Sarau Lítero-Musical reúne poesia, música e crítica social em Itanhaém no dia 30 de abril

No dia 30 de abril, a cidade de Itanhaém foi palco de uma noite marcada por sensibilidade, arte e conexão. O Sarau Lítero-Musical, promovido pela Academia Itanhaense de Letras, reuniu poesia, música e reflexão em um encontro que celebrou não apenas a produção artística local, mas também os 494 anos do município.

Realizado na Biblioteca Municipal Poeta Paulo Bomfim, o evento trouxe um ambiente intimista e inspirador, onde diferentes linguagens se cruzaram ao longo da noite. Entre os destaques, a apresentação de Don Policarpo acrescentou ainda mais potência ao sarau, conectando música e crítica em uma performance carregada de presença e significado.

Com sua proposta artística, Don dialogou diretamente com o público, levando ao palco não apenas som, mas também discurso. Sua participação reforçou o papel do sarau como um espaço de expressão contemporânea, onde questões sociais e culturais encontram eco na arte.

Mais do que um evento, o Sarau Lítero-Musical se firmou como um momento de encontro. Entre versos, acordes e trocas, o público pôde vivenciar a arte em sua forma mais coletiva e viva, celebrando a cultura como ferramenta de transformação e pertencimento.

A noite do dia 30 deixou claro que iniciativas como essa seguem essenciais, especialmente em tempos em que a arte precisa ocupar espaços, provocar reflexões e fortalecer identidades. Em Itanhaém, o sarau cumpriu exatamente esse papel.

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Sobre Don Policarpo

DALVILSON DONIZETE POLICARPO
São Paulo – SP
Nascido em 16 de novembro de 1963
Inaugurado/Registrado em 20 de janeiro de 1964

Técnico de Meio Ambiente, Graduado em Geografia, Professor do Estado e Pós Graduou-se em História da África e Docência Superior.
Metroviário por 35 anos onde atuou como Agente de Segurança.
Devido as condições de trabalho requererem muita luta em prol de suas melhorias e devido a eloquência e posicionamentos, foi eleito para a direção do sindicato, para a CIPA e na sequência para a Federação da categoria.
Formulou os projetos de lei 644/16 na ALESP (finalizado) e 6369/16 Câmara Federal, em andamento.

Assim, começou a levantar documentos, na defesa do seu setor e quando percebeu já tinha subsídios para publicar o primeiro livro em 2018, com 55 anos, lança TRAJETÓRIAS E CAMINHOS DA SEGURANÇA METROVIÁRIA DE SÃO PAULO, que conta a história da implantação do Metrô no Brasil e, por necessidade, o Corpo de segurança. Lançado também, em francês.

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