Don Policarpo no Sarau Trançado – Arte, diversidade e resistência

No último domingo, 27 de julho, a Subprefeitura Cidade Ademar foi palco de mais uma edição vibrante do Sarau Trançado, sob a curadoria de Don Policarpo. O evento reafirmou sua essência como um espaço de arte, diversidade e resistência, reunindo público e artistas em uma verdadeira celebração da cultura periférica.

Com um olhar cuidadoso, Don Policarpo organizou uma programação que refletiu a pluralidade de vozes e expressões presentes no território. A edição trouxe dança, canto, poesia, textos, leituras, bandas e muito mais, mostrando como diferentes linguagens artísticas se entrelaçam e dão vida à identidade cultural da comunidade.

Cada apresentação foi um ato de resistência, um momento em que a arte transcendeu o entretenimento para se tornar diálogo, memória e fortalecimento coletivo. O sarau abriu espaço para novos artistas, ao mesmo tempo em que conectou o público a tradições e expressões que moldam a história e a alma da Cidade Ademar.

Fizemos história e renovamos o compromisso do Sarau Trançado com a representatividade, diversidade e inclusão, garantindo que o evento seguisse como um território fértil para trocas, descobertas e valorização da arte produzida na periferia.

Mais do que um encontro artístico, esta edição mostrou que o Sarau Trançado é uma rede viva de afeto e resistência, um espaço onde a arte pulsa em cada voz, gesto e acorde, transformando a realidade ao seu redor.

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Sobre Don Policarpo

DALVILSON DONIZETE POLICARPO
São Paulo – SP
Nascido em 16 de novembro de 1963
Inaugurado/Registrado em 20 de janeiro de 1964

Técnico de Meio Ambiente, Graduado em Geografia, Professor do Estado e Pós Graduou-se em História da África e Docência Superior.
Metroviário por 35 anos onde atuou como Agente de Segurança.
Devido as condições de trabalho requererem muita luta em prol de suas melhorias e devido a eloquência e posicionamentos, foi eleito para a direção do sindicato, para a CIPA e na sequência para a Federação da categoria.
Formulou os projetos de lei 644/16 na ALESP (finalizado) e 6369/16 Câmara Federal, em andamento.

Assim, começou a levantar documentos, na defesa do seu setor e quando percebeu já tinha subsídios para publicar o primeiro livro em 2018, com 55 anos, lança TRAJETÓRIAS E CAMINHOS DA SEGURANÇA METROVIÁRIA DE SÃO PAULO, que conta a história da implantação do Metrô no Brasil e, por necessidade, o Corpo de segurança. Lançado também, em francês.

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