Don Policarpo marca presença na abertura das comemorações dos 472 anos de São Paulo

A cidade de São Paulo deu início às comemorações de seus 472 anos com um evento que celebrou a arte, a literatura e a ocupação cultural do Centro histórico. A abertura aconteceu em uma brigadeiria localizada na Rua Álvares Penteado, nº 200, espaço que vai além da gastronomia e nasce com a proposta de se consolidar como um novo polo cultural da cidade.

Sob a idealização de Gil, proprietário do local, o espaço foi pensado para integrar diferentes expressões artísticas e fomentar encontros criativos. A programação reuniu uma Feira Literária, com autores independentes e editoras, além de uma exposição coletiva de artistas plásticos e fotógrafos, que ocuparam o ambiente com obras que dialogam com a identidade urbana, a memória e a diversidade paulistana.

O evento também contou com um Sarau Musical, promovendo encontros entre música, poesia e performance, reforçando o caráter vivo e plural da cultura produzida na cidade. Foi nesse contexto que Don Policarpo participou da abertura, somando sua presença a um movimento que valoriza a arte como ferramenta de conexão, reflexão e pertencimento.

Mais do que celebrar o aniversário de São Paulo, a iniciativa reafirma a importância de espaços independentes na revitalização do Centro e no fortalecimento do ecossistema cultural da cidade. Um início simbólico e potente para um novo ciclo, onde tradição e contemporaneidade se encontram para contar, e continuar escrevendo, a história paulistana.

 

Gostou desse conteúdo?
Compartilhe!

Sobre Don Policarpo

DALVILSON DONIZETE POLICARPO
São Paulo – SP
Nascido em 16 de novembro de 1963
Inaugurado/Registrado em 20 de janeiro de 1964

Técnico de Meio Ambiente, Graduado em Geografia, Professor do Estado e Pós Graduou-se em História da África e Docência Superior.
Metroviário por 35 anos onde atuou como Agente de Segurança.
Devido as condições de trabalho requererem muita luta em prol de suas melhorias e devido a eloquência e posicionamentos, foi eleito para a direção do sindicato, para a CIPA e na sequência para a Federação da categoria.
Formulou os projetos de lei 644/16 na ALESP (finalizado) e 6369/16 Câmara Federal, em andamento.

Assim, começou a levantar documentos, na defesa do seu setor e quando percebeu já tinha subsídios para publicar o primeiro livro em 2018, com 55 anos, lança TRAJETÓRIAS E CAMINHOS DA SEGURANÇA METROVIÁRIA DE SÃO PAULO, que conta a história da implantação do Metrô no Brasil e, por necessidade, o Corpo de segurança. Lançado também, em francês.

Scroll to Top