“Se soubesse tocar”: um episódio do Fala Poli que continua ecoando no presente

Lançado no ano passado, o episódio “Se soubesse tocar”, do podcast Fala Poli, segue atual não por acaso, mas por essência. Em tempos em que tudo soa acelerado, a poesia de Don Policarpo retorna como um convite à escuta: de si, do outro e do que não se mede.

O áudio se inicia com um ukulele levemente descompassado, quase tímido, como se buscasse o próprio ritmo. Em seguida, Don Policarpo entra em cena recitando uma poesia romântica que atravessa o sentido literal da música e propõe outra afinação: tocar para além de um instrumento.

“Se eu soubesse tocar, gostaria de tocar seu coração…”. A frase não se apresenta como metáfora vazia, mas como gesto. Tocar, aqui, é presença, é intenção, é sensibilidade. É sobre aquilo que vibra sem precisar de técnica, mas exige verdade.

Mais do que um episódio de podcast, “Se soubesse tocar” permanece como um registro poético que dialoga com o agora, lembrando que algumas criações não pertencem a uma data específica, elas pertencem ao tempo de quem escuta.

 

Gostou desse conteúdo?
Compartilhe!

Sobre Don Policarpo

DALVILSON DONIZETE POLICARPO
São Paulo – SP
Nascido em 16 de novembro de 1963
Inaugurado/Registrado em 20 de janeiro de 1964

Técnico de Meio Ambiente, Graduado em Geografia, Professor do Estado e Pós Graduou-se em História da África e Docência Superior.
Metroviário por 35 anos onde atuou como Agente de Segurança.
Devido as condições de trabalho requererem muita luta em prol de suas melhorias e devido a eloquência e posicionamentos, foi eleito para a direção do sindicato, para a CIPA e na sequência para a Federação da categoria.
Formulou os projetos de lei 644/16 na ALESP (finalizado) e 6369/16 Câmara Federal, em andamento.

Assim, começou a levantar documentos, na defesa do seu setor e quando percebeu já tinha subsídios para publicar o primeiro livro em 2018, com 55 anos, lança TRAJETÓRIAS E CAMINHOS DA SEGURANÇA METROVIÁRIA DE SÃO PAULO, que conta a história da implantação do Metrô no Brasil e, por necessidade, o Corpo de segurança. Lançado também, em francês.

Scroll to Top