Abraço Cultural na Estação: quando Itanhaém respirou arte e música

No último domingo, 21 de setembro, a antiga estação de trem de Itanhaém se transformou em palco de celebração coletiva com o evento Abraço Cultural na Estação. A iniciativa reuniu artistas, coletivos, produtores e comunidades locais em um gesto simbólico de acolhimento e de valorização da cultura na cidade.

A estação histórica, que marcou o desenvolvimento de Itanhaém, foi novamente ponto de encontro, desta vez para a arte em suas múltiplas formas. Desenhistas, fotógrafos, ilustradores, artistas plásticos, tatuadores, grafiteiros, músicos, produtores culturais e aldeias indígenas compartilharam seu talento e sua tradição com o público. A feira agroecológica e os artesãos locais também marcaram presença, fortalecendo a conexão entre sustentabilidade, memória e produção cultural.

O palco improvisado trouxe música vibrante ao longo de toda a tarde, com apresentações de bandas, cantores e grupos da cidade. Entre os destaques esteve a performance de Don Policarpo, que emocionou com sua presença intensa e poética, somando à diversidade de estilos que passaram pelo evento.

Mais do que uma programação, o Abraço Cultural na Estação foi uma experiência de pertencimento: um convite à comunidade para redescobrir a estação não apenas como patrimônio histórico, mas como espaço vivo, aberto às expressões artísticas e sociais.

Idealizado e realizado pelo Coletivo Besouro, com apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa de Itanhaém, o encontro mostrou que quando a cidade se une em torno da cultura, cria-se um verdadeiro abraço, de arte, memória e futuro.

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Sobre Don Policarpo

DALVILSON DONIZETE POLICARPO
São Paulo – SP
Nascido em 16 de novembro de 1963
Inaugurado/Registrado em 20 de janeiro de 1964

Técnico de Meio Ambiente, Graduado em Geografia, Professor do Estado e Pós Graduou-se em História da África e Docência Superior.
Metroviário por 35 anos onde atuou como Agente de Segurança.
Devido as condições de trabalho requererem muita luta em prol de suas melhorias e devido a eloquência e posicionamentos, foi eleito para a direção do sindicato, para a CIPA e na sequência para a Federação da categoria.
Formulou os projetos de lei 644/16 na ALESP (finalizado) e 6369/16 Câmara Federal, em andamento.

Assim, começou a levantar documentos, na defesa do seu setor e quando percebeu já tinha subsídios para publicar o primeiro livro em 2018, com 55 anos, lança TRAJETÓRIAS E CAMINHOS DA SEGURANÇA METROVIÁRIA DE SÃO PAULO, que conta a história da implantação do Metrô no Brasil e, por necessidade, o Corpo de segurança. Lançado também, em francês.

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