Gravação do clipe “Destino na Palma da Mão”

O cavaquinho que abre sorridente, o pandeiro marcando firme o compasso, o violão segurando a harmonia e, no centro de tudo, a voz de Don Policarpo. Foi assim que nasceu a gravação do clipe “Destino na Palma da Mão”, um trabalho que vai muito além da música: é um manifesto sobre acreditar em si mesmo e caminhar com confiança.

O registro audiovisual foi pensado para traduzir a essência do samba, sem excessos, deixando que os instrumentos e a interpretação falem por si. A cada batida, a canção transmite a força de quem carrega no peito a certeza de que a vida só ganha sentido quando se assume as rédeas da própria jornada.

E essa história vai ainda mais longe: a gravação do clipe faz parte do filme “Elas do Capão”, produção do talentoso Carlinhos Periferia, que traz um olhar potente e necessário sobre a cultura e a resistência das quebradas. É música e cinema se encontrando para ampliar vozes e mensagens que merecem ser ouvidas.

Don Policarpo traz em sua interpretação verdade, entrega e sentimento. Sua voz encontra a batida quente do pandeiro, o brilho das cordas do cavaquinho e o balanço do violão, criando uma atmosfera que mistura tradição e autenticidade. É um convite para dançar, cantar e refletir.

Mais que uma canção, “Destino na Palma da Mão” é um recado:
“Tem que pegar seu destino na palma da mão.”

O clipe vem para reforçar essa mensagem de coragem e atitude, mostrando que cada um pode ser protagonista da própria história. Em breve, estará disponível para o público, prometendo emocionar e levantar rodas de samba por onde tocar.

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Sobre Don Policarpo

Multiartista, geógrafo, escritor, poeta e compositor. Amplamente reconhecido como educador, acumulando mais de duas décadas de forte atuação no cenário cultural paulista e do litoral do estado de São Paulo.
DON POLICARPO
DALVILSON DONIZETE POLICARPO

Técnico em Meio Ambiente, graduado em Geografia, professor da rede estadual e pós-graduado em História da África e Docência do Ensino Superior, Don Policarpo também dedicou 35 anos de sua trajetória profissional ao Metrô de São Paulo, onde atuou como agente de segurança.

Ao longo de sua carreira, envolveu-se ativamente na luta por melhores condições de trabalho. Sua eloquência e seus posicionamentos o levaram a ser eleito para a direção do sindicato, para a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) e, posteriormente, para a federação da categoria. Também participou da formulação dos Projetos de Lei nº 644/2016, na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP), e nº 6.369/2016, na Câmara dos Deputados.

Foi durante esse período, ao reunir documentos e registros em defesa de sua categoria, que encontrou material para sua primeira publicação. Em 2018, aos 55 anos, lançou ** Trajetórias e Caminhos da Segurança Metroviária de São Paulo **, obra que aborda a história da implantação do Metrô no Brasil e a criação de seu corpo de segurança. O livro também ganhou uma edição em francês.

A partir dessa primeira publicação, Don Policarpo ampliou sua trajetória literária, transformando experiências pessoais, reflexões sociais e sua relação com a cultura em novas obras. Sua produção passou a reunir poesia, música, história e questões sociais, expandindo sua atuação como escritor, poeta, cantor, professor, roteirista adaptador e ator.

Entre suas publicações, destaca-se a coleção ** A Magia da Poesia Cantante **, projeto que aproxima literatura e musicalidade e que chegou ao terceiro volume em 2026. Sua trajetória artística também inclui outras obras literárias, participações em saraus, apresentações musicais, projetos culturais e iniciativas voltadas à valorização da arte, da educação e da literatura.

Em setembro de 2026, recebeu o Prêmio Mceys Qualidade Brasil, na categoria Escritor e Poeta, durante a 12ª edição do evento, realizada no Salão Nobre da Câmara Municipal de São Paulo. A homenagem representou o reconhecimento de sua trajetória literária e de sua contribuição para a cultura.

Don segue ampliando sua produção artística, participando de encontros culturais e levando sua poesia a novos públicos, conectando arte, memória, educação e transformação social.

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