Um grito por paz em tempos de ruído – Don Policarpo

Em seu novo lançamento, Don Policarpo mergulha em um território árido, onde a história insiste em repetir seus erros. O álbum, composto pelas faixas “Cavaleiros da Morte” e “Paz, Man”, nasce como um retrato cru da guerra, não como espetáculo, mas como ferida aberta. As canções questionam as justificativas frágeis que tentam dar sentido ao conflito, enquanto expõem as dores, os horrores e as cicatrizes deixadas nos corpos e nas memórias.

Entre ruídos, silêncios e versos que soam como alertas, o projeto se constrói como um grito coletivo que ecoa na mente de quem só deseja amor e paz. Don Policarpo transforma indignação em arte, convidando o ouvinte a refletir sobre a inutilidade da violência e a urgência de imaginar outros caminhos, onde a humanidade não precise se perder para existir.

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Sobre Don Policarpo

DALVILSON DONIZETE POLICARPO
São Paulo – SP
Nascido em 16 de novembro de 1963
Inaugurado/Registrado em 20 de janeiro de 1964

Técnico de Meio Ambiente, Graduado em Geografia, Professor do Estado e Pós Graduou-se em História da África e Docência Superior.
Metroviário por 35 anos onde atuou como Agente de Segurança.
Devido as condições de trabalho requererem muita luta em prol de suas melhorias e devido a eloquência e posicionamentos, foi eleito para a direção do sindicato, para a CIPA e na sequência para a Federação da categoria.
Formulou os projetos de lei 644/16 na ALESP (finalizado) e 6369/16 Câmara Federal, em andamento.

Assim, começou a levantar documentos, na defesa do seu setor e quando percebeu já tinha subsídios para publicar o primeiro livro em 2018, com 55 anos, lança TRAJETÓRIAS E CAMINHOS DA SEGURANÇA METROVIÁRIA DE SÃO PAULO, que conta a história da implantação do Metrô no Brasil e, por necessidade, o Corpo de segurança. Lançado também, em francês.

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