A jornada de A Árvore dos Alados – Don Policarpo, até a final do 7º Prêmio Ecos de Literatura é também o retrato da vida de escritor.
Escrever, publicar, lançar, vender alguns exemplares, inscrever em concursos, pedir votos, esperar. Repetir. Persistir.
Ser finalista vai além de um título, é o reconhecimento de um processo construído com constância, com apoio dos leitores e, principalmente, com paixão pela literatura. Cada voto carrega não só incentivo, mas também a confirmação de que a história chegou em alguém.
No fim, é sobre isso: continuar. Mesmo nos intervalos, nas dúvidas, nos silêncios.
E como toda boa história que insiste em existir, ela segue.
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