“Poesia Cantada Tic-tac”: o tempo que vira música no coração

Com sensibilidade e identidade marcante, Don Policarpo apresenta mais uma obra que traduz sua essência artística: a canção “Poesia Cantada Tic-tac”, já disponível nas plataformas digitais.

A música se inicia com um verso que já entrega toda a sua proposta poética e reflexiva: “O pulso do relógio se iguala às batidas do coração…”. A partir daí, o ouvinte é conduzido por uma narrativa que mistura tempo, vida e emoção, elementos que se entrelaçam de forma leve e envolvente.

Com uma construção simples, porém profundamente significativa, a faixa transforma o cotidiano em poesia sonora. O ritmo acompanha essa ideia de pulsação constante, criando uma atmosfera que remete tanto à passagem do tempo quanto à intensidade dos sentimentos vividos em cada instante.

E é impossível falar da música sem destacar seu refrão marcante: “tic tac tum tum”. Chiclete na medida certa, ele gruda na mente e no coração, funcionando como um elo direto entre a melodia e a emoção, daqueles que você se pega repetindo sem perceber.

Mais do que uma canção, “Poesia Cantada Tic-tac” é um convite à presença: ouvir o tempo, sentir o agora e reconhecer a beleza nos pequenos ritmos da vida.

Disponível nas principais plataformas digitais, a faixa reforça o estilo único de Don Policarpo, que segue transformando palavras em experiências que ecoam muito além da música.

 

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Sobre Don Policarpo

Multiartista, geógrafo, escritor, poeta e compositor. Amplamente reconhecido como educador, acumulando mais de duas décadas de forte atuação no cenário cultural paulista e do litoral do estado de São Paulo.
DON POLICARPO
DALVILSON DONIZETE POLICARPO

Técnico em Meio Ambiente, graduado em Geografia, professor da rede estadual e pós-graduado em História da África e Docência do Ensino Superior, Don Policarpo também dedicou 35 anos de sua trajetória profissional ao Metrô de São Paulo, onde atuou como agente de segurança.

Ao longo de sua carreira, envolveu-se ativamente na luta por melhores condições de trabalho. Sua eloquência e seus posicionamentos o levaram a ser eleito para a direção do sindicato, para a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) e, posteriormente, para a federação da categoria. Também participou da formulação dos Projetos de Lei nº 644/2016, na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP), e nº 6.369/2016, na Câmara dos Deputados.

Foi durante esse período, ao reunir documentos e registros em defesa de sua categoria, que encontrou material para sua primeira publicação. Em 2018, aos 55 anos, lançou ** Trajetórias e Caminhos da Segurança Metroviária de São Paulo **, obra que aborda a história da implantação do Metrô no Brasil e a criação de seu corpo de segurança. O livro também ganhou uma edição em francês.

A partir dessa primeira publicação, Don Policarpo ampliou sua trajetória literária, transformando experiências pessoais, reflexões sociais e sua relação com a cultura em novas obras. Sua produção passou a reunir poesia, música, história e questões sociais, expandindo sua atuação como escritor, poeta, cantor, professor, roteirista adaptador e ator.

Entre suas publicações, destaca-se a coleção ** A Magia da Poesia Cantante **, projeto que aproxima literatura e musicalidade e que chegou ao terceiro volume em 2026. Sua trajetória artística também inclui outras obras literárias, participações em saraus, apresentações musicais, projetos culturais e iniciativas voltadas à valorização da arte, da educação e da literatura.

Em setembro de 2026, recebeu o Prêmio Mceys Qualidade Brasil, na categoria Escritor e Poeta, durante a 12ª edição do evento, realizada no Salão Nobre da Câmara Municipal de São Paulo. A homenagem representou o reconhecimento de sua trajetória literária e de sua contribuição para a cultura.

Don segue ampliando sua produção artística, participando de encontros culturais e levando sua poesia a novos públicos, conectando arte, memória, educação e transformação social.

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