, Don Policarpo declama “Sozinho”, de Peninha, acompanhado pelo violão delicado de Ruy Bonfim.Uma interpretação que respeita o silêncio, a dor e a beleza da canção, agora disponível no canal do YouTube de Don Policarpo.  

Livros

A Árvore dos Alados concorre ao Prêmio Ecos da Literatura – e sua participação faz parte dessa história

Receber a confirmação de participação na 7ª edição do Prêmio Ecos da Literatura é, por si só, um gesto de reconhecimento que emociona e fortalece o caminho da escrita.Mas saber que A Árvore dos Alados está concorrendo em categorias decididas pelo voto popular transforma esse momento em algo ainda mais especial — porque ele passa a ser compartilhado. Este livro nasceu do desejo de falar com crianças e jovens sobre empatia, pertencimento e temas sociais que atravessam a nossa realidade, usando a imaginação como ponte. Ver essa obra indicada como Livro Infantojuvenil e meu nome lembrado na categoria Autor Nacional é uma honra imensa. Por isso, deixo aqui um convite sincero:se essa história tocou você de alguma forma, se acredita na literatura como ferramenta de transformação, separe um instante para votar. Basta acessar o link de votação e marcar na cédula: VOTE AQUI Seu voto é mais do que um clique. Ele ajuda a manter vivas histórias que acreditam na sensibilidade, na escuta e na força da imaginação como linguagem de mudança. Desde já, deixo meu agradecimento profundo a cada pessoa que acompanha, lê, compartilha e caminha junto.   

Arte

Roda de Leitura promove encontro literário – Don Policarpo

A literatura como encontro, escuta e memória é o fio condutor da Roda de Leitura “Meu Amo, Meu Dono, Meu Senhor, Já Foi o Meu Amor”, conduzida por Dalvilson Policarpo no Ponto de Leitura Cidade Ademar, na zona sul de São Paulo. O evento integra a programação do Sistema Municipal de Bibliotecas e convida o público a um momento de troca profunda em torno da palavra falada, sentida e compartilhada. Mais do que uma leitura, a roda propõe uma reflexão coletiva sobre afetos, relações de poder, amor, pertencimento e transformação. O título, forte e provocador, ecoa experiências íntimas e sociais, abrindo espaço para múltiplas interpretações e narrativas que atravessam o cotidiano, a memória e a vivência de quem participa. Gratuito e livre, o encontro reforça o papel das bibliotecas como territórios vivos de cultura, diálogo e construção comunitária. Ao reunir vozes, histórias e olhares distintos, a roda de leitura se afirma como um gesto de resistência poética e de valorização da escuta em tempos de pressa e ruído.

Músicas

Um grito por paz em tempos de ruído – Don Policarpo

Em seu novo lançamento, Don Policarpo mergulha em um território árido, onde a história insiste em repetir seus erros. O álbum, composto pelas faixas “Cavaleiros da Morte” e “Paz, Man”, nasce como um retrato cru da guerra, não como espetáculo, mas como ferida aberta. As canções questionam as justificativas frágeis que tentam dar sentido ao conflito, enquanto expõem as dores, os horrores e as cicatrizes deixadas nos corpos e nas memórias. Entre ruídos, silêncios e versos que soam como alertas, o projeto se constrói como um grito coletivo que ecoa na mente de quem só deseja amor e paz. Don Policarpo transforma indignação em arte, convidando o ouvinte a refletir sobre a inutilidade da violência e a urgência de imaginar outros caminhos, onde a humanidade não precise se perder para existir.

Arte

Café com Poemas: quando a arte é cultivada em coletivo

Fazer parte do Movimento Cultivista Café com Poemas Sorocaba é, antes de tudo, um gesto de pertencimento. Um compromisso com a ideia de que a arte não nasce para ficar guardada, mas para circular, encontrar pessoas, provocar encontros e criar raízes. É nesse espaço que Don Policarpo se reconhece: onde a poesia floresce no contato, onde cada voz importa e cada poema encontra chão fértil para existir. O movimento entende que artistas não crescem sozinhos, eles se fortalecem em coletivo, na escuta, na troca e na presença real. O Café com Poemas vai além do palco ou da leitura. Ele cultiva encontros. Valoriza artistas independentes, fortalece a cultura local e abre espaço para outras culturas dialogarem entre si. Cada edição é um lembrete de que a arte ainda é uma das formas mais potentes de aproximação humana. Ali, ninguém é invisível. Cada verso carrega uma história, cada artista é tratado como semente em processo de crescimento. É café servido quente, poesia compartilhada sem pressa e cultura sendo construída de dentro para fora. Movimentos assim não apenas resistem, eles transformam.E Don Policarpo segue caminhando onde a palavra encontra abrigo, onde a arte é gesto coletivo e onde a poesia continua sendo um ato de cultivo. POST AQUI   ☕📖🌿  

Músicas

Lala e o Arco-Íris que Não Chegou ao Fim

No caminho para casa, Lala sentia como se tivesse retirado uma tonelada das costas. Era a sensação exata de quem consegue sair de um buraco profundo, de um quarto escuro sem janelas, ou melhor, de uma janela antes embaçada que, após a limpeza, finalmente permite enxergar o mundo lá fora. Agora os caminhos estavam visíveis. O horizonte, possível. Enquanto caminhava, uma chuva leve de verão começou a cair sobre a praça. As pessoas reagiam de formas distintas: algumas corriam em busca de abrigo, outras se entregavam ao instante, pulavam, se molhavam, riam, olhavam para o céu como quem agradece um presente inesperado. Lala caminhava devagar. Estava livre do enlace que a esperava — ou que a prendia. Ao som distante da revoada dos pássaros e sentindo os pingos da chuva tocarem sua pele, tirou as sandálias. Com os pés no chão, seguiu andando e pulando, como se brincasse de amarelinha. Livre, leve, solta. Quase flutuava. No final da praça, um arco-íris se formou no horizonte. Sem pensar duas vezes, Lala virou criança. Passou a recolher pedacinhos daquele arco-íris imaginário e guardá-los em sua bolsinha invisível, como fazia quando pequena, distribuindo encantamento por onde passava. Ria sozinha, perdida nas lembranças da infância, leve como uma pluma, feliz como quem assiste a palhaços no circo e esquece, por instantes, que o mundo pode ser cruel. Não percebeu quando Guga surgiu por trás. Não ouviu o passo, não sentiu o medo chegar. O disparo foi certeiro. Mirou a nuca. Lala não sentiu dor. Apenas caiu. Este é o ato final de Meu amo, meu dono, meu senhor, já foi o meu amor.Uma história que não termina para chocar, mas para despertar. Conscientizar para combater.

Podcasts

“Se soubesse tocar”: um episódio do Fala Poli que continua ecoando no presente

Lançado no ano passado, o episódio “Se soubesse tocar”, do podcast Fala Poli, segue atual não por acaso, mas por essência. Em tempos em que tudo soa acelerado, a poesia de Don Policarpo retorna como um convite à escuta: de si, do outro e do que não se mede. O áudio se inicia com um ukulele levemente descompassado, quase tímido, como se buscasse o próprio ritmo. Em seguida, Don Policarpo entra em cena recitando uma poesia romântica que atravessa o sentido literal da música e propõe outra afinação: tocar para além de um instrumento. “Se eu soubesse tocar, gostaria de tocar seu coração…”. A frase não se apresenta como metáfora vazia, mas como gesto. Tocar, aqui, é presença, é intenção, é sensibilidade. É sobre aquilo que vibra sem precisar de técnica, mas exige verdade. Mais do que um episódio de podcast, “Se soubesse tocar” permanece como um registro poético que dialoga com o agora, lembrando que algumas criações não pertencem a uma data específica, elas pertencem ao tempo de quem escuta.  

Arte

Don Policarpo doa livros para a Biblioteca da Casa de Cultura da Cidade Ademar

A Biblioteca da Casa de Cultura da Cidade Ademar recebeu a doação de obras literárias que passam a integrar seu acervo, ampliando o acesso à leitura e fortalecendo a produção cultural no território. A ação contou com a presença de Don Policarpo, que compareceu ao espaço para realizar a entrega de seus livros e dialogar com a proposta do equipamento cultural. A iniciativa reafirma a importância da valorização da literatura, da memória e do incentivo à formação cultural por meio de espaços públicos, aproximando autores da comunidade e contribuindo para a democratização do acesso ao livro e à cultura.

Sobre Don Policarpo

DALVILSON DONIZETE POLICARPO
São Paulo – SP
Nascido em 16 de novembro de 1963
Inaugurado/Registrado em 20 de janeiro de 1964

Técnico de Meio Ambiente, Graduado em Geografia, Professor do Estado e Pós Graduou-se em História da África e Docência Superior.
Metroviário por 35 anos onde atuou como Agente de Segurança.
Devido as condições de trabalho requererem muita luta em prol de suas melhorias e devido a eloquência e posicionamentos, foi eleito para a direção do sindicato, para a CIPA e na sequência para a Federação da categoria.
Formulou os projetos de lei 644/16 na ALESP (finalizado) e 6369/16 Câmara Federal, em andamento.

Assim, começou a levantar documentos, na defesa do seu setor e quando percebeu já tinha subsídios para publicar o primeiro livro em 2018, com 55 anos, lança TRAJETÓRIAS E CAMINHOS DA SEGURANÇA METROVIÁRIA DE SÃO PAULO, que conta a história da implantação do Metrô no Brasil e, por necessidade, o Corpo de segurança. Lançado também, em francês.

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