Quando a natureza cobrar,
quem poderá nos salvar?

No quintal da família de Dom, há uma árvore alta, de tronco largo, galhos longos e folhagem espessa. O garoto observa o movimento intenso de vários animais que entram e saem a todo momento dali, agitados e emitindo cada qual um som diferente, como numa orquestra em dia de ensaio. Este lugar que funciona como o condomínio de várias espécies é chamado de A Árvore dos Alados, título do novo livro de Don Policarpo.

Conduzido pelo tutor, o sr. Guaxinim, o protagonista levará os leitores ao olho de um furacão: o julgamento final sobre as atrocidades cometidas pelos seres humanos contra o meio ambiente. Agora, o menino terá a responsabilidade de defender sua espécie no Conselho Deliberativo, onde suas decisões definirão o futuro da humanidade.

Convido todos a se entenderem como cidadãos de um mundo profundamente lesionado pela crise ambiental, através da visão de um menino de 3 anos que acaba de conhecer a gravidade da situação e busca salvar a humanidade de seu fim. Com uma linguagem lúdica, a obra ressalta a necessidade de proteger o planeta, a importância da educação familiar e ambiental, além da valorização da memória ancestral e afetiva para promover a proteção da natureza e a paz entre seres vivos.

A Árvore
dos Alados

Dom, Seu Zé e o Guaxinim tentam salvar a pele da humanidade em um julgamento épico que pode levar a extinção da vida no planeta. Com a pretensão de provocar reflexões diversas sobre natureza, infância, família, sob a ótica de uma criança em sua primeira infância, A árvore dos alados pode ser mais uma linda história e também o último alerta.

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— Já há algum tempo que estamos sofrendo com as mudanças das correntezas de ar e as impurezas que as impedem de prosseguir. Muitas vezes somos pegos por nuvens de fumaça que nos atrapalham, impedindo-nos de enxergar, se posicionar e até respirar. Alguns primos já não voam mais por estas bandas, indo para outros lugares. Se continuar assim, logo a fumaça tomará conta de todo o ar.
Perfil

A Árvore dos Alados, p. 19

Autor

Sobre Don Policarpo

DALVILSON DONIZETE POLICARPO
São Paulo – SP
Nascido em 16 de novembro de 1963
Inaugurado/Registrado em 20 de janeiro de 1964

Técnico de Meio Ambiente, Graduado em Geografia, Professor do Estado e Pós Graduou-se em História da África e Docência Superior.
Metroviário por 35 anos onde atuou como Agente de Segurança.
Devido as condições de trabalho requererem muita luta em prol de suas melhorias e devido a eloquência e posicionamentos, foi eleito para a direção do sindicato, para a CIPA e na sequência para a Federação da categoria.
Formulou os projetos de lei 644/16 na ALESP (finalizado) e 6369/16 Câmara Federal, em andamento.

Assim, começou a levantar documentos, na defesa do seu setor e quando percebeu já tinha subsídios para publicar o primeiro livro em 2018, com 55 anos, lança TRAJETÓRIAS E CAMINHOS DA SEGURANÇA METROVIÁRIA DE SÃO PAULO, que conta a história da implantação do Metrô no Brasil e, por necessidade, o Corpo de segurança. Lançado também, em francês.

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