Inauguração da AIL – Academia Itanhaense de Letras: uma noite histórica marcada pela poesia cantada “Coisa Minha”, de Don Policarpo

A cultura de Itanhaém viveu um momento histórico com a inauguração da AIL – Academia Itanhaense de Letras, um marco para a literatura, a memória e a produção artística da cidade. A solenidade reuniu escritores, poetas, músicos, pesquisadores e apaixonados pela arte da palavra, celebrando a fundação de uma instituição que nasce com o propósito de preservar e impulsionar a criação literária local.

Entre discursos emocionados e homenagens, um dos momentos mais marcantes da noite foi a apresentação especial da poesia cantada “Coisa Minha”, interpretada pelo artista e produtor cultural Don Policarpo, cuja trajetória está profundamente ligada à valorização da cultura popular e ao fortalecimento dos saraus no estado de São Paulo.

A força da poesia que ecoa identidade:

“Coisa Minha” trouxe ao palco a sensibilidade e o olhar afetivo que caracterizam a obra de Don Policarpo. Em sua interpretação, a poesia se mistura ao canto para narrar sentimentos, memórias e a beleza da simplicidade, imprimindo verdade e emoção em cada verso. A performance emocionou o público presente e simbolizou a união entre tradição e contemporaneidade, dois pilares essenciais da nova Academia Itanhaense de Letras.

Um marco para a cidade e para seus artistas:

A criação da AIL representa um avanço significativo para Itanhaém, reforçando o compromisso com:

• A valorização dos escritores locais.
• A promoção da literatura em suas múltiplas vertentes.
• A preservação da história cultural do município.
• O incentivo a novos talentos e projetos educacionais.

Ao reunir artistas que dedicam a vida à palavra, a Academia inaugura um novo tempo para a cena literária da cidade.

A participação de Don Policarpo, reafirma sua contribuição contínua à cultura paulista. Sua poesia cantada dialoga com diferentes gerações, aproximando comunidade, arte e memória, valores essenciais para a missão da AIL.

Um início que aponta para novos horizontes: A tarde da inauguração da Academia Itanhaense de Letras não foi apenas uma celebração, mas um convite para que novos capítulos culturais sejam escritos. A emoção da plateia, a força das palavras e a musicalidade de “Coisa Minha” marcaram esse ponto de partida com brilho e significado.

Que essa nova Academia seja um lar para a literatura Itanhaense, e que a poesia siga encontrando voz, corpo e canto através de artistas como Don Policarpo.

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Sobre Don Policarpo

Multiartista, geógrafo, escritor, poeta e compositor. Amplamente reconhecido como educador, acumulando mais de duas décadas de forte atuação no cenário cultural paulista e do litoral do estado de São Paulo.
DON POLICARPO
DALVILSON DONIZETE POLICARPO

Técnico em Meio Ambiente, graduado em Geografia, professor da rede estadual e pós-graduado em História da África e Docência do Ensino Superior, Don Policarpo também dedicou 35 anos de sua trajetória profissional ao Metrô de São Paulo, onde atuou como agente de segurança.

Ao longo de sua carreira, envolveu-se ativamente na luta por melhores condições de trabalho. Sua eloquência e seus posicionamentos o levaram a ser eleito para a direção do sindicato, para a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) e, posteriormente, para a federação da categoria. Também participou da formulação dos Projetos de Lei nº 644/2016, na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP), e nº 6.369/2016, na Câmara dos Deputados.

Foi durante esse período, ao reunir documentos e registros em defesa de sua categoria, que encontrou material para sua primeira publicação. Em 2018, aos 55 anos, lançou ** Trajetórias e Caminhos da Segurança Metroviária de São Paulo **, obra que aborda a história da implantação do Metrô no Brasil e a criação de seu corpo de segurança. O livro também ganhou uma edição em francês.

A partir dessa primeira publicação, Don Policarpo ampliou sua trajetória literária, transformando experiências pessoais, reflexões sociais e sua relação com a cultura em novas obras. Sua produção passou a reunir poesia, música, história e questões sociais, expandindo sua atuação como escritor, poeta, cantor, professor, roteirista adaptador e ator.

Entre suas publicações, destaca-se a coleção ** A Magia da Poesia Cantante **, projeto que aproxima literatura e musicalidade e que chegou ao terceiro volume em 2026. Sua trajetória artística também inclui outras obras literárias, participações em saraus, apresentações musicais, projetos culturais e iniciativas voltadas à valorização da arte, da educação e da literatura.

Em setembro de 2026, recebeu o Prêmio Mceys Qualidade Brasil, na categoria Escritor e Poeta, durante a 12ª edição do evento, realizada no Salão Nobre da Câmara Municipal de São Paulo. A homenagem representou o reconhecimento de sua trajetória literária e de sua contribuição para a cultura.

Don segue ampliando sua produção artística, participando de encontros culturais e levando sua poesia a novos públicos, conectando arte, memória, educação e transformação social.

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